quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Criação do bloco Tamo no Osso com Raquel Mello a Vampirinha Medula Influencer


Em março de 2018, Raquel Mello descobriu o seu diagnóstico da leucemia mielóide aguda. O Doutor brincou com ela dizendo que ele fazia parte de uma equipe de vampiros que iriam cuidar dela.
Ao longo do tratamento e do transplante de medula óssea contou com a ajuda dos amigos e familiares onde começaram a chamar de vampirinha, pois vivia pedindo bolsinhas de transfusões de sangue e plaquetas para se sentir melhor. Aliás, só quem precisa e recebe elas sabe o devido valor! 


Em fevereiro de 2019, ela perguntou aos médicos se poderia fazer um passeio para assistir ao carnaval de longe, pois queria ver o bloco passar. E porque não? E porque não fantasiada? A mãe dela tratou de confeccionar a capa e adereços e então, com ajuda do Guilherme, munida de muito repelente, protetor solar e água foi curtir o carnaval! Ali nascia a Vampirinha! Mal sabíamos que iria virar uma Medula Influencer.
A partir dali, decidi que sempre iria botar o meu "bloco" na rua para espalhar essa causa tão importante! 
Com ajuda  da paciente Claudia Soares para somar com toda a sua luz e sintonia. Ficamos amigas de internet, nos conhecemos e participamos de campanhas e ela embarcou comigo nessa aventura! compartilharmos cada realização e estamos juntas até no osso! Ela conseguiu a querida Milla Scramignon para fazer essa linda arte inventou o nosso nome tamo no osso. Unimos as idéias!


A ideia consiste na Vampirinha agarradinha na fábrica do sangue: MEDULA ÓSSEA, que está dentro dos ossos.
Queremos que todos estejam juntos conosco compartilhando, ajudando e é claro, podendo, estando presente!
O intuito disso tudo, além da alegria e cores de carnaval, é levar esse assunto tão sério de uma forma mais leve e assim conseguir propagar a causa até no carnaval! 
Respiramos isso! Está no nosso sangue (literalmente). Estaremos sempre divulgando muitas informações sobre transplante de medula óssea, campanhas para cadastro, e em breve, sobre o nosso encontro consciente. Estamos sempre a disposição para tentar sanar as dúvidas, trocar idéias, somar e propagar cada vez mais informações sobre a nossa causa.
Mais informações: @tamonoosso / @raquelpmello

Encontro do Bloco Tamo No Osso
Domingo, 23 de fevereiro de 2020 às 08:30
Praça XV - Centro - Rio de Janeiro

Chico Batera Trio apresenta Pierrot Apaixonado no Arte na Rua


O Festival de Verão Arte na Rua Jazz & Blues recebe nesta quinta-feira, 06 de fevereiro, às 20h, o espetáculo "Pierrot Apaixonado" do instrumentista Chico Batera com seu trio. No evento, que acontece na calçada do Bar da Máfia, em Itaipu, Batera, acompanhado por Marcos Nimrichter, ao piano, e Jefferson Lescowich, no baixo, mostrará um repertório de clássicos da MPB. A entrada é gratuita.


Além de interpretar "Teia", de sua autoria, Batera homenageará diversos compositores da nossa história musical, como: Heitor dos Prazeres e Noel Rosa, com "Pierrot apaixonado"; Monsueto com "Me deixa em paz"; Roberto Menescal e Ronaldo Boscoli com "Rio"; Celso Fonseca e Ronaldo Bastos com "Slow Motion Bossa Nova"; Tom Jobim e Newton Medonça com "Desafinado"; e Moacir Santos com "April Child" e "Nanã".



O Chico Batera Trio procura manter a sonoridade da MPB dos anos 1960, utilizando-se de temas atuais, e apresentando ao público sua maneira simples e ao mesmo tempo sofisticada de se tocar música instrumental. Bateria, vibrafone, piano e baixo. A esses elementos estão comprometidas as experiências indiscutíveis destes músicos brasileiros, que emprestam seus talentos a artistas que hoje representam um dos mais importantes e significativos segmentos da nossa música. Bossa Nova, jazz, sambas e choros são a base do arsenal musical do Trio.



Chico Batera



Nascido em 1943, em Madureira, Rio de Janeiro, filho de uma pianista, Chico Batera teve seu primeiro contato com a percussão no Império Serrano. Aos 17 anos tornou-se músico profissional, tocando nos shows de Carlos Machado e no famoso Beco das Garrafas, berço da Bossa Nova. Com o sucesso da música brasileira no Carnegie Hall, em Nova York, Chico foi para os Estados Unidos acompanhando Sérgio Mendes em missão cultural apoiada pelo Itamaraty.



O músico se destacou pela riqueza e diversidade rítmicas e acompanhou artistas da importância de Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e The Doors. Na década de 70 gravou com João Gilberto no México e foi integrante da banda de Cat Stevens. De volta ao Brasil nos anos 1970, trabalhou com Elis Regina, Martinho da Vila, Gal Costa, Simone, Djavan, João Bosco e Fagner e há mais de 30 anos acompanha Chico Buarque, tendo co-produzido o álbum de 1989 que leva o nome do compositor e inclui o grande sucesso "Vai Passar".





SERVIÇO
Festival de Verão Arte na Rua Jazz & Blues  
Chico Batera Trio
Data: 06 de fevereiro, quinta-feira
Horário: 20h
Local: Bar da Máfia
Endereço: Estrada Francisco da Cruz Nunes, 9777 - Itaipu, Niterói
EVENTO GRATUITO

Elisa Lucinda e Marcus Lima apresentam "Ô Danada" na Sala Nelson Pereira dos Santos


A Sala Nelson Pereira dos Santos recebe nesta sexta-feira, 07 de fevereiro, às 20h, o espetáculo "Ô Danada" com Elisa Lucinda e Marcus Lima. No espetáculo, os protagonistas são trovadores modernos em uma versão bem brasileira, evidenciando a figura do homem e da mulher com os defeitos e qualidades, que nos fazem pensar na nossa forma de expressar as emoções uns com os outros. Eles fazem o público viajar nas histórias, causos e crônicas das letras das músicas e poesias.
Em 2006 a dupla resolveu celebrar o encontro em um espetáculo cênico-musical com poesias e músicas compostas pelos dois, além de clássicos de compositores que sempre tiveram uma forma bem brasileira de abordar o amor. E resolveram batizá-lo com o nome da primeira parceria dos dois: o buliçoso samba "Ô Danada".
Elisa Lucinda, cantora, atriz, poeta e escritora e Marcus Lima, violonista, compositor e cantor da nova safra já há alguns anos fazem parcerias musicais. O poema dela é música para ele. Assim também as músicas dele tomam palavras na criação da poeta. Elisa e Marcus serão acompanhados por uma banda formada por Fernando Merlino (teclado), Carlito Gepe (baixo) e Reginaldo Vargas (percussão).  
Os artistas falam sobre as várias formas de amar e ser amado, às vezes com pitadas de humor, às vezes apaixonado, às vezes irônico, e outras, dramático. A peça tem a intenção de fazer chorar, rir, brincar, se apaixonar, se indignar, enfim, despertar emoções. Somado a essa abordagem, ainda há o toque de brasilidade que aparece nas letras de artistas como Chico Buarque (Sem Açúcar) e Gilberto Gil (A linha e o linho).
Eles fazem o ouvinte viajar nas histórias, causos e crônicas das letras das músicas e poesias e abordam as várias formas de amar e ser amado, às vezes com pitadas de humor, às vezes com paixão, às vezes ironia, às vezes drama, mas sempre com a intenção de fazer chorar, rir, brincar, se apaixonar, se indignar, enfim, despertar emoções.
Mas o mais importante a se ressaltar aqui é a inovação do formato usado de unir a poesia e a música num só espetáculo de uma forma descontraída, onde são apresentadas poesias que inspiraram canções, canções que se contrapõem como resposta à poesias, etc... fazendo com que o mesmo tenha um fio condutor que permeia o amor, paixão, carinho, desdém, ódio e os demais sentimentos entre os seres humanos.

Elisa Lucinda

Capixaba, Elisa Lucinda é uma artista completa. Escreve, interpreta, declama e canta. Descobriu e apaixonou-se pela poesia em tenra idade no. Aos onze anos de idade, ingressa no Curso de Interpretação Teatral da Poesia, ministrado pela professora Maria Filina Salles Sá de Miranda, quando começa a declamar poesias. Ainda no Espírito Santo, formou-se em Jornalismo no ano de 1982 e, a partir de então, iniciou sua carreira teatral. Em 1986, vem morar no Rio de Janeiro com o filho Juliano, disposta a seguir a carreira de atriz. Ingressa no Curso de Interpretação Teatral da Casa de Artes de Laranjeiras (CAL).

Sempre atuando em teatro, cinema e televisão, publicou seu primeiro livro de poesia "O Semelhante", em 1994. Este foi um passo para que a peça de mesmo nome, onde ela dizia seus versos e conversava com a platéia, permanecesse em cartaz durante seis anos, no Brasil e no exterior. Além de escritora, Elisa Lucinda é professora universitária, atriz de teatro, televisão e cinema, mas é sem sombra de dúvidas o "dizer" poesia que mais a encanta e onde ela tem tido maior notoriedade.

Marcus Lima

Carioca, cantor e compositor, Marcus Lima tem uma trajetória profissional intensa, com participações em grandes festivais. Ao longo de sua carreira, lançou três CDs, o primeiro, Batismo do Mar, em 1997, e Quem Canta em 2004, sendo, inclusive, indicado em três categorias para o Prêmio TIM de Música em 2005. No final de 2008, o cantor e compositor lançou seu terceiro CD, Marcus Lima, com canções na sua maioria sambas de sua autoria e em parceria com Márcio Proença, Paulinho Tapajós e Elisa Lucinda.

Em 2013, Marcus Lima lançou 'Plano B', um EP com apenas cinco músicas, sendo quatro inéditas, com a primorosa produção de Arthur Maia e João Carlos Carino.

A convite do coordenador do Projeto Aprendiz em Niterói, João Carlos Carino, Marcus Lima percorreu, durante os meses de junho e julho de 2013, o circuito das escolas municipais de Niterói, fazendo pocket shows direcionados aos alunos da rede pública de ensino, com o objetivo de estimular e incentivar a prática musical nas escolas.


SERVIÇO
Elisa Lucinda e Marcus Lima em "Ô Danada"
Data: Sexta-feira, 07 de fevereiro
Horário: 20h
Classificação Indicativa: 10 anos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira)
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379

CANAIS OFICIAIS DE VENDAS:
Pontos de Venda:
bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos
Chocolates Brasil Cacau - Niterói - seg - sex 9h às 19h
R. da Conceição, 101 – Centro


Exposição: Mascarás de Carnaval “ Quem é você?” - Jorge Mendes e Jorge Guedes na Sala Carlos Couto


A Sala Carlos Couto abre a sua programação de 2020, no dia 11 de fevereiro, com a exposição de Máscaras de Carnaval “Quem é você?”, composta por 28 máscaras, que  foram cedidas  pelos curadores , cenógrafos  e  colecionadores  Jorge  Mendes  e  Jorge Guedes. Quem assina a curadoria é Teca Nicolau.
Na noite da abertura, o grupo Choro Malandro fará uma apresentação, tocando marchinhas de carnaval no pátio do Teatro Municipal. No repertório Abre Alas( Chiquinha  Gonzaga 1899), Mamãe eu quero (Jararaca  e Vicente Paiva  1936), O Balancê ( Braguinha e Alberto Ribeiro 1936), entre outras.
Os colecionadores contam que, no carnaval de 2008, estavam caminhando em direção ao sambódromo e, chegando   em   frente à estação da central do Brasil, se depararam com um vendedor de máscaras de carnaval.
 Admirados pelo trabalho, pararam para conversar com o senhor, que os informou ser o responsável por fazer as  máscaras, utilizando papel de saco de cimento, que recolhia  das  obras em que trabalhava  e que  produzia  durante o ano para vender no carnaval.
Na conversa com o artista autodidata, se interessaram pelas máscaras e decidiram comprar todas, pois não havia uma igual a outra.
O senhor de nome Manoel, ficou surpreso e assustado, pois até aquele momento não tinha vendido nada e estava desanimado,  acreditando  que as pessoas tinham perdido o interesse nesse tipo de arte.
A inspiração para o nome da exposição se deu, não só como uma homenagem à música de Chico Buarque "noite dos mascarados", como também pela temática carnavalesca, e principalmente, devido às várias tentativas dos colecionadores, nos anos seguintes, pela localização do artista até então anônimo, Manoel.
Relato dos Colecionadores: Jorge Mendes e Jorge Guedes.


 Serviço:
Exposição:  Mascarás de  Carnaval  “ Quem é você?”  -  Jorge Mendes e  Jorge Guedes
Abertura: 11 de fevereiro, às  19h
Visitação: de 12 de fevereiro a 19 de março de 2020
Horário: Terças, das 10h às 14h | de quarta a sexta, das 10h às 18h
ENTRADA FRANCA
Local: Sala Carlos Couto (ao lado do Teatro Municipal de Niterói)
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: 2620-1624

Exposição "Regular e Irregular" de Jung Wladimyr no Café Baroni


Termina no dia 03 de março de 2020 o período de visitação da exposição "Regular e Irregular" do artista visual Jung Wladimyr. Todas as sextas-feiras, de 17h às 19h, ele vai estar na mostra para conversar com os visitantes! Venha tomar o seu café com o artista.
A mostra, que apresenta trabalhos de duas séries das mais conhecidas, está na galeria do Café Baroni - Edifício Bolsa Rio, localizada na Praça XV, nº 20, Térreo, Centro, Rio de Janeiro - RJ. A visitação está aberta
de segunda a sexta, de 8h30 às 20h, com entrada gratuita e censura livre. Mas, corre! Porque a mostra entrou nas últimas semanas para visitação!
O Café Baroni é um espaço incentivador da arte brasileira. Periodicamente ele abre as portas do seu espaço expositivo, sem intuito comercial, para promover o trabalho de diversos artistas nacionais.

Sobre a exposição
Com curadoria do artista visual Raimundo Rodriguez, da Caza Arte Contemporânea, a exposição reúne 27 quadros óleo sobre tela das séries "Regular" e "Irregular". Quem assina o texto da mostra é a artista visual e doutoranda em Linguagens Visuais pelo PPGAV/UFRJ, Mirela Luz.
No texto da exposição "O puro prazer de pintar, e ponto!", Mirela Luz explica que as obras de Jung Wladimyr assemelham-se conceitualmente as de Jorge Guinle e Iberê Camargo:
"Camargo sofre influência do Informalismo da École de Paris, um dos primeiros e um dos últimos expressionistas abstratos da modernidade brasileira. Carrega o peso do esgotamento da pintura moderna através de um romantismo trágico e heroico. Ao contrário, Jorge Guinle celebra o anti herói dos anos 1980 mistura gêneros e estilos pictóricos modernos negando o sujeito utópico de caráter expressionista. As pinturas de Jung remetem a ambos, ora denotam o heroísmo pulsante das fartas faturas de tinta e gestualidade pictórica, ora negam tal virtuosismo pelo esvaziamento do “estilo expressionista”.

Sobre o artista
Com enfase em pintura, trabalha com objetos e fotografia. O carioca, nascido em 1963, mantém atualmente um atelier no tradicional bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro.  Iniciou os estudos pintando na rua, em 2000, e fez aulas de modelo vivo com o Ilídio Bandeira de Mello, em 2006. Estudou fotografia, em 2017, com Marco Antonio Portela e, desde 2013, frequenta os cursos do Parque Lage, com aulas ministradas por
Franz Manata, João Magalhães, Bruno Miguel, entre outros grandes nomes da arte brasileira.
Acumula no currículo dezenas de exposições individuais e coletivas em locais como: Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul, Centro Cultural Cora Coralina (Goiânia), 3ª Edição do Festival de Esculturas do Rio no Centro Cultural Correios (Rio de Janeiro), Centro Cultural Paschoal Carlos Magno (Niterói), a Sergio Gonçalves Galeria (Rio de Janeiro), o Centro Municipal Parque das Ruínas (Rio de Janeiro), Galeria TNT Arte (Rio de Janeiro), entre outros.



Serviço:
Exposição individual “Regular e Irregular”, de Jung Wladimyr
Realização: Raimundo Rodriguez | Caza Arte Contemporânea.
Texto: Mirela Luz.
Local: Café Baroni – Edifício Bolsa Rio (Praça XV, nº 20, térreo,
Centro, Rio de Janeiro).
Visitação: até 03 de março de 2020, de segunda a sexta, de 8h30 às 20h.
Café com o artista: todas as sextas-feiras, de 17h às 19h.
Censura livre.
Entrada gratuita.
Site do espaço: http://www.cafebaroni.com.br
Confira o catálogo da mostra:
https://issuu.com/chandrasantos/docs/jung_catalogo_issu
Assista ao vídeo para conhecer o artista e as séries "Regular",
"Irregular" e "Enigmas": https://www.youtube.com/watch?v=w04QKE23K3w








Projeto “Teatro Popular além da caixa” leva a peça “Romeu e Julieta Cordel de Ariano Suassuna” também para o Horto do Barreto e para o Solar do Jambeiro



O Teatro Popular Oscar Niemeyer apresenta, em fevereiro, a primeira edição do projeto itinerante “Teatro Popular além da Caixa”, que tem início, no dia 2, domingo, com a peça “Romeu e Julieta, Cordel de Ariano Suassuna”, às 16h, no Horto do Barreto. Na semana seguinte, dia 9, às 15h, o espetáculo será encenado no Solar do Jambeiro. 
A iniciativa tem o objetivo de descentralizar a programação do teatro para outras regiões da cidade.
Com um toque brasileiro, o espetáculo apresenta o romance criado por William Shakespeare ainda no século XIV de uma forma diferente. A peça, mais do que se basear no texto do autor inglês, segue também a reinterpretação do cordel do dramaturgo brasileiro Ariano Suassuna. Misturando erudito e popular em um só palco, a encenação começa com o ator Aramis Trindade, acompanhado de flautas e uma viola, apresentando um poema composto por 98 sextilhas. Além disso, o espetáculo conta, ainda, com o ator interpretando o próprio Suassuna, falando um pouco sobre o autor paraibano. 
No dia 16, a itinerância se encerra e a apresentação acontece, às 15h, no próprio Teatro Popular Oscar Niemeyer.



SERVIÇO:
“Romeu e Julieta, Cordel de Ariano Suassuna”

Data: 9 de fevereiro, domingo
Hora: 15h       
Local: Solar do Jambeiro
Endereço: Presidente Domiciano, 95 – São Domingos
Rua Presidente Domiciano, 195 – Boa Viagem, Niterói
Telefone: (21) 2109.2222

Data: 16 de fevereiro, domingo
Hora: 15h       
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Local: Caminho Niemeyer
Endereço: Av. Jornalista Rogério Coelho Neto, s\n – Centro, Niterói
Duração: 40 minutos
Classificação: livre
Entrada:*Gratuita - a produção do evento pede que seja entregue 1kg de alimento não perecível para doação.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

“Dona Baratinha em Tempos Modernos” na Sala Nelson Pereira dos Santos


Nos dias 08 e 09 de fevereiro, às 17h, a Sala Nelson Pereira dos Santos apresenta a peça “Dona Baratinha em Tempos Modernos.
Indo na contramão do clássico que todos conhecem, o espetáculo traz uma nova Dona Baratinha. A personagem principal não pensa mais em casar, mas sim em trabalhar para ficar famosa e rica. Conectada, Dona Baratinha está sempre na internet procurando novas oportunidades. Porém, sua mãe, a tradicional Dona Baratinada não se conforma com a situação e quer fazer de tudo para casar a filha antes que ela fique encalhada. Para isso, ela se aproveita da modernidade e faz um perfil para a filha em um site de relacionamentos, arranjando encontros sem que Dona Baratinha saiba.
Atualizando o clássico infantil, a peça “Dona Baratinha em Tempos Modernos” traz a história para o presente, readequando as preocupações e as dinâmicas entre os personagens. Um espetáculo ideal para as novas gerações. Além disso, toda a trilha sonora se baseia em composições dos tempos modernos e é cantada ao vivo por músicos.


Serviço:
Dona Baratinha em Tempos Modernos
Data: 8 e 9 de fevereiro, sábado e domingo
Hora: 17h
Entrada: R$20,00 (inteira) | R$10,00 (meia) |R$15,00 (filipeta)
Duração: 50 minutos
Capacidade: 490 lugares
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos, Niterói
Telefone: (21) 97140 – 0379

CANAIS OFICIAIS DE VENDAS:
Pontos de Venda: bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos
Chocolates Brasil Cacau - Niterói - seg - sex 9h às 19h
R. da Conceição, 101 – Centro

“Romeu e Julieta – como você nunca viu” na Sala Nelson Pereira dos Santos


A Sala Nelson Pereira dos Santos apresenta, nos dias 8 e 9 de fevereiro, a releitura inovadora da mais famosa história de amor Shakespeariana: Romeu e Julieta.
O espetáculo teve a sua origem na necessidade de dar um diferencial a esta obra, onde o autor e diretor Anselmo Fernandes se inspirou e inovou! 
A verdadeira e tradicional história é recontada na sua essência e integra, respeitando exatamente a história de amor entre Romeu e Julieta, mas de forma arrojada e inusitada.
A peça leva aos palcos quatorze atores masculinos – como acontecia no início dos tempos do teatro – da cidade de Niterói.
A trilha sonora, as coreografias e a interpretação dos atores, tendo como plano de trabalho o estudo das ‘qualidades de movimento’ propostas por Rudolf Laban, compõem a cena.



Serviço:
“Romeu e Julieta – como você nunca viu”
Datas: 8 e 9 de fevereiro, sábado e domingo
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)
Duração: 60 minutos
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379
Capacidade: 491 lugares
Classificação: 10 anos

CANAIS OFICIAIS DE VENDAS:
Pontos de Venda: bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos
Chocolates Brasil Cacau - Niterói - seg - sex 9h às 19h
R. da Conceição, 101 – Centro

PEDRO SÁ MORAES APRESENTA “A PAIXÃO DE BRUTUS” NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, nos dias 1º e 2 de fevereiro (sábado e domingo), o espetáculo A Paixão de Brutus. Nessa adaptação da peça Júlio César, de William Shakespeare (1564-1616), o ator e músico carioca Pedro Sá Moraes se alterna entre 15 personagens e um narrador para colocar em cena uma história que traduz questões perenes da política e da vida em sociedade. A direção é do argentino Norberto Presta.

Peça inglesa do fim do século XVI sobre acontecimentos da Roma do século I a.C., Júlio César é um ensaio sobre conspiração e amizade, inveja e política, superstição e poder. A atualidade dos questionamentos levantados na peça foi o que despertou no artista a necessidade de encená-la.

“O texto me arrebata porque revela muito sobre o nosso mundo – o ódio político, o jogo de cena, a vaidade –, mas não fecha as questões”, diz Pedro. “Não há um grande vilão como em outras peças de Shakespeare, como um Ricardo III ou um Iago (de Othelo). O que existe é um grande espelho, um leque rico de personagens, equivocados, mas fundamentalmente humanos.”

Teatro-canção:
Na adaptação, assinada pelo próprio ator, as ideias, diálogos e ritmos do dramaturgo inglês se desdobram em composições inéditas, inspiradas em fontes diversas, dos cantastori italianos aos cordelistas do Nordeste brasileiro, das composições para teatro de Chico Buarque, Vinícius e Guarnieri à épica de Bertold Brecht.

Pedro entrelaça em uma só partitura a musicalidade dos diálogos e a intencionalidade das canções, num gênero que ele e o diretor Norberto Presta definem como teatro-canção. “A música não está só nas canções, ela é o guia permanente. A voz dos personagens, o ritmo e a intensidade dos diálogos são regidos por um sentido musical. Os movimentos também nascem da música, como uma dança”, explica.

Referências:
Ao se permitir liberdades na adaptação de um texto canônico, o artista lança um olhar contemporâneo sobre o universo shakespeariano. Referências do cinema, como o longa-metragem César deve morrer (2012), dos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, ajudaram Pedro a encontrar o tom do diálogo com a obra – franco e irônico, sem perder a gravidade.

O cenário de Doris Rollemberg, a iluminação de Bernardo Gondim e o figurino, criado coletivamente, são propositadamente minimalistas. “A intenção é deixar espaço para que o público crie suas imagens e seus entendimentos”, diz Pedro. “Num momento que nos impele a simplificações e verdades absolutas, o teatro pode ser um convite à reflexão pessoal genuína – sobre o pessoal e o coletivo, sobre o ontem e o hoje. A Paixão de Brutus quer ser este convite.”



Serviço:
Espetáculo A Paixão de Brutus
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena (Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro - Metrô e VLT: Estação Carioca)
Datas: 1º e 2 de fevereiro (sábado e domingo) 
Horário: 19h
Informações: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Duração: 60 min
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
Capacidade: 176 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Apoio: CAIXA e Governo Federal

Homenagem à Nossa Senhora da Luz em Capela histórica

 
A Praia da Luz vai receber mais uma edição da tradicional Festa de Nossa Senhora da Luz. Os festejos começam na quinta-feira com adoração e celebração, mas a programação completa será no sábado e domingo, quando se estenderá durante quase todos esses dias. A iniciativa tem o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura (SMTC) e da Fundação de Artes, Esporte e Lazer de São Gonçalo (FAESG). O evento tem entrada gratuita e é indicado a todas as idades.

Como ocorre todo ano, a programação da festa começará no dia 30/01, com adoração e celebração às 18h, na Capela da Luz, na praia de mesmo nome. No dia seguinte (31/01), a mesma ação será realizada.

No sábado, a festa começará às 10h com a reinauguração da Associação de Moradores e Pescadores da Ilha de Itaoca, em um café da manhã que será servido a todos. Às 14h terá animação infantil, distribuição de pipoca e algodão doce para a criançada. A Santa Missa será realizada às 16h. A partir das 18h serão oferecidos shows musicais ao público.  

O último dia das celebrações à Nossa Senhora da Luz (2/02) começará com procissão, às 9h. Em seguida a Missa Campal, às 10h. Ao meio-dia será distribuído sopão para o público, formando um grande almoço comunitário. A partir das 14h, os fiéis poderão curtir com shows e ações voltadas para as crianças.

“A celebração à Nossa Senhora da Luz é uma das grandes expressões de fé em nossa cidade e promove confraternização entre as famílias. É uma tradição que não deve nunca se perder”, diz o prefeito de São Gonçalo, José Luiz Nanci.



Curiosidade – Localizada na Ilha de Itaoca, a Praia da Luz é citada em trechos da história da colonização no país. Abriga a histórica Capela de Nossa Senhora da Luz (Capela da Luz), construída em 1647 pelo capitão Francisco Dias da Luz. Com fachada em estilo barroco, o monumento, que fazia parte da antiga Fazenda da Luz, atualmente em ruínas, está entre as capelas mais antigas do país. Uma tela da capela e da fazenda, feita pela escritora inglesa Maria Graham, se encontra no Museu Britânico, em Londres.