quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

A Sala Nelson Pereira dos Santos apresenta a peça "A Confusão"


Nos dias 18 e 19 de janeiro, sábado e domingo, às 20h, vai ter a peça “A Confusão”, da Cia. Arte de Interpretar, na Sala Nelson Pereira dos Santos.

Com seis personagens, o espetáculo conta a história de Dilma – uma esposa ciumenta –, que viaja e pede que a amiga Edna vigie o seu marido Mauro. Ela aceita, mas o que ninguém imaginava era que a empregada Rosinha tinha arrumado um noivo Kaka, completamente desatento. Ele vai à casa de sua noiva e se depara com algumas cenas que o faz pensar coisas que não existem e com isso arruma uma tremenda confusão.

A Cia. Arte de Interpretar promete arrancar da plateia boas gargalhadas. Essa é a proposta da peça – fazer com que as pessoas esqueçam um pouco o cotidiano conturbado e se divirtam. A companhia se enraizou em Niterói com espetáculos infantis, obtendo sucesso em todas as produções. Agora, chegou a vez de divertir os pais com essa produção voltada ao público adulto. A obra é baseada nos textos do saudoso Ankito e quem assina a direção da montagem é o ator e diretor Guga Gallo, que comemora 45 anos de carreira.



SERVIÇO:
“A Confusão”
Cia Arte de Interpretar
Data: 18 e 19 de janeiro – sábado e domingo
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379
CANAIS OFICIAIS DE VENDAS:
Pontos de Venda: bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos
Chocolates Brasil Cacau - Niterói - seg - sex 9h às 19h
R. da Conceição, 101 – Centro

 
 

Livro: "Movimentos sociais: remexendo o caldeirão do beato José Lourenço: procurando evidências por trás das aparências." de Ubirajara Bragança


Livro: "Movimentos sociais: remexendo o caldeirão do beato José Lourenço: procurando evidências por trás das aparências."
Autor: Ubirajara Bragança     
Prefácio: professora doutora Marly Vianna
"Na comunidade do Caldeirão, que o beato Lourenço fundou, todos trabalhavam e repartiram os frutos do trabalho coletivo. Todos eram irmãos, no sentido da irmandade pregada por Cristo. Viviam também plenamente a solidariedade, não só entre eles, mas para com todos os necessitados, o que fez com que durante as terríveis secas da região pudessem alimentar os flagelados que chegavam ao sítio Caldeirão.
Essa igualdade e essa solidariedade despertaram o medo dos poderosos. Estes não podiam permitir que um grupo de trabalhadores pobres demonstrasse que era possível - ali estava o exemplo! - a existência de uma comunidade fraterna e solidária. Isso poderia solapar as bases dos donos da terra, de gado e de gente. Assim como Canudos, o Caldeirão precisava ser destruído".


R$45,00 já com o frete incluso.
Contato: Ubiratan Bragança (Facebook), whatsapp 994356505 ou e-mail: pr.ubirajarabraganca@yahoo.com.br.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

“A Descoberta das Américas”no Teatro Popular Oscar Niemeyer


O Teatro Popular Oscar Niemeyer apresenta, nos dias 18 e 19 de janeiro, às 20h, o espetáculo solo narrativo “A Descoberta das Américas”, um dos maiores sucessos da primeira década do século XXI, que rendeu o Prêmio Shell de melhor ator a Julio Adrião. Em 2005, ano da estreia oficial na cidade do Rio de Janeiro, a peça foi eleita pelo Jornal O GLOBO-RJ uma das 10 melhores peças do ano.
Julio Adrião em uma atuação intensa e despojada narra, em um monólogo recheado de rude ironia, uma outra versão da história, que leva o público a uma inesperada reflexão sobre o período inicial da colonização do Novo Mundo. “A descoberta das Américas me levou a descobrir o Brasil e, mais recentemente, Portugal, abrindo nossas portas para Cabo Verde, Angola e Macau, fazendo agora o caminho de volta das grandes descobertas”, explica Adrião.
A peça fala sobre um Zé ninguém de nome Johan Padan, rústico, esperto e carismático, que escapa da fogueira da inquisição embarcando, em Sevilha, em uma das caravelas de Cristóvão Colombo. No Novo Mundo, o herói sobrevive a naufrágios, testemunha massacres, é preso, escravizado e quase devorado pelos canibais. Com o tempo, aprende a língua dos nativos, os cativa e se safa fazendo “milagres” com alguma técnica e uma boa dose de sorte. Venerado como filho do sol e da lua, catequiza e guia os nativos em uma batalha de libertação contra os espanhóis invasores.


Sobre o espetáculo:

A Descoberta das Américas representou o Brasil no FITEI, Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica e antes disso, brilhou no festival MITO, realizado na cidade de Oeiras, onde arrancou aplausos ininterruptos durante 10 minutos. Da cidade lusitana saiu com outro convite para 2010, o festival MindelAct em Cabo Verde.
Em 2013, com um novo marco, o espetáculo estreou sua VERSÃO EM ESPANHOL no Festival Fiesta de Juglares do Tryo Teatro Banda, em Santiago do Chile. Iniciamos as comemorações desses 10 anos de Jornada em 2016, com o Patrocínio da prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio do edital do Fomento de apoio a cultura, com um belíssimo circuito com 20 apresentações por diversos bairros e espaços culturais e seguimos o ano de comemorações fazendo novas temporadas pelo Rio de Janeiro e Brasil a fora!
O texto de Dario Fo, inspirado em fatos reais narrados pelo navegador e cronista Alvar Nuñes Cabeza de Vaca, revisita de maneira irônica e crítica episódios ocorridos na Flórida do século XVI. Mas a história poderia ser bem daqui, da terra brasileira.


Sobre o artista:

Julio Adrião (1960) é carioca, ator, produtor e diretor teatral. Formado pela CAL em 1987, trabalhou seis anos na Itália, com foco no treinamento físico do ator, nas Cias Teatro Potlach de Fara Sabina, Abraxa Teatro e Qabaloquá, ambas de Roma. De volta ao Brasil em 1994, integrou o trio cômico Cia. do Público até 2002, atuou, produziu e dirigiu espetáculos de teatro. Com diversas participações em curtas e longas no cinema e séries na TV, ganhou o Prêmio Shell/RJ de melhor ator em 2005, com o solo narrativo “A descoberta das Américas”, de Dario Fo. Desde 2007, ministra a oficina Narrativa física solo. No Teatro, trabalhou como ator com os diretores Moacyr Góes, Fábio Junqueira, Lucia Coelho, Mauricio Abud, Isabella Irlandini, Dudú Sandroni, Márcia do Valle, Sidnei Cruz, Alessandra Vannucci e Ivan Sugahara. Como Diretor, dirigiu “Roda saia, gira vida”, (Prêmio Mambembe 1994 – 10 melhores espetáculos), a Ópera “O Elixir do Amor” (UFRJ 1996), o solo “Roliude” 2009), “O casamento de Hermelinda” (2011 – Passo Fundo/RS) e “Blefes excêntricos” (2013). Na TV, participou das Séries, Amazônia, As Brasileiras, Poema Sujo, Dois irmãos e As melhores entrevistas do Pasquim.



Serviço:
Espetáculo “A Descoberta das Américas”
Data: 18 e 19 de janeiro
Horário: 20h
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, sem número
Telefone: 2620-6101
Classificação indicativa: 14 anos
Entrada gratuita - 1kg de alimento não perecível 

Festival de Verão Arte na Rua com grandes atrações em janeiro


No terceiro sábado de janeiro, 18, a partir das 16h, estão programadas três atrações que prometem animar a plateia do Festival de Verão Arte na Rua, na Praia de Piratininga: Experimenta e tal, Filhos de Sinhá e Sambalagandã.
Com uma programação pensada para a estação mais quente do ano, o projeto Arte na Rua preparou uma agenda cultural pra lá de especial para os meses de janeiro, fevereiro e março. As apresentações acontecem sempre aos sábados, a partir das 16h, na Praça Luiz Gomes em Piratininga. Com músicas, bandas e ritmos para todos os gostos, o evento ainda conta com com a presença da Casa do Artesão, das cervejarias artesanais, fomentando a economia criativa e incentivando a geração de renda no município.


Experimenta e tal


Apaixonados por boa música e carentes de fazer um som instrumental sem rótulo, os músicos Almir Sodré (pandeiro), Tiago Souza (bandolim), Lucas Marques (violão 7 cordas) e Hernani Valente (cavaquinho) formaram o grupo "Experimenta e tal". Contando sempre com o auxílio de outros instrumentos, como o trompete, gaita, clarinete e acordeão, a banda mescla o melhor da música brasileira e internacional.


Filhos de Sinhá


Idealizado por Yuri Portella, o grupo Filhos de Sinhá é um samba itinerante. A roda não é composta por músicos fixos, sendo eles convidados a participar a cada edição. O repertório é composto por hits de cantores clássico e atuais no mundo do samba. Como nos velhos tempos, o público é parte da roda, cantando junto com a energia do samba no gogó e na palma da mão.


Sambalagandã




Criado ainda em 2008, o grupo Sambalagandã é formado por músicos que se moldaram nos ritmos do samba e do choro: André Jamaica (voz), Nina Rosa (voz), Fabrício Vinhas (cavaquinho), Lúcio Rodrigues (violão 7 cordas),  Thiago Kobe (percussão), Dizzy (percussão) e Vitor Oliveira (percussão). Com raízes nas tradições populares, como choro e maxixe, e no samba moderno, o Sambalangandã vem também da paixão dos integrantes pela música. Por conta dessa origem, as rodas de samba em que o grupo toca são marcadas pelas homenagens aos mestres da música brasileira e suas obras, mas também pelo embalo criado pelo coro coletivo que canta e bate na palma da mão com alegria e consciência.
A programação segue janeiro com a banda The Rock Zoo Band e as cantoras Ritah Mansur e Claudia Foureaux.


SERVIÇO

Festival de Verão Arte na Rua
Com Experimenta e tal, Filhos de Sinhá e Sambalagandã
Data: 18 de janeiro, sábado
Horário: A partir das 16h
Classificação indicativa: Livre
Local: Praça Luiz Gomes (praça do antigo toboágua)
Endereço: Av. Alm. Tamandaré - Piratininga, Niterói
ENTRADA GRATUITA

Janeiro é o mês das crianças com muitas atrações no Teatro Popular


O Teatro Popular Oscar Niemeyer convida a criançada para uma programação pra lá de especial no fim de semana de 18 e 19 de janeiro. São 4 espetáculos que prometem divertir a petizada com muito teatro, música e contação de histórias. Dando início à programação, Magna Domingues abre o seu "Baú Encantado" para contar histórias de autores negros, no sábado, 18, às 15h. No sábado e domingo, às 16h, Diego Morais apresenta sua lúdica adaptação da vida de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.


No domingo, 19, às 11h, o diretor Breno Sanches traz ao palco Ritinha e Bernardo, duas crianças que viajam de bicicleta pelo mundo da imaginação. O espetáculo volta ao Teatro Popular no domingo, 26, no mesmo horário. Pra fechar o fim de semana, no domingo, 19, às 15h, Juliano Antunes apresenta, inspirado em seis fábulas dos escritores Esopo e Fredo, o espetáculo "O Fabuloso". E para curtir este verdadeiro festival de teatro infantil, basta levar 1kg de alimento não perecível.



Espetáculos



Baú encantado





Baú Encantado é um espetáculo idealizado e realizado por Magna Domingues. Lúdico e visualmente atraente para o público infantil, Baú Encantado é uma contação de histórias negras que foram esquecidas, proibidas ou simplesmente guardadas. Com este projeto, a artista pretende apresentar histórias de livros e histórias orais de autores negros, com a ajuda de um baú e uma violeira.



Luiz e Nazinha - Luiz Gonzaga para Crianças





Vista por mais de 100 mil pessoas, a emocionante adaptação da vida do Rei do Baião entra em cartaz no Teatro Popular. Dirigido por Diego Morais, o espetáculo é um musical infantil e faz parte do projeto "Grandes Músicos para Pequenos". "Luiz e Nazinha - Luiz Gonzaga para Crianças" conta passagens da infância do artista no interior do nordeste e chega até a emocionante história do primeiro amor, digna de cordel. O espetáculo foi indicado em 8 categorias nos maiores prêmios de teatro infantil do Rio de Janeiro e Aline Carrocino foi premiada como Melhor Atriz no Premio CBTIJ de Teatro Infantil 2015.



Quem disse?




Ritinha e Bernardo são duas crianças muito inteligentes e amáveis que, pedalam suas bicicletas, viajam pelo mundo da imaginação. Os meninos se questionam sobre sobre a ideia de família tradicional, sobre os papéis sociais que aprisionam as identidades de gênero e nos convidam a transformar o modo como nos organizamos como sociedade. Dirigido por Breno Sanches (Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil, 2017 e 2018), o espetáculo traz o ator Filipe Codeço e a atriz e idealizadora da peça Ana Luiza França para encantar as crianças e os adultos com a graça e a sensibilidade de uma história super educativa. "Quem disse?" foi selecionado na Chamada Pública de Teatro Infantil da Secretaria Municipal de Cultura / FAN.



O Fabuloso





Inspirado em fábulas da literatura greco-romana, o espetáculo "O Fabuloso" mistura histórias dos escritores Esopo e Fredo, que durante séculos vêm encantando diversas civilizações com sua sabedoria e humor. A trama, dirigida por Eleusa Mancini, é encenada apenas por um ator, Juliano Antunes, que personifica animais, elementos da natureza e objetos. Em linguagem bem-humorada e contemporânea as histórias como "O rato do campo e o rato da cidade", "O corvo e o jarro", "A formiga e a pomba", "O burro e o lobo", "Dois viajantes e o urso" e "A reunião geral dos ratos", ajudam a compreender o comportamento humano, debatendo temas como igualdade, cidadania e fraternidade, ao mesmo tempo em que é criativa, dinâmica e engraçada.




SERVIÇO



Baú encantado
Data: 18 de janeiro, sábado
Horário: 15h
Classificação indicativa: livre
Área externa do Teatro



Luiz e Nazinha - Luiz Gonzaga para Crianças
Datas: 18 e 19 de janeiro, sábado e domingo
Horário: 16h
Classificação indicativa: livre



Quem disse?
Datas: 19 e 26 de janeiro
Horário: Domingos, às 11h
Área externa do Teatro



O Fabuloso
Data: 19 de janeiro, domingo
Horário: 15h
Classificação indicativa: livre



Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Endereço: R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n - Centro, Niterói
Telefone: (21) 2620-6101
ENTRADA GRATUITA - 1kg de alimento não perecível

domingo, 12 de janeiro de 2020

“Luiz Gama: uma voz pela liberdade” entra em cartaz na Sala Nelson Pereira dos Santos



Para marcar os 131 anos da abolição da escravatura no Brasil, a peça “Luiz Gama - Uma voz pela liberdade”, com os atores Deo Garcez e Soraia Arnoni, faz apresentação única em janeiro, na Sala Nelson Pereira dos Santos, para reviver a trajetória do maior abolicionista nacional. O espetáculo acontece na sexta-feita, 17 de janeiro, às 20h.

Luiz Gonzaga Pinto da Gama foi ex-escravo, jornalista, poeta, advogado autodidata e responsável pela libertação de mais de quinhentos escravos do cativeiro ilegal. Primeira voz negra da literatura brasileira, foi considerado oficialmente advogado em 2015, pela OAB, e, em 2019, foi declarado por Lei como patrono da abolição da escravidão e herói da pátria. Apagado pela história e esquecido pela educação, Luiz Gama ressurge de corpo e alma no palco por meio da interpretação potente e marcante dos atores Deo Garcez e Soraia Arnoni.

A biografia dramatizada “Luiz Gama: uma voz pela liberdade” é dirigida por Ricardo Torres e retrata não só a importância de Luiz Gama para o Brasil, mas, também, traz à tona reflexões sobre o preconceito nosso de cada dia. A dramaturgia, idealizada pelo ator e autor Deo Garcez, traz a força de um Brasil que luta contra a desigualdade racial. Soraia Arnoni completa a história do herói brasileiro passeando por diferentes personagens, sendo apresentadora, musa inspiradora e Luísa Mahin, mãe do abolicionista.

“Trazemos um novo formato de espetáculo intitulado: biografia dramatizada. Ele nos permite apresentar Luiz Gama a partir de seus escritos e de personagens que circulam por sua história. Os temas abordados são muito atuais, o que instiga o público a refletir e a propor novas discussões sobre a temática em suas realidades”, afirma o diretor Ricardo Torres.

A concepção da peça se baseia em uma visão histórica da vida do personagem. Nas cenas, Garcez provoca diálogos que evocam a luta contra o racismo e a discriminação presente na sociedade brasileira do século XIX. A cenografia remete a uma ambientação clássica e intimista. Com uma mesa de canto e duas cadeiras antigas, o ator trabalha a dualidade das expressões teatrais; ora está sentado lendo, em momentos de reflexão e ora levanta-se para denunciar as mazelas da sociedade escravocrata. Seu movimento corporal é parte do jogo de revolta e embate envolvendo o advogado e a sociedade. Além disso, o espetáculo traz a mãe de Luiz Gama, encenada por Soraia Arnoni. Ela é múltipla, sendo consciência, mãe e narradora que transcende a cena, levando o público ao mergulho na dramaticidade.

O roteiro foi idealizado a partir da mescla entre a vida e obra de Luiz Gama. Em muitos momentos, Garcez traz poemas e textos do próprio abolicionista, dando mais veracidade a interpretação. Além disso, as cenas formam um constante jogo entre o que foi e o que é: a reflexão sobre a discriminação no passado com a reflexão sobre ela nos dias atuais.

O espetáculo convida o público a repensar nossa historiografia oficial, trazendo uma importante reflexão sobre a necessidade de luta diária pela igualdade de direitos, pela liberdade e justiça para todos, além de refletir sobre nossos preconceitos contemporâneos.



SERVIÇO:
Luiz Gama: uma voz pela liberdade
Data: 17 de janeiro, sexta-feira
Horários: 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Duração: 55 minutos
Classificação indicativa: Livre
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos (Centro Petrobras de Cinema)
Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379

CANAIS OFICIAIS DE VENDAS:
Pontos de Venda: bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos
Chocolates Brasil Cacau - Niterói - seg - sex 9h às 19h
R. da Conceição, 101 – Centro

“BIRO-BIRO E GUERI-GUERI (E a história da Flauta Mágica)” no Museu de Arte Contemporânea de Niterói


De 11 de janeiro a 8 de fevereiro, sempre aos sábados, o MAC Niterói vai receber a peça “Biro-Biro e Gueri-Gueri (e a história da flauta mágica)”, da Vollú Produções. A apresentação acontece no pátio do Museu, com muita interatividade e dinamismo, promovendo a relação com o espaço e com o público. O objetivo é integrar o ambiente urbano ao espetáculo.
O tema contemporâneo e necessário é desenvolvido dentro da dramaturgia original, utilizada como base para os questionamentos virem à tona. Os dois moradores de rua, que convivem com a falta de higiene, possuem uma história para contar e transitam entre os diversos personagens da cidade de Hemelinha, demonstrando que todas as ações possuem um grau de responsabilidade individual.
Mais do que entretenimento, “Biro-Biro e Gueri-Gueri” é uma reflexão sobre os hábitos e costumes da sociedade atual, com foco no desenvolvimento-sustentável, coleta de lixo seletiva e no convívio harmônico entre o ser humano em relação a ele mesmo e ao ambiente que o cerca.
O principal mote é a reflexão em se livrar das sujeiras, tanto no sentido literal – em se catar o lixo, fazer coleta seletiva, prevenção de doenças –, quanto no sentido metafórico – um alerta contra a nocividade da mentira.
A higiene, sendo o ponto de partida da história, deixou de ser nos dias atuais uma preocupação apenas pessoal, para se tornar uma questão pública. Hoje em dia há uma constante preocupação ambiental, onde a sustentabilidade está presente nas escolas, nas empresas e no cotidiano das pessoas. Além disso, o cuidado com a higiene pessoal também precisa ser valorizado, visto a quantidade de doenças sabidas que são transmitidas via sujeira.
Este espetáculo foi selecionado na chamada pública para teatro infantil em novos espaços cênicos da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói – FAN.

Sinopse
Dois moradores de rua, que convivem com a falta de higiene, têm uma história para contar e transitam entre os diversos personagens da cidade de Hemelinha, demonstrando que todas as ações possuem um grau de responsabilidade individual. “Biro-Biro e Gueri-Gueri” é uma reflexão sobre os hábitos e costumes da sociedade atual, com foco no desenvolvimento-sustentável, na coleta de lixo seletiva e no convívio harmônico entre o ser humano em relação a ele mesmo e ao ambiente que o cerca. Com Alexandre Vollú (Biro-Biro) e Marcelo Alvim (Gueri-Gueri).

Serviço
Espetáculo: Biro-Biro e Gueri-Gueri (e a história da flauta mágica)
Elenco: Alexandre Vollú e Marcelo Alvim
Sonorização: Cauane Jéssica
Dias: 11, 18, 25 janeiro – 01 e 08 fevereiro
Horário: 10h
Local: Pátio do Museu de Arte Contemporânea MAC
Mirante da Boa-Viagem sem número
Entrada gratuita

Teatro Popular apresenta o premiado espetáculo "Benedita"


O espetáculo "Benedita", que o Teatro Popular Oscar Niemeyer agendou para a sexta-feira, 17 de janeiro, às 20h, traz o ator Bruno de Sousa interpretando uma misteriosa contadora de histórias. O monólogo, que já circulou por 16 estados e mais de 40 cidades do Brasil, conta com humor e densidade, a vida dessa mulher por meio de peças de roupas que ela carrega em uma trouxa na cabeça. A entrada é gratuita. 
No espetáculo, Benedita conta a historia dessas roupas sujas e de cores vivas - peças que marcaram sua vida centenária. Sua apresentação é um ritual de passagem que passeia entre o trágico e o cômico para a construção de uma personagem genuinamente brasileira. Uma mulher-mito, contadora de histórias, lavadeira-curandeira-bruxa feiticeira, em seu limite de vida. Com uma declarada relação com o misticismo e com o indizível, ela perpassa o curandeirismo e a espiritualidade. Benedita tece destinos através dos casos que conta, relatando uma história arquetípica e mitológica.
 Em seu primeiro projeto solo, o ator e diretor Bruno de Sousa usa a arte para resgatar tradições orais e culturais. Por meio de técnicas de Teatro físico e Contações de Histórias, o artista revela em cena uma personagem tipicamente brasileira, uma mulher amarga que carrega causos, tramas e pessoas da sua vida calejada, e que revela no palco suas dores, preconceitos e sabedorias.
Uma grande homenagem à nossa cultura popular, "Benedita" reúne cerca de 18 prêmios em festivais nacionais e se mantém vivo desde sua estreia em Salvador em 2011. O espetáculo já realizou temporadas na capital baiana e Rio de Janeiro, além de festivais pelo país e participou de projetos importantes no cenário cultural nacional, tais como Palco Giratório SESC 2016 e Prêmio Funarte Myriam Muniz 2014.



SERVIÇO
Benedita
Data: 17 de janeiro, sexta-feira
Horário: 20h
Classificação indicativa: 12 anos
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n - Centro, Niterói
Telefone: (21) 2620-6101
ENTRADA GRATUITA - 1kg de alimento não perecível


Baile de Máscaras da Sinfônica Ambulante dá início ao aquecimento para o carnaval no Teatro Popular Oscar Niemeyer



Dia 17 de janeiro, sexta-feira, às 21h, acontece o Baile de Máscaras da Sinfônica Ambulante, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. 
Formada em março de 2011, a Sinfônica Ambulante surgiu do encontro de amigos músicos. As mais variadas influências dos integrantes tornaram a banda o que ela é hoje: um grupo de arte livre, que ocupa espaços públicos com muita música e diversão. Além disso, o conjunto também ficou famoso pelo seu repertório de releituras, que vai desde o samba de Zé Kéti ao rock do Nirvana e dos Beatles, da brasilidade de Caetano Veloso ao pop do A-Ha. 
Seguindo a marca registrada da Sinfônica, o Baile de Máscaras ocupa o Teatro Popular com sua música e sua alegria, dando início ao aquecimento para o carnaval. Quem abre essa festa é o DJ PinaudPresskit, que comandou os projetos “Barco do Amor” e “Manga Rosa”. Pinaud, além do CD Telephunk, que lançou em 2018, produz o programa de rádio “Pinaud no Ar”, transmitido pela Dublab Brasil e a Rádio Gaivota. Logo em seguida, a banda Sinfônica Ambulante se apresenta trazendo a agitação do carnaval para o palco. 



SERVIÇO:
 Baile de Máscaras da Sinfônica Ambulante
Data: 17 de janeiro, sexta-feira
Hora: 21h
Entrada: Gratuita, a produção do evento pede que seja entregue 1kg de alimento não perecível. As doações serão encaminhadas para o Banco de Alimentos Herbert de Souza.

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/nº - Centro, Niterói

CAIXA CULTURAL RJ RECEBE EM JANEIRO DOIS ESPETÁCULOS TEATRAIS QUE ABORDAM A SAÚDE MENTAL



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta os espetáculos “O Blá Blá Blá” e “Eu Não Sei Como Tudo Começou”, em curtíssima temporada, em dez apresentações de 14 a 25 de janeiro. As apresentações acontecem de terça a sábado, às 19h, com apoio da CAIXA e do Governo Federal.

Os espetáculos alertam para prevenção e cuidados com a saúde mental, assunto tão atual com a dinâmica do dia a dia do mundo moderno, com interpretação da atriz Mirian Panzer.

Em “O Blá Blá Blá”, uma mulher vive intensamente em busca da felicidade, a personagem vive o conflito entre o biológico e social. O espetáculo aborda a busca da felicidade e como conviver em um contexto que tenta padronizar os nossos desejos. Já no espetáculo “Eu Não Sei Como Tudo Começou”, quatro professoras prestam depoimento ao psiquiatra sobre os motivos "sanos" que as enlouqueceram. O espetáculo aborda a relação aluno e professor, a violência vivida dentro de sala de aula e o que isso pode desencadear na vida dos profissionais de educação.

Após as sessões, haverá debates com a participação de profissionais convidados da área da saúde e educação, dentre eles a atriz das peças, também psicóloga, Mirian Panzer. Espera-se criar um espaço de reflexão, ampliando o olhar sobre a questão saúde mental.

Desde suas estreias, respectivamente em 2016 e 2014, os solos teatrais já passaram por São Paulo e Santa Catarina, além do Rio. Mirian Panzer recebeu o prêmio ANCEC 2018 por seu empreendedorismo na arte. José Sisneiros, que dirige as peças, recebeu o prêmio SHELL 2005.

O Blá Blá Blã (divulgação)

Eu nao sei como tudo começou (divulgação)


Serviço:
Espetáculos “O Blá Blá Blá” e “Eu Não Sei Como Tudo Começou”
Duração: 50 minutos
Bate papo: 40 minutos
Curtíssima temporada: De 14 a 25 de janeiro de 2020, terça a sábado
(Terças e quartas – Eu não sei como tudo começou / Quintas, sextas e sábados – O Blá Blá Blá)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena (Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro - Metrô e VLT: Estação Carioca)
Informações: (21) 3980-3815Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Capacidade: 176 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: 14 anosAcesso para pessoas com deficiência
Apoio: 
CAIXA e Governo Federal