sábado, 3 de agosto de 2019

Semana da Juventude em Niterói


A cantora IZA, indicada ao Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, será a grande atração da “Segunda Semana da Juventude”, que reunirá uma série de eventos entre os dias 4 e 12 de agosto. Promovida pela Coordenadoria Municipal da Juventude da Prefeitura de Niterói, a Semana tem como objetivo propiciar aos jovens, com idades entre 15 e 29 anos, atividades que vão desde esportes ao empreendedorismo.


Ao longo da semana haverá oficinas, shows, atividades esportivas e seminários para auxiliar os jovens em temas como testes vocacionais para o mercado de trabalho e oferta de empregos e estágios através do lançamento do Banco de Oportunidades.

Os eventos serão realizados em diversos pontos da cidade, como o auditório da Prefeitura, o Campus da UFF na Praia Vermelha, a Concha Acústica, Escola Alberto Torres, entre outros.

As atividades terão início neste domingo (04), na Rua Henrique Lage, no Fonseca, com o evento Rap School Palmeira, a partir das 10h, com mutirão de grafite, oficinas, espaço kids, performances, danças, DJs e shows.

Atração maior da Semana da Juventude, a cantora IZA se apresenta no sábado (10), na Concha Acústica, em São Domingos. Na ocasião, também sobem ao palco do local o grupo Vou Zuar e Poesia Acústica. Além dos shows, a programação inclui atividades esportivas, culturais e educacionais ligadas às ações e projetos realizados pela Coordenadoria da Juventude, como o ‘Aprova Jovem’ e o ‘Banco de Oportunidades’.

De acordo com o Coordenador de Juventude da Prefeitura de Niterói, Binho Guimarães, a Semana da Juventude é uma iniciativa que busca valorizar a cidadania, oferecendo atividades educacionais, profissionais, culturais, esportivas e de lazer:

“A Semana da Juventude é um momento especial do ano, onde aproveitamos o Dia da Juventude, 12 de agosto, para celebrar as políticas públicas que aplicamos com sucesso durante o nosso trabalho, para reforçar a necessidade de pluralidade nas ações e também os pilares que construímos até aqui com foco em educação, empreendedorismo e empregabilidade, temas que identificamos como prioritários pelo jovem da cidade, além da cultura.”

Binho antecipa, ainda, alguns dos destaques da programação. “Este ano vamos ter uma Semana de maior porte, com um grande show e também com o lançamento do Banco de Oportunidades, um canal de empregos e estágios para o jovem da cidade. Este projeto tem como objetivo beneficiar mais 2 mil pessoas nessa faixa etária em dois anos, ligando o empregador local ao jovem que busca oportunidades no mercado de trabalho. Estamos muito felizes com mais essa conquista e temos certeza de que Niterói seguirá apresentando resultados expressivos com relação às políticas públicas também para os jovens de nossa cidade”.

Confira a programação da Semana da Juventude:

Domingo (04) – Rap School Palmeira, na Rua Henrique Lage, no Fonseca

Segunda (05) - Papo Delas, às 19h, no Auditório da UFF;

Terça-feira (06) - Papo com jovens, no Colégio Alberto Torres, de 9h às 18h;

Terça-feira (06), quarta-feira (07) e quinta-feira (08) - Palestra Inova Jovem, às 19h, no Auditório da sede da prefeitura

Quinta-feira (08) - Papo com jovens do Pré-Vestibular da UFF, às 18h, no Campus Praia Vermelha;

Sexta-feira (09) - Dia dos jovens no Projeto Gerson, na Concha Acústica;

Sábado (10) – Show de Encerramento:  Iza, Poesia Acústica, Vou Zuar, DJ Gelouko, às 19h, na Concha Acústica

Segunda-feira (12) - Lançamento do Banco de Oportunidades, às 19h, no Auditório da Prefeitura de Niterói.


8º ENTREARTES será uma reflexão sobre o equilíbrio na vida e na arte no Museu do Ingá


A oitava edição do ENTREARTES chega ao Museu do Ingá com uma legítima provocação de discutir o papel da tecnologia nas relações humanas da atualidade. Em tempos nos quais se fala em uma sociedade cada vez mais ágil, comunicativa, criativa e com conexões globais instantâneas, a pergunta que se faz é: onde está o EQUILÍBRIO em todas essas relações? E é justamente esse o tema da atual edição, com estreia marcada para o dia 08 de agosto, somente para convidados, e aberta ao público no dia seguinte, 09 de agosto. Nesta edição, o ENTREARTES apresenta as obras das artistas Ana Morche, Ana Schieck, Bia Torres, Lia Berbert, Renata Barreto e Wil Catarina.
A seu modo, os trabalhos de cada uma dessas artistas refletem sobre o resgate necessário do EQUILÍBRIO na busca desenfreada pelo novo. E, nesse sentido, propõem um caminho de volta a sentimentos genuínos, como o respeito à dignidade e o pensar coletivo, inclusivo, justo e em sintonia com a diversidade. Com isso, mais uma vez o ENTREARTES cumpre o seu papel de legitimar a arte como um importante instrumento de reflexão sobre temas da atualidade e desafia o público, através das obras expostas, a pensar no equilíbrio não como uma possibilidade, mas sim como uma necessidade para o bem-estar coletivo.
Sobre as artistas:
 A artista Ana Morche tem um longo caminho percorrido nas artes plásticas, desde a década de 80. De lá para cá investiu em várias técnicas diferentes, tais como a cerâmica de alta temperatura; a escultura; o desenho em crayon, bico de pena, lápis de cor e pastel oleoso; a pintura acrílica e a aquarela. Essa última acabou se tornando sua grande paixão em função das transparências. Formada em Letras pela Universidade Federal Fluminense-UFF, com especialização em Arte-Educação, pela Universidade Salgado de Oliveira, a artista adicionou ainda à sua bagagem acadêmica cursos no Museu de Arte Moderna, sob a orientação do artista Gonçalo Ivo e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Jayme Sampaio. Além disso, aperfeiçoou seus conhecimentos em Teoria da Cor, com José Maria Dias da Cruz. Para a oitava edição do ENTREARTES, num estilo que poderia ser denominado "abstrato sensível", Ana apresentará obras que compõem uma nova série de aquarelas em médios formatos. Os trabalhos têm como traço marcante as cores fortes, enquanto as nuances assumem o papel de coadjuvantes do equilíbrio entre raízes da brasilidade e a presença da natureza.
Com o ingresso no curso de Bacharelado em Artes na UFF, a professora e artista visual, Ana Schieck vivencia um momento ímpar em sua trajetória, a partir da retomada do seu trabalho de cunho individual. Formada em Educação Artística e pós-graduada em História da Arte, Ana dedicou muitos anos de sua vida à docência e agora se debruça em um conjunto de desenhos que explora as formas de um objeto cotidiano e banal, mas que segue um padrão tradicional de ser e fazer: a máquina de costura. No entanto, é com esse símbolo que a artista trabalha o equilíbrio entre o novo e o antigo cujos desenhos refletem o tempo dessa tradição, registrado pela escolha do grafite como material e pela observação e o olhar atento como prática. Nas tramas dessa composição, revertida em massas claras e escuras, a série batizada com o nome de “Costura” demonstra que a partir da Arte é possível estabelecer pontes entre o passado e o futuro.
A despeito do estágio inicial em que se encontra como artista plástica, a deficiente auditiva Bia Câmara Torres revela, através da arte, toda a sua capacidade de se expressar nesse mundo cada vez mais midiático. Apesar de sempre ter desenvolvido atividades manuais no passado, foi recentemente que ela vislumbrou no movimento artístico uma forma de marcar a sua presença no mundo. Ela conta que iniciou as aulas de pintura há um ano e que desde então vem nutrindo essa paixão pelo ofício. “Descobri um dom que quero levar adiante”, conta a artista, advertindo que “esse será apenas o começo”. Sobre o espaço conquistado como artista do ENTREARTES, Bia oferece um relato sincero e preciso. “Para mim e para as demais pessoas com necessidades especiais, esse é um espaço muito importante”, conclui.  Aliás, essa é uma preocupação de todas as edições do ENTREARTES, tornar a inclusão um modus operandi, o que demonstra que a “lição de casa” é para todos. Cores, formas e linhas geométricas compõem os trabalhos de Bia Câmara Torres.  Suas obras exibem um perfeito equilíbrio artístico, transmitindo paz aos olhos de quem vê. Aliás, a temática é intrínseca à personalidade harmônica da artista, que também aborda sentimentos como sintonia e união, que partem do singular para o coletivo.
Lia Berbert tem todo um passado dedicado ao desenvolvimento de sua veia artística. Desde a infância frequentou o centro de arte e cultura do Pathernon, em Niterói, onde refinou suas habilidades, tanto para o desenho quanto para a pintura. Porém, uma alergia às tintas e solventes a afastou temporariamente da atividade, mas a arte nunca saiu de sua vida. Naturalmente, ao completar 18 anos sua opção acadêmica foi para a escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, onde, após cinco anos, conquistou o diploma de programadora visual. Formada, trabalhou como designer e diretora de arte. Recentemente, focou suas atenções em um trabalho mais consistente no segmento das artes visuais. Para isso, Lia utiliza a fotografia, a arte digital, a colagem e a pintura como ferramentas que têm como proposta o desenvolvimento de uma linguagem. Entretanto, como é da sua natureza a experimentação, decidiu em função disso aperfeiçoar a sua arte através de cursos no IED, tendo Toz Vianna como professor, e no Parque Lage com Pedro Varella e Rodrigo Torres. Como herança do design, a artista visual traz um traço marcante na exploração das formas e na utilização de cores vibrantes.
Há 15 anos representando a Barreto Cysneiros – Arquitetos Associados, um dos 20 escritórios mais atuantes de Niterói, a artista plástica Renata Barreto tem em sua arte características herdadas da sua formação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense - UFF. A despeito do brilhante trabalho desenvolvido na Barreto Cysneiros, escritório esse sete vezes premiado pelo Clube de Arquitetura e Design de Niterói – CADN, ela também se destaca no segmento das artes. Ao utilizar o spray e o nanquim em perfeito equilíbrio, Renata tem como preocupação ressaltar na sua arte urbana as composições orgânicas que têm a natureza como fonte de inspiração.
A artista visual Wil Catarina é dona de uma carreira consolidada como Designer Gráfica e Digital. Formada em desenho técnico, produção publicitária e artes, ela teve o trabalho reconhecido com a publicação de sua arte no selo comemorativo do Ano Polar Antártico. O lançamento aconteceu simultaneamente na saudosa Estação Antártica Brasileira, a Comandante Ferraz, e no Senado Federal. Atualmente completando o curso de Artes na UFF, Wil traz para esta mostra suas telas que vão do rigor do geométrico ao desprendimento de pinceladas livres, e vão das cores puras e primárias até as possibilidades de misturas das aquarelas, tais diversidades trazem enfim um equilíbrio visual.
ENTREARTES - O projeto
 Vislumbrando as grandes cidades mundiais onde a cultura se espalha por cada canto, seja dentro dos circuitos tradicionais, galerias alternativas ou nas próprias ruas, o projeto ENTREARTES se lançou em Niterói, em 2017, visando fomentar a arte na cidade. Idealizado pela Equipe Cacau Dias, o projeto traz a união de artistas dos mais diversos segmentos, espalhando talento, beleza e arte fora dos espaços comuns.
“Nossa cidade é um verdadeiro celeiro de artistas. Seja na pintura, música, escultura, literatura, dança, entre outros, sempre tem um niteroiense se destacando e brilhando pelo mundo. Pensando nisso, por que não valorizar nossa “prata da casa”, além de dar uma badalada em Niterói?”, ressaltou a idealizadora Cacau Dias.
O projeto é itinerante e já embarcou em diferentes espaços da nossa cidade. A primeira edição foi realizada em um Galpão na Ponta D'Areia, enquanto na segunda o local escolhido foi o Solar do Jambeiro. Na sua terceira edição, o shopping mais badalado da cidade, o Plaza, também sediou a mostra. Já a quarta ocorreu na reinauguração do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, em homenagem aos 25 anos de Rodrigo Saramago. A quinta teve como sede a Sala de Cultura Leila Diniz, enquanto a sexta edição retornou ao Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, com a “Exposição Eu AMO Niterói”. Na sua sétima edição, pela segunda vez, teve como cenário o fantástico Solar do Jambeiro. Agora no mês de agosto, o 8º ENTREARTES estreia em um dos monumentos arquitetônicos mais icônicos da nossa cidade: o Museu do Ingá.

Serviço:
8º ENTREARTES
Data: 8 de agosto
Período de visitação: 9 a 31 de agosto de 2019
Horário de funcionamento: Terça a sábado de 12h às 17h
Local: Museu do Ingá
Endereço: Rua Pres. Pedreira, 78 - Ingá, Niterói - RJ, 24210-470
Entrada gratuita

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

SALA CARLOS COUTO HOMENAGEIA O CENTENÁRIO DE JACKSON DO PANDEIRO


A Sala Carlos Couto – anexa ao Teatro Municipal de Niterói – vai homenagear, a partir do dia 8 de agosto (abertura neste dia, às 19h) o Rei do Ritmo, cantor, compositor e instrumentista Jackson do Pandeiro, que completaria 100 anos, no dia 31 agosto, com a exposição “100 anos do Ritimista Jackson do Pandeiro”. A mostra, que tem a curadoria de Teca Nicolau, contará um pouco sobre a trajetória de vida e obra deste grande músico, por meio de fotografias e alguns discos de vinil. No dia da abertura, haverá, ainda, show do músico Marcelo Mimoso, no patio do Teatro Municipal de Niterói.
José Gomes Filho, o Jackson do Pandeiro, nasceu em Alagoa Grande, na Paraíba, em 31 de agosto de 1919. Vindo de uma família de artistas populares – a mãe era cantora de pastoril –, sua história reforça a influência da cultura negra na música nordestina. Jackson é considerado um dos maiores ritmistas da história da MPB. Em 54 anos de carreira, foi responsável, ao lado de Luiz Gonzaga, pela popularização nacional de canções nordestinas.
Sobre Jakson do Pandeiro
Em 31 de agosto de 1919, no Engenho Tanques, na zona rural de Alagoa Grande, numa casinha bem humilde, nasceu o menino José Gomes Filho. O seu pai chamava-se José Gomes. Ele era OLEIRO (fazia tijolos artesanais). Sua mãe era CANTADORA DE COCO e cantava nas feiras, da cidade e da região. Seu nome era Flora Maria da Conceição, mais conhecida como Flora Mourão. Desde cedo, o menino José acompanhava a mãe, durante suas apresentações nas feiras.
O sonho dele era ser um artista de cinema. Em suas brincadeiras de criança, o garoto sempre imitava o ator norte-americano JACK PERRIN, que era seu herói dos filmes de faroeste, nos tempos do cinema mudo, que havia chegado na cidade em 1920. Por conta disso, adotou o apelido de JACK para si, mesmo contra a vontade de sua mãe.
Jackson do Pandeiro acompanhava a mãe nas feiras, tocando zabumba. Tinha vontade de aprender sanfona, mas como era muito cara, ganhou um pandeiro. E foi o pandeiro que fez o menino tornar-se o Rei do Ritmo.
A infância de garoto Jack em Alagoa Grande foi dura e de muitas dificuldades. Depois da morte do patriarca, a família Gomes chegou a passar fome. Assim, Jackson, Dona Flora, Severina e João, mudaram-se para Campina, na esperança de uma vida melhor. Foram a pé. Estima-se que a viagem tenha durado 4 dias. Além de Severina e João, Jackson teve um outro irmão, Cícero, nascido já em Campina Grande, fruto de outro casamento de Dona Flora.
Em Campina Grande, Jackson foi engraxate e também ajudante de padeiro. Ele tocou nos cabarés e cassinos da cidade e, nessa época, conheceu Maria da Penha Filgueiras, com quem casou-se em 1938. O casamento não durou muito. Ainda em Campina Grande, adotou o nome de JACK e formou a dupla CAFÉ COM LEITE, ao lado de José Lacerda, irmão de cantor Genival Lacerda. Campina Grande teve grande importância na vida de Jackson do Pandeiro e ele gravou várias músicas em homenagem à Rainha da Borborema.
Chegando em João Pessoa, Jack (como gostava de ser chamado) foi convidado para fazer parte do cast (equipe de músicos) da Rádio Tabajara e ele logo se destacou. Aos vinte e poucos anos, a sua habilidade abriu as portas para o grande sucesso que ele faria no Recife, nos anos seguintes.
Em 1948, Jackson e outros artistas são contratados para tocar na Orquestra Jazz Paraguary, de Recife. Chegando à esta capital, na Rádio Jornal do Commercio, Jackson conhece o locutor-chefe daquela emissora, Ernani Séve. Teria sido ele quem acrescentaria o "son" ao nome "Jack", segundo o próprio Jackson sempre afirmava que foi em Recife que ele assinou o seu primeiro contrato de trabalho, já com o seu novo nome artístico. Lá, o paraibano começaria sua brilhante carreira, no início, como intérprete, cantando samba.
Ao lado de Almira, uma radioatriz e professora, Jackson do Pandeiro formou uma dupla de muito sucesso. Eles fizeram muitos trabalhos, apresentações, shows filmes e também a gravação de vários discos da carreira. Alguns desses discos, traziam a imagem de Almira na capa. Em 1955, Jackson e Almira se casam. A festa de casamento durou 4 dias.
Em 1967, Jackson conheceu a baiana Neuza Flores, com quem viveu os últimos 15 anos da sua vida. Eles também tocaram e cantaram juntos, em vários momentos.
Até seus 35 anos, Jackson ainda era analfabeto. Foi Almira Castilho (sua segunda esposa) quem o alfabetizou. Esse fato foi marcante em sua vida.
Após gravar seu primeiro disco, Jackson foi de navio para o Rio de Janeiro, pois ele tinha medo de viajar de avião. No Rio, ele assinou contrato com a Gravadora Copacabana, onde faria ainda mais sucesso com músicas como "Sebastiana” e "O canto da ema".
Jackson do Pandeiro gravou 137 discos e deixou centenas de músicas gravadas. É admirado por grandes artistas da MPB, como Gilberto Gil, Alceu Valença, Silvério Pessoa, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Lenine, Biliu de Campina, Zé Ramalho e outros. Em 10 de julho de 1982, Jackson do Pandeiro (que era diabético) sofre uma descompensação diabética e morre em Brasília/DF.

SOBRE DE MARCELO MIMOSO
Dono de uma voz marcante e de uma interpretação que emociona, Marcelo Mimoso segue carreira solo fazendo uso do que viveu desde a infância. Seu pai é Fidelis do Acordeon, sanfoneiro paraibano que envolveu o filho na música e na cultura regional nordestina.
Tendo por inspiração Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino e Dominguinhos, entre outros, Marcelo se apresenta no circuito do forró, em festas particulares e em grandes eventos com banda ou no formato do tradicional trio “sanfona, zabumba e triângulo” criado por Gonzagão.
Com extensa experiência como intérprete, já dividiu o palco com grandes nomes do cenário nacional. Com Gilberto Gil, Lenine, Mestre Azulão do Repente e Elba Ramalho, esteve ao lado do homenageado Dominguinhos no 30o Prêmio Shell da Música Popular Brasileira em 2010. Com Fernanda Abreu e Paula Lima homenageou Jackson do Pandeiro na Expo Samba, que aconteceu em 2012 no Arena HSBC em São Paulo. Também foi convidado para participar do Troféu Gonzagão, em Campina Grande, por dois anos consecutivos, homenageando Dominguinhos (2014) e os 3 do Nordeste (2015).
Arrebatou alguns prêmios na carreira: com “Os Cabras” foi vencedor dos prêmios “melhor trio” e “melhor trianguleiro” do Festival Nacional de Itaúnas em 2006, além de ser indicado como melhor vocalista e foi intérprete da música campeã do Festival Nacional de Marchinhas em 2015.
No ano de 2012, estreou como ator no premiado musical de João Falcão, “Gonzagão, A Lenda”, interpretando o Rei do Baião e em 2014 foi indicado ao prêmio Bibi Ferreira na categoria de melhor ator. Na peça, que rodou em turnê o Brasil e chegou à Colômbia no XIV Festival Iberoamericano de Teatro de Bogotá em 2014, Marcelo provou mais uma vez seu talento como cantor. Esteve pela primeira vez na Europa mostrando seu consagrado trabalho no final de 2018.
No momento está em estúdio gravando um trabalho que trará composições inéditas e clássicos do forró.



SERVIÇO
Exposição: “100 anos do Ritimista Jackson do Pandeiro”
Abertura da exposição: 08 de agosto, às 19h, com show do músico Marcelo Mimoso
Período:  de 9 de agosto a 30 de setembro
Horário: terça, das 10h às 14h; de quarta a sexta, das 10h às 18h; e Sábado e Domingo, das 15h às 18h
ENTRADA GRATUITA
Local: Sala Carlos Couto (anexa ao Teatro Municipal de Niterói)
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: 2620-1624

Dona Baratinha em Tempos Modernos no Teatro Municipal de Niterói


Nos dias 10 e 11 de agosto, sábado e domingo, às 16h, o Teatro Municipal de Niterói apresenta a peça teatral infantil “Dona Baratinha em Tempos Modernos”. Uma realização da Lobianco Produções.
Indo na contramão do clássico, nesta versão atualizada, a Dona Baratinha só pensa em trabalhar, pois quer ser famosa e rica! Vive conectada na web buscando novas oportunidades e não guarda seu dinheiro na caixinha, mas sim no banco. Também não usa fita no cabelo, pois acha fora de moda... Enquanto isso, sua mãe – Dona Baratinada – desesperada para casar a filha, teme que ela fique sem par. Tem então uma ideia compatível com a realidade da Baratinha e cria para a filha um perfil em um site de relacionamento sem que ela saiba.
O público vai poder se deliciar com as aventuras e as confusões do casamento da “Dona Baratinha em tempos modernos”. Muita diversão e uma trilha sonora toda cantada ao vivo, baseada nas composições dos tempos modernos, especialmente para esta história, onde o diferencial é atualizar aquilo que se julgava tradicional!



Serviço:
Dona Baratinha em Tempos Modernos 
Local: Teatro Municipal de Niterói
Lotação: 400 lugares
Ingressos: Inteira R$40,00 / Meia R$20,00
Dias: 10 e 11 AGOSTO – Sábado e Domingo
Horário: 16horas
Duração: 50 minutos
PROMOÇÃO: NO DIA DOS PAIS, O PAI ACOMPANHADO POR SEU FILHO
PAGANTE É CONVIDADO.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

+ Chico Buarque no Teatro Popular Oscar Niemeyer


No dia 7 de agosto, quarta-feira, às 19h30, acontece o show “+ Chico Buarque”, apresentado pelo Quarteto do Rio e Pedro Miranda, no Teatro Popular Oscar Niemeyer.
O espetáculo apresenta releituras das canções de Chico Buarque, adicionando características inovadoras, com arranjos sofisticados e elaborados. No repertório, “Homenagem ao Malandro”, “Partido Alto”, “Futuros Amantes”, “Noiva da Cidade” e “Chão de Esmeraldas”. Produzido por Leonardo Conde, a apresentação, unindo tradição e modernidade, celebra a marca que Chico deixou na música brasileira no ano em que o cantor completa 75 anos.
O Quarteto do Rio é um grupo vocal e instrumental que foi criado em 2016 pelos ex-integrantes do Os Cariocas, conjunto tradicional do Rio de Janeiro que manteve carreira de 1924 a 2015. Formado por Leandro freixo (1ª voz e piano), Fábio Luna (2ª voz, bateria e flauta), Neil Teixeira (3ª voz e baixo) e Eloi Vicente (4ª voz e violão), o grupo já lançou cerca de 70 discos. Seus trabalhos mais recentes foram destaques no Prêmio da Música Brasileira: o cd “Nossa Alma Canta”, de 2010, venceu na categoria Melhor Grupo de MPB e o cd “Estamos aí”, de 2014, também foi finalista na premiação.
Além do conjunto, o espetáculo conta com a participação de Pedro Miranda. Começando sua carreira na música ainda nos anos 1990, em meio à revitalização da Lapa, o cantor, com o álbum “Samba Original”, ganhou a categoria Melhor Disco de Samba no Prêmio da Música Brasileira 2017. Miranda integrou o Semente por mais de uma década - grupo que tinha Teresa Cristina como cantora - e, também, o Cordão do Boitatá, de tantos shows e carnavais. É ator do consagrado "Sassaricando - e o Rio Inventou a Marchinha", em cartaz desde 2007, e um dos participantes do grupo musical infantil "Farra dos Brinquedos".  Faz parte do conjunto Samba de Fato, que lançou em 2008 o premiado álbum "O samba Informal de Mauro Duarte". Já gravou em discos com artistas como Gilberto Gil, Roberta Sá, Casuarina, Mário Adnet e Eduardo Gallotti


SERVIÇO:
+ Chico Buarque no Teatro Popular Oscar Niemeyer
Data: 7 de agosto, quarta-feira
Hora: 19h30
Entrada: R$50 a inteira e R$25 a meia
Capacidade: 446 pessoas
Classificação estaria: livre
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Endereço: Rua Jornalistas Rogério Coelho Neto

Lançamento do livro “Café Quente” no Teatro Popular Oscar Niemeyer


No dia 8 de agosto, quinta-feira, das 17h às 21h30, acontece o lançamento do novo livro de Jordão Pablo de Pão, “Café Quente”, no Foyer superior do Teatro Popular Oscar Niemeyer.
Segundo livro do autor, a obra é composta por textos inspirados pela leitura dos livros de Clarisse Lispector, trazendo uma reflexão sobre os desafios do ser humano em existir, em interagir e em escrever literatura.
Na ocasião, o microfone estará aberto para a intervenção dos que estiverem  presentes.


SERVIÇO:
Data: 8 de agosto, quinta-feira
Hora: das 17h às 21h30
Entrada: Franca
Local: Foyer
Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n - Caminho Niemeyer, Niterói

Moraes Moreira e seu filho Davi Moraes apresentam DNA Musical no Municipal



Moraes Moreira e Davi Moraes apresentam o show DNA Musical, no sábado, 03 de agosto, às 20 horas, no Teatro Municipal de Niterói.  
Uma apresentação intimista calcada no violão e na voz de MORAES MOREIRA, e também na guitarra e voz de DAVI MORAES, onde cantam em seus shows um verdadeiro festival de canções que habitam a memória afetiva de todos nós: “Preta Pretinha”, “Meninas do Brasil”, “Forró do ABC”, “Bate Coração”, “Bloco do Prazer” e “Acabou Chorare” – além de declamar poesias e cordéis, ele que é o representante da cadeira 38 da Academia Brasileira de Literatura de Cordel.
Moraes Moreira
Cantor e compositor a do primeiro time da MPB, MORAES MOREIRA apresenta agora suas canções junto a DAVI MORAES, seu filho e guitarrista mais requisitado da Música Popular Brasileira em Moraes Moreira: Música e poesia. 
Começou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João, em Ituaçu (BA), onde nasceu. Na adolescência aprendeu violão e após concluir o científico mudou-se para Salvador. Lá conheceu Tom Zé e também Paulinho Boca de Cantor e Luiz Galvão, com quem formaria mais tarde os Novos Baianos, na companhia de Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Jorginho, Baixinho e Dadi. Deixou os Novos Baianos em 1975 e seguiu carreira solo de extremo sucesso até hoje.
Têm como fortes referências Braguinha, Zé Kéti e Lamartine Babo, entre outros, passou a estudar os ritmos que compunham o carnaval: samba, marcha, marcha-rancho, frevo. É um dos maiores compositores da história do carnaval baiano, considerado por muitos aquele que colocou a voz nos Trios Elétricos que, por muitos anos, foram de cunho instrumental.



SERVIÇO
Moraes Moreira e Davi Moraes – DNA Musical
Data: 03 de agosto, sábado
Horário: 20 horas
Ingresso: R$ 80,00
Duração: 70 min
Classificação etária: Livre
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: 2620-1624

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO RECEBE EVENTO SOBRE O JAPÃO


O Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão, em parceria com a CAIXA Cultural Rio de Janeiro, apresentam de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019, com entrada franca, uma exposição fotográfica que retrata o passado e presente de Tóquio, a megalópole que atrai tantos olhares.

A exposição itinerante TÓQUIO ANTES/DEPOIS é composta por mais de oitenta obras representativas da cidade nos anos 1930 a 1940 em contraste com a década de 2010. Sob curadoria do crítico de fotografia Kotaro Iizawa, a mostra se propõe a aprofundar o interesse do público sobre a cidade e suas diversas faces através de fotografias registradas em épocas e ângulos distintos. Tendo em vista os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, esta é uma oportunidade única para conhecer a história da capital japonesa e vê-la pelas lentes de um renomado grupo de fotógrafos.

Durante os finais de semana, acontece a Mostra de Cinema com abordagem histórica, trazendo obras que representam o antes e depois da sétima arte vinda do Japão. Passeando por gêneros diversos que vão de drama até fantasia, destacam-se o filme de animação Em Busca das Estrelas, dirigido por Makoto Shinkai; e a comédia Thermae Romae, dirigida por Hideki Takeuchi. A mostra tem entrada franca, com distribuição de ingressos uma hora antes de cada sessão, e exibições aos sábados e domingos (dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro).

Esta realização faz parte do MÊS DO JAPÃO, uma série de eventos culturais sob a tutela do Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro durante os meses de agosto e setembro. Outras Informações e mais detalhes sobre os filmes da programação de cinema estão disponíveis no site http://bit.ly/mesdojapao.

Programação da Mostra de Cinema:

10 de agosto (sábado)
15h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)
18h – Crayon Shinchan - Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)

11 de agosto (domingo)
14h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)
17h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 2011, 116 min, DVD, 12 anos)

17 de agosto (sábado)
15h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)
18h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)

18 de agosto (domingo)
14h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)
17h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)

31 de agosto (sábado)
15h – Crayon Shinchan - Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)
18h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 116 min, 2011, DVD, 12 anos)

01 de setembro (domingo)
14h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)
17h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)



Serviço:
Japão Antes/Depois
Entrada Franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro - Metrô e VLT: Estação Carioca
Informações: (21) 3980-3815

Exposição de Fotografias “Tóquio Antes/Depois”
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Data: de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019 (terça-feira a domingo)
Horários: das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre

Mostra de Cinema “Japão Antes/Depois”
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
Datas: dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro (sábados e domingos)
Horários: Consultar programação
Bilheteria: Distribuição de ingressos 1 hora antes de cada sessão
Classificação Indicativa: Consultar programação (Livre - 12 anos)
Capacidade: Cinema 1 - 78 lugares (mais 3 para cadeirantes) / Cinema 2 - 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência

João Donato e Donatinho se apresentam no Teatro Municipal


SINTETIZAMOR é um encontro marcado com cinco décadas de espera.
João Donato e Donatinho se apresentam no Teatro Municipal de Niterói, no dia 02 de agosto. Pai e filho apresentarão show baseado em disco autoral e homônimo, com todas as faixas compostas pela dupla e produção musical e arranjos assinados por Donatinho.
João Donato, o mago dos pianos e um dos maiores e mais interessantes artistas brasileiros de todos os tempos, já tinha 50 anos de vida e muitos de consagração, quando nasceu Donatinho, seu filho caçula, tido hoje como grande referência estética e musical no universo dos sintetizadores, pianos elétricos e instrumentos analógicos vintage. 
Brilhante arranjador, compositor e produtor, o sempre inquieto “Donatão”, apelido carinhoso dos bastidores familiares, promete nunca parar de nos surpreender com sua versatilidade e genialidade e cumpre sua palavra mais uma vez, apresentando com Donatinho este novo show, intitulado SINTETIZAMOR.
Baseado em trabalho inédito, autoral e homônimo, composto inteiramente em parceria com o filho e que tem a produção musical e arranjos assinada por Donatinho, a dupla leva aos palcos dois universos musicais independentes, duas gerações consideravelmente intervaladas, o talento descomunal e o amor pelas teclas como pontos fundamentais desta união tão esperada: ali estão pai e filho e ninguém mais.
No repertório, além das novas canções deste disco inédito, encontram-se releituras de clássicos do João Donato, sucessos de uma carreira tão extensa quanto bem-sucedida, além de músicas do premiado trabalho autoral de estreia de Donatinho, lançados no disco Zambê.
Este é um encontro muito especial e afetivo, que reúne o melhor e mais inusitado da interseção criativa entre esses grandes artistas. Uma oportunidade única para ver em ação a força potencializada e incomparável de dois Donatos juntos.



SERVIÇO
João Donato e Donatinho
Data: 02 de agosto
Horário: 20 horas
Ingresso: R$ 80,00
Duração: 60 min
Classificação etária: Livre
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: 2620-1624

Trenzinho Caipira faz curta temporada no Teatro Municipal de Niterói


Nos dias 3 e 4 agosto, sábado e domingo, o Teatro Municipal de Niterói vai receber o espetáculo infantil Trenzinho Caipira, do grupo Lekolé.
A peça conta a história de duas crianças que decidem ajudar uma estrelinha que caiu do céu no seu caminho até o mar. Passando por várias aventuras, os personagens encontram amiguinhos e um vilão, reforçando valores importantes como amizade, diálogo e coragem.
O texto e as músicas são originais e deram origem a um livrinho e a um cd, com o enredo e a trilha sonora do espetáculo, que foi escrito em homenagem ao compositor Heitor Villa-Lobos, totalmente com música ao vivo.
O Lekolé é um grupo de teatro infantil, cujos fundadores niteroienses são Letícia Poppe (atriz e bailarina) e Kuko Moura (músico, pianista, arranjador, compositor e diretor musical).
Recentemente fizeram apresentações no morro da Urca, no AquaRio e no Reserva Cultural de Niterói.
Além disso, o elenco do espetáculo é todo concebido e interpretado por músicos e atores/cantores/bailarinos da cidade de Niterói, com rica linguagem voltada ao público infantil.



SERVIÇO
Trenzinho Caipira - Teatro Infantil
Datas: 03 e 04 de agosto
Horário: sábado, às 16h; domingo, às 16h e às 18h
Duração: 50 min
Classificação etária: Livre
Ingresso: R$ 40
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: 2620-1624