quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

CENTRO CULTURAL PASCHOAL CARLOS MAGNO apresenta a Exposição | Instalação Cenográfica “Pervertimentos e Outros Gestos para Nada”



“Pervertimentos e Outros Gestos para Nada” é a instalação cenográfica que ficará em exposição no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, no Campo de São Bento, a partir do dia 18 de dezembro de 2019.
Trata-se de uma proposta artística inédita no CCPCM, através de um projeto cênico integrado que articula diferentes formas de expressão artística: artes visuais, teatro, música e performance. Instalar nesse espaço essa fusão de linguagens, alavancada por uma criação cênica, tem como motivação inicial o próprio Paschoal Carlos Magno, que dá nome a este Centro Cultural. Era um homem de teatro; visionário experimentador de possibilidades; incentivador de novos talentos; um transgressor de limites, cuja história se mistura às raízes do moderno teatro brasileiro.
Essa instalação será a ambientação cenográfica do espetáculo/performance teatral de mesmo nome (Pervertimentos e Outros Gestos para Nada), com texto do espanhol José Sanchis Sinisterra, dramaturgo contemporâneo que em 2020 completa 80 anos de vida. A peça, com livre tradução e encenação de Leonardo Simões, é um projeto da produtora niteroiense Ofício Produções em parceria artística com o Núcleo de Ensino e Pesquisa de Artes Cênicas (NEPAC), contemplado em 1º lugar na Chamada Pública para Teatro Adulto em Novos Espaços Cênicos (005/2019), da Secretaria Municipal das Culturas e Fundação de Arte de Niterói.

A abertura da exposição dá início a um work in progress, cuja culminância ocorrerá no mês seguinte, em 21/1/2020, com a estreia do espetáculo teatral. Em cena, teremos Leonardo Simões também como ator, ao lado da atriz Raquel Penner (ambos assinam a concepção desta exposição) e da violoncelista Gabriela Sepúlveda. O violoncelo, mais do que instrumento musical, atuará como um quarto integrante. Com sua sonoridade que se aproxima da voz humana, será uma testemunha pulsante que irá reagir ao ato sacro-profano dos atores.
Como instalação cenográfica, a exposição tem a mesma proposta básica da peça, a partir das provocações dos textos de Sanchis Sinisterra, que assume a homenagem a uma grande referência do Teatro do Absurdo: o dramaturgo Samuel Beckett, autor de Esperando Godot, uma das obras mais revolucionárias do século XX. Sinisterra propõe cenas quase abstratas, com textos descontínuos e muitas vezes cíclicos, que abordam principalmente o paralelo entre as relações humanas e os conceitos diluídos de personagem, autoria, representação e espectador.
Movida pela dramaturgia de Sinisterra, essa instalação cênica coloca um campo aberto de estranhamentos, deslocamentos e dúvidas. Compondo o ambiente fragmentário, que posteriormente será conjugado com a ação cênica, há diversos objetos do cotidiano mesclados a elementos cênicos do acervo do NEPAC, deslocados de seu uso comum. Dentre esses, destacam-se referências diretas a peças do Teatro do Absurdo: cadeiras enferrujadas e frases escritas (As cadeiras e A lição, de Ionesco); sapatos, malas e um velho gravador (Esperando Godot e A última gravação de Krapp, ambas de Samuel Beckett); grades e aramados (Piquenique no Front, de Arrabal). A isso, somam-se outros objetos banais desgastados pelo tempo, que indagam possibilidades e limites; o efêmero e a permanência, num cruzamento de finalidades e finitudes. No entorno da Galeria Quirino Campofiorito, emoldurando esses fragmentos de vida, algumas obras são compostas por tramas de elásticos brancos e fios vermelhos, formando desenhos diversos que exploram a transparência das paredes da sala.
Como partes isoladas ou pela visão do conjunto, a exposição problematiza a impossibilidade da comunicação humana; a existência como uma sucessão de fazeres enquanto se espera algo; o tempo e o espaço em fios cruzados pelo destino ou pelo acaso; a solidão; a finitude e a degradação das relações.


COMPACT:
Pervertimentos e Outros Gestos Para Nada é uma instalação cenográfica inédita, vinculada ao projeto do espetáculo de mesmo nome, sob a direção de Leonardo Simões, que assina com Raquel Penner a concepção da exposição. A exposição é composta por objetos do cotidiano, numa referência a obras do Teatro do Absurdo, além de outros objetos desgastados pelo tempo, que indagam as possibilidades e os limites; o efêmero e a permanência, num cruzamento de finalidades e finitudes.


SERVIÇO:
Pervertimentos e Outros Gestos Para Nada
Instalação cenográfica com concepção de Leonardo Simões e Raquel Penner, dentro do projeto de mesmo nome, contemplado pela Chamada Pública para Teatro Adulto em Novos Espaços Cênicos (005/2019), da Secretaria Municipal de Culturas e Fundação de Arte de Niterói.
Abertura (como work in progress): 18 de dezembro de 2019.
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno - Galeria Quirino Campofiorito.
Rua Lopes Trovão s/nº - Campo de São Bento – Icaraí - Niterói. Tel.: 2610-5748.

Horário de Funcionamento:De segunda a sexta, das 10h às 17h; Sábados, Domingos e Feriados, das 10h às 15h.
Entrada gratuita

Festival Niterói CantaReggae agita a Sala Nelson Pereira dos Santos


A Sala Nelson Pereira dos Santos recebe nesta sexta-feira, 20 de dezembro, às 20h, a primeira edição do festival Niterói CantaReggae, evento que reúne as bandas Mondnego, Unidade Punho Forte e Mario Seixas e A Banda, e tem entrada solidária de 1 Kg de alimentos não perecíveis destinados ao Banco de Alimentos da cidade.

O Reggae, ritmo musical vindo da Jamaica, foi recentemente reconhecido pela ONU como "Patrimônio Imaterial da Humanidade", por fomentar a luta por igualdade social, por pregar o amor entre as pessoas e a união entre os povos. Niterói, cidade referência em investimentos e projetos culturais conta com grandes músicos e consagradas bandas do Reggae, artistas que representam a cidade nos cenários nacional e internacional.

No mês de Julho é comemorado o "International Reggae Day", e no ano de 2019 foi concedido aos músicos e DJ's da cidade, a "Moção de Aplausos" pelos serviços prestados ao "Movimento Reggae Niterói". O Niterói CantaReggae procura reviver a história e memória musical da cidade construída a partir da década de 90, quando bandas do gênero levaram o nome de Niterói para todo Brasil.

Atrações

Banda Mondnego

Mondnego é uma banda de reggae formada em 2008 por Careca Camillo. O cantor já trabalhou com grandes nomes da música, como Marcelo D2, Ziggy Marley, Steel Pulse, Don Carlos e Charlie Brown Jr e já participou do festival “Niterói Reggae Cantareira”. Apresentando apenas músicas autorais, a banda se prepara para lançar seu primeiro CD no segundo semestre de 2019, o “Eu amo Niterói”.

Unidade Punho Forte


O “Unidade Punho Forte”, grupo dedicado à música Reggae, surgiu no ano de 1997, e conta com a seguinte formação: José Rodrigues “Punho Forte”(voz, percussão e composições), Rodrigo Wermelinger (percussão), Felipe Teixeira (teclado), Professor Ulbaldino (teclado), Leonardo Belga (baixo elétrico e voz), Josael Guimarães (guitarra solo e voz), Marcelo Alves (guitarra solo) e Valdir Filho “Dico” (bateria). Foi fundado com a proposta de fazer músicas conscientizadoras, utilizando o Reggae nas suas mais autênticas raízes.

Mario Seixas e A banda


Cantor e compositor, Mario Seixas soma 25 anos de carreira, explorando principalmente o ritmo do reggae. Ao longo desse tempo na estrada, Seixas já se apresentou com o conjunto The Wailers, fundado por Bob Marley, com o músico português Pedro Abrunhosa e com os grupos Cidade Negra e Tribo de Jah. No show, Seixas conta com Cícero Dias (baixo); João Souza (bateria); Marvin Foster (guitarra).

SERVIÇO
Festival Niterói CantaReggae 2019
Data: 20 de dezembro, sexta-feira
Horário: 20h
Ingresso: 1kg de alimento não perecível
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Exposição “O prazer é nosso” do coletivo OPAVIVARÁ! no MAC Niterói


O Museu de Arte Contemporânea de Niterói abre no dia 22 de dezembro, domingo, às 14h, a exposição “O prazer é nosso”, que conta com obras realizadas durante os 15 anos de existência do OPAVIVARÁ!, um dos coletivos de artistas visuais baseados no Rio de Janeiro com mais tempo de existência. Quem assina a curadoria é Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca.

O corpo é o elemento central da mostra e capaz de ativar trabalhos que lidam com os diversos sentidos.

“O MAC Niterói traz com ‘O prazer é nosso’ um pouco da produção desses 15 anos do OPAVIVARÁ. Uma exposição que provoca interação, reflexão e alegria. Uma exposição com a cara do verão.”, comenta Marcelo Velloso, diretor do museu.

No MAC Niterói serão apresentados trabalhos como: ‘Carrossel breique’ - objeto feito a partir da união de diversas cadeiras de escritório com rodinhas, fazendo com que o todo se movimente quando uma pessoa gira uma delas; ‘Cangaço’– cangas com diferentes frases entre o protesto e a poesia. O público pode se utilizar delas e sentar em diversas áreas do museu; ‘Transnômades’ – série de trabalhos exposta na Bienal de São Paulo (2016). A partir do modelo dos carros usados por trabalhadores para coletar objetos nas ruas de diferentes capitais do Brasil, o coletivo propõe uma nova utilização dos mesmos para diversas funções vitais, como dormir, comer e se divertir; entre outros. No pátio do MAC, dois dos trabalhos mais conhecidos do OPAVIVARÁ convidarão o público à interação: em ‘Chuvaverão’ (2014), como o próprio nome indica, chuveiros estarão disponíveis aos visitantes para se refrescarem nos quentes dias de verão; e ‘Remotupy’ (2016), uma canoa adaptada com rodas e motor, que levará o público em uma navegaçãopela grande praça de concreto do museu projetada por Niemeyer.

Na abertura da exposição, dia 22, a partir das 14h, o público será recebido com música e churrasco: ‘Brasa ilha’, trabalho de 2018 é um automóvel modelo Brasília adaptado com forno para assar comida, onde os artistas farão um churrasco para os visitantes que forem ao museu. Para completar, DJs vão embalar os visitantes ao som de suas seleções musicais durante a tarde.

Atualmente, o grupo conta com a participação de Daniel Toledo, Julio Callado – ambos desde o começo de sua trajetória –, Domingos Guimarãens e Ynaiê Dawson. Desde o seu início, o OPAVIVARÁ! se caracteriza pela experimentação coletiva em espaços públicos – primeiramente com ações que envolviam a poesia e, na sequência, realização coletiva de atividades como cozinhar, andar de bicicleta ou tomar banho. Nas suas diversas composições e presenças de diferentes membros, tudo é feito conjuntamente e é defendida uma prática artística em que o grupo fala mais do que a unidade; na verdade, se torna uma nova unidade.

Em claro diálogo com tradições da coletividade artística propostas desde as vanguardas do século XX, o OPA! enfoca sua pesquisa em atos banais cotidianos e essenciais que muitas vezes envolvem a ideia de prazer: banhar-se, comer, ir à praia, pedalar ou fazer música, por exemplo. O público, portanto, é convidado a realizar esses atos e encará-los como uma atividade artística - seja junto a pessoas conhecidas ou a anônimos que estão no mesmo espaço expositivo.

“Acreditamosque essa exposição pode se configurar como uma reflexão para a história dos coletivos de arte no Brasil dos últimos e, mais do que isso, sobre a equação entre lazer, prazer e artes visuais - direção essa que a curadoria do museu tem apontado desde a exposição ‘Riposatevi’, de Lucio Costa, ou ‘Tempo aberto’, de Federico Herrero, recentemente”, explica Raphael Fonseca – um dos curadores. 




Serviço: 
Exposição “O prazer é nosso” do coletivo OPAVIVARÁ!
Curadoria de Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca
Abertura: 22 de dezembro, domingo, às 14h
Exposições: de 23 de dezembro de 2019 a 01 de março de 2020
Local: MAC Niterói – Salão principal e pátio
Endereço: Mirante da Boa Viagem, sem número
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
A bilheteria fecha 15 minutos antes
Ingressos: R$ 10 (inteira). Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia (R$ 5).  Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.

Bumba Meu Mito no Museu Janete Costa de Arte Popular


O Museu Janete Costa de Arte Popular vai apresentar, no dia 21 de dezembro, sábado, às 15h, o espetáculo teatral “Bumba Meu Mito”, do grupo Destroiados.
Com direção de Rogério Magalhães, a peça conta a história do mito da cultura popular brasileira, o Bumba Meu Boi, sob uma nova perspectiva, na qual o ser mitológico grego Minotauro atravessa o tempo até que a história alcance a transformação do mesmo no tradicional Bumba Meu Boi.
A composição plástica e sonora do espetáculo remete à cultura popular brasileira e agrega elementos do teatro antigo como máscaras teatrais para compor o coro grego. A apresentação, encenada por artistas e educadores, reafirma a importância de valorizar e referenciar as raízes da cultura popular brasileira.


SERVIÇO:
Espetáculo “Bumba Meu Mito”
Data: 21 de dezembro, sábado, às 15h
Local: Museu Janete Costa de Arte Popular
Telefone: 2705-3929
Entrada gratuita
Classificação: livre

"As Bruxas de Salém" no Teatro Carequinha


 

Para quem gosta de se manter em contato com o cenário das artes, o Teatro Carequinha vai apresentar, na próxima sexta-feira (20/12), às 19h30, a adaptação do espetáculo “As bruxas de Salém”, de Arthur Miller, em produção da Oficina de Teatro Gabriel Engel. A iniciativa tem o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura (SMTC) e da Fundação de Artes, Esporte e Lazer de São Gonçalo (FAESG). Classificação etária 14 anos.

O texto adaptado, que será apresentado ao público no início do fim de semana que se aproxima, é o trabalho de finalização da Turma 4 da Oficina de Teatro Gabriel Engel, e apresenta no palco uma história inspirada em fatos ocorridos nos julgamentos e nas mortes ocorridas em Salém, no ano de 1692. Naquela época onde a única lei era da Igreja Puritana, que exigia que os pecados fossem purgados através da humilhação pública. 


A produção do espetáculo é assinada pela Oficina de Teatro Gabriel Engel. O Teatro Carequinha fica na Rua Oliveira Botelho, s/nº, Neves, São Gonçalo, anexo à Escola Municipal Ernani Faria. Entradas a R$ 30 (inteira e na hora) e R$ 15 (meia ou antecipada). A apresentação começará às 19h30. Classificação etária 14 anos. Mais informações e ingressos antecipados pelo telefone 21 97573-1161 (WhatsApp).

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Muita música, teatro e dança na programação do Natal em Niterói



O Natal já começou. Parques e praças de toda a cidade, além de algumas de suas principais vias, ganharam uma iluminação super especial para as festas de fim de ano. Uma série de árvores foram montadas pela cidade e, durante todo o mês de dezembro, três palcos terão programação cultural especial: no Horto do Fonseca, no Campo de São Bento e em São Francisco. Apresentações de corais e orquestras dão o tom das comemorações, enquanto espetáculos de dança, teatro e outras intervenções artísticas ajudam a embalar os niteroienses até o dia 22.

Nos últimos dias da programação, sempre a partir das 18h30, em diferentes palcos, o Grupo Vocal Negros e Vozes, o Coral Amantes da Música, o Coral da UFF, o Coro Cênico Canta Mais, a Orquestra de Cordas Niterói String, a Orquestra Jovem da Grota e a Sinfônica Ambulante dividem o palco com as peças "Papai Noel sempre Vem", infantil da Cia Fábulas Teatro de Fantoches", o Auto de Natal "Noite Feliz", da Cia de Teatro Papel Crepon, o Auto da Paz, da Cia Opera Prima Teatral e o "Natal de Todos Nós", da XR produções teatro. Na dança, se apresentam a Cia Arte de dançar, com "Dança das Bonecas", e o Studio Arte dos Pés, com "Quebra Nozes" e a Estúdio de Dança Elizete Mascarenhas.

No Campo de São Bento, o visitante contará com um grande túnel de luz, com cerca de 200 metros de extensão, oito metros de largura e três de altura – o maior do país. Teremos ainda, uma sonorização especial, um presépio no coreto à beira do lago e uma divertida "Fábrica de Brinquedos" – espaço paras as crianças interagirem. São 250 árvores iluminadas, 80 elementos decorativos distribuídos pelo parque, entre bolas, sinos e soldadinhos de chumbo, além de 30 flores de lótus e seis anjos com trombetas iluminados e que flutuam no lago.

A praça do Rádio Amador, em São Francisco, onde uma árvore de natal com 50 metros de altura e 22 de diâmetro foi montada, se transformou na vila do Papai Noel, com um parque temático, mexendo com a imaginação de crianças e adultos. Duendes e muitos presentes gigantes compõem o cenário. A árvore também ganhou 66 elementos luminosos com temas natalinos e 600 metros de neon azul. Complementando a decoração, no alto uma estrela de 12 pontas medindo 3,5 metros de altura.

No horto do Fonseca, a criançada vai poder brincar em um container decorado como uma grande caixa de presente.

Sobre as atrações:

Coral da UFF


Criado em 2007, o Coral da UFF tem como principal objetivo o encontro da Universidade Federal Fluminense com a comunidade externa através da prática de canto coral. Dirigido por Marcio Paes Selles, o Coral da UFF possui 40 integrantes de formações diferentes, médicos, sociólogos, advogados, engenheiros. Muitos já aposentados que resolveram se dedicar parte de seu tempo à música. O conjunto se apresenta com frequência em teatros de Niterói e cidades vizinhas e faz sucesso por onde passa. Algumas das músicas que estarão presentes no repertório são “Viva uma noite de natal”, “The First Noel”, “We wish you a Merry Christmas”, “Sinos de Belém”, Noite de natal” e “Noite Feliz”.

Coral Amantes da Música



O Coral Amantes da Música foi criado ainda em 2010. Composto por cerca de 30 cantores, sob regência do maestro Wagner Leão, o grupo vocal desenvolve um trabalho musical e artístico primado pela qualidade. O repertório do conjunto explora o melhor da MPB, Bossa Nova e gêneros diversificados. Já há nove anos no mundo da música, o Coral Amantes da Música acumula um histórico de apresentações em locais como o Solar do Jambeiro, o Teatro João Caetano, o Centro Cultural da Justiça Federal, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Parque das Ruínas entre outros.

Canta Mais - Scuola di Cultura

Coro Cênico Canta Mais é um conjunto de vozes mistas que conta com 16 integrantes. Composto por atores/cantores que têm o intuito de realizar espetáculos musicais, misturando as linguagens teatral e musical, em novembro de 2019, o coro abriu o show da cantora Zélia Duncan durante a inauguração da árvore de natal de Niterói, em São Francisco. O grupo faz parte da Scuola di Cultura, um espaço que tenta proporcionar atrações, cursos livres, encontros, seminários e workshops de qualidade.

Orquestra de Cordas Niterói String


A Niterói Strings é uma orquestra de cordas formada por Ricardo Vidal, Rafael Almeida, Clariana Mattos e Davi Santos (primeiros violinos); Priscila Vidal, Izabella Cardozo, Sulena Mattos e Leandro Justino (segundos violinos); Taynara Sales e Ricardo Alves (violas); Rodrigo Soares e Luiz Justino (violoncelos); e Carlos Alberto (baixo acústico). O grupo foi criado em 2015 por Ricardo Vidal, Priscila Vidal, Taynara Sales e Rodrigo Soares, jovens da Grota do Surucucu com a vontade de se aperfeiçoar musicalmente.

Orquestra Jovem da Grota



Formada por monitores e alunos em processo de capacitação musical, com nível intermediário e avançado do projeto sócio-cultural da Grota do Surucucu. Desde 2015 sob a regência do maestro Katunga, a OCG JOVEM vem atuando com o propósito de ampliar a participação em escolas públicas e privadas através de concertos didáticos e se destacando em suas apresentações por inovarem seu repertório que variam de clássicos da MPB a músicas de grande destaque no gosto da juventude estudantil.

Sinfônica Ambulante



Formada em Março de 2011, a partir do encontro de amigos músicos das mais variadas influências, a Sinfônica Ambulante sempre quis fazer arte de livre acesso ao ocupar espaços públicos com muita música e diversão. Desde então, o grupo faz jus ao seu nome e leva o seu som para onde a música mandar, seja nos ensaios abertos semanais ou em suas apresentações mensais por praças e parques de Niterói, Rio e interior do Estado. Com releituras musicais próprias, o repertório do grupo faz o público dançar e cantar do início ao fim, com músicas que vão desde o samba de Zé Kéti ao rock do Nirvana e dos Beatles, trilhando caminhos inusitados que saem de músicas de filmes famosos e chegam ao samba rock de Jorge Ben Jor e o funky music de James Brown.

Auto de Natal Noite Feliz - Companhia Papel Crepon

O Auto conta a história do nascimento do Menino Jesus, do ponto de vista dos animais moradores de um estábulo. Com o aparecimento de uma estrela muito brilhante, surgem pastores, reis e anjos, fazendo com que o Boi e o Burro desconfiem de que ali vai acontecer o grande dia. A partir daí começam os preparativos para a chegada do milagre. A história termina com a montagem de um presépio vivo, e a chegada de Maria, José e o Menino Jesus ao som de músicas natalinas cantadas pelo elenco. Com texto e direção de Eduard Roessler, "Noite Feliz" tem no elenco Rosângela Andrade, Gisela Roessler, Arthur Wermelinger, Marco Antônio Campos e Raquel Venerabile.

"Natal de Todos Nós", da Cia XR de Teatro, produções teatro

Nessa produção da Cia XR de Teatro, quando pequenino, Jesus, filho único de Maria, estudioso, bondoso e muito caridoso, dizia que o seu maior sonho era ajudar pessoas, e assim ele fez. Excelente aluno, resolveu fazer faculdade de medicina e se formou com mérito, dedicando-se aos menos favorecidos. Nunca cobrou sequer uma consulta. Fazia doces para custear sua faculdade, e até hoje vive o ofício de doceiro. Jesus é um exemplo de amor ao próximo e todo Natal ele sai pelas ruas distribuindo seus doces e palavras de amor para todos que o procuram. Uma envolvente história para contar o verdadeiro espírito de Natal. O espetáculo tem texto de Cristina Xavier, direção de Wanner Rodrigues e conta no elenco com Cristina Xavier e Geremias Marins.

Auto da Paz, da Cia Opera Prima Teatral

Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a dia do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Com texto e direção de Carrique Vieira, a Cia Opera Prima Teatral narra a história da jovem Maria, que foi escolhida por Deus para ser a mãe do menino Jesus. Um dia, um lindo anjo trouxe uma mensagem a ela, mas José, seu noivo, ficou muito confuso com aquela situação. Deus então enviou o anjo do Senhor para José em um sonho. Com trilha sonora de Marcelle Simeão, no elenco, o Auto da Paz traz Carrique Vieira, Jean Maciel, Karina Viva e Withe Vianna.


PROGRAMAÇÃO

Sábado, 14, às 18h30 - Campo de São Bento

Coral da UFF (música)
Coro Cênico da Scuola di Cultura Canta Mais (música)
DJ José Pantoja (música)
"Dança das Bonecas", da Cia Arte de dançar (dança)
 
Domingo, 15, às 18h30 - Orla de São Francisco

Coral UFF (música)
"Auto de Natal Noite Feliz", da Cia de Teatro Papel Crepon (teatro)
"Quebra Nozes", do Studio Arte dos Pés (dança)

Terça-feira, 17, às 18h30 - Horto do Fonseca

Orquestra Jovem da Grota
Natal de Todos Nós – XR produções teatro

Quarta-feira, 18, às 18h30 - Campo de São Bento

Orquestra não-estruturada de professores Gaylussac
Natal de Todos Nós – XR produções teatro

Quinta-feira, 19, às 18h30 - Orla de São Francisco

Coral Amantes da Música
Orquestra Jovem da Grota
Natal de Todos Nós - XR produções teatro

Sexta-feira, 20, às 18h30 - Horto do Fonseca

Auto da Paz – Opera Prima Teatral
Sinfônica Ambulante



Sábado, 21, às 18h30 - Campo de São Bento

Orquestra de cordas Niterói String
DJ Caju Fonseca
Estúdio de dança Elizete Mascarenhas
 
Domingo, 22, às 18h30 - Orla de São Francisco

Orquestra de cordas Niteró String
Auto da Paz – Opera Prima Teatral
Estúdio de Dança Elizete Mascarenhas

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Duas peças serão apresentadas no Teatro Carequinha no próximo sábado


O Curso de Teatro Carol Araujo vai encerrar o ano em comemoração aos seus 15 anos de atividades, e quem ganha o presente é o público. No próximo sábado (14/12), os alunos da instituição vão apresentar dois espetáculos teatrais no Teatro Carequinha: o primeiro com início às 15h30 e o segundo às 18h30. O espetáculo tem o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura (SMTC) e da Fundação de Artes, Esporte e Lazer de São Gonçalo (FAESG).

Às 15h30, a peça infantil “A Pequena Loja Encantada” vai encher o palco de magia e alegria. Uma adaptação da obra de Leonardo Tonon, o texto retrata uma pequena loja de brinquedos dos tipos convencionais, fora dos padrões eletrônicos e virtuais, cujo dono tem imensa paixão pela loja e seus brinquedos. O roteiro ressalta virtudes humanas como a amizade, o companheirismo, o respeito e o amor. Classificação livre.

Com o fim de “A Pequena Loja Encantada, às 18h30, o espetáculo “Fragmentos Urbanos” vai apresentar ao público uma produção feita através de recortes de cenas, que partiram de pesquisas dos alunos baseando-se em temas do cotidiano ou não. Com um toque de ficção, o espetáculo expõe desde a tragédia até a comédia, e aborda de formas variadas e divertidas situações que fazem parte do contexto social de todos. Classificação 14 anos.

A direção dos dois espetáculos é assinada por Carol Araujo, com preparações vocais de Ana Paes Grilo e corporais de Maria Carol Leguede.

Também atuam os assistentes de direção Claudenir Santos e Diana Almeida; a figurinista Akira Jardim; o cenógrafo Wemerson Peu e designer gráfico Monic Guilhermo.



O Teatro Carequinha fica na Rua Oliveira Botelho, s/nº, Neves, São Gonçalo, anexo à Escola Municipal Ernani Faria. A entradas custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Para garantir o valor da meia entrada (R$ 10) na compra antecipada, basta acessar os links (eventos) abaixo e confirmar presença deixando anotados os nomes completos. Acesse:

https://facebook.com/events/407114296841346/?ti=wa e https://facebook.com/events/2159030560864668/?ti=wa.

ESPETÁCULO “MEU SERIDÓ” FAZ CURTA TEMPORADA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 12 a 22 de dezembro (quinta-feira a domingo), o espetáculo teatral Meu Seridó. Com direção de César Ferrario e dramaturgia de Filipe Miguez, a peça apresenta um olhar poético e divertido sobre a origem e os costumes da região do Seridó, no sertão do Rio Grande do Norte. As apresentações têm patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

“O espetáculo conduz o público em um passeio imaginário e delirante por um lugar arcaico e mítico no sertão potiguar, com um tom nostálgico de arengas e amores”, conta a atriz Titina Medeiros, idealizadora do projeto. “Em uma hora, dez mil anos de uma rica história passam diante dos olhos da plateia nesse conto que aborda a relação do homem com a terra, que neste momento atravessa um grave impasse.”

Com trilha sonora executada ao vivo e boas doses de humor e teatralidade, a peça trata de questões como a condição da mulher no sertão, a extinção do indígena em detrimento do boi e a desertificação. “A nossa narrativa não tem um compromisso histórico”, explica o diretor César Ferrario. “Ela tem seu início através de uma menção ao plano mítico do Seridó, onde o Sol e a Terra disputam o amor de Chuva.”

Para Ferrario, essa é uma fábula muito coerente com as questões que atravessam toda a história de qualquer lugar sertanejo e seu imaginário. “A partir disso, ela transita pela história do Seridó em seus espelhamentos terrenos, desde a chegada do homem andino até a vinda do vaqueiro e do português. O entrelaçamento dessas raças perpassa as histórias que vão sendo contadas ao longo do espetáculo”, completa.

Sobre Meu Seridó:
Meu Seridó nasceu do desejo da atriz Titina Medeiros de falar sobre o seu lugar de origem, a região do Seridó, no sertão do Rio Grande do Norte. Pensado inicialmente como um espetáculo solo, o projeto ganhou maiores proporções com a chegada do dramaturgo Filipe Miguez e do diretor César Ferrario.

Em cena, Titina passou a ter a companhia dos atores Nara Kelly, Igor Fortunato, Caio Padilha – assinando também a trilha sonora – e Marcílio Amorim. A pesquisadora Leusa Araújo conduziu a equipe numa árdua pesquisa histórica, com imersões no próprio Seridó.

Foram oito meses de montagem, com 25 profissionais envolvidos. Parceiro de longa data da atriz, João Marcelino ficou responsável por figurino, cenografia e caracterização. A iluminação é de Ronaldo Costa, e, a produção executiva, de Arlindo Bezerra, da Bobox Produções.

Programação:
A temporada de Meu Seridó no Teatro de Arena da CAIXA Cultural Rio de Janeiro ainda inclui bate-papos, apresentação com tradução em LIBRAS e uma oficina. Na Resenha para a platéia, nos dias 12 e 19 de dezembro (quintas-feiras), o público vai poder conversar com elenco, direção e produção sobre o processo de criação do espetáculo.

No dia 13 de dezembro (sexta-feira), das 16h às 18h, o bate-papo gratuito Prosa com quem escreveu promove um encontro com o autor Filipe Miguez e a pesquisadora Leusa Araújo, que vão falar sobre a pesquisa e o processo de criação da dramaturgia do espetáculo. No mesmo dia, a apresentação da peça contará com intérprete em LIBRAS.

Já a oficina gratuita Estar atento ou o exercício da escuta na construção do ator, com os atores Caio Padilha e Nara Kelly, será realizada no dia 17 de dezembro (terça-feira), das 14h às 18h.  O workshop é voltado para atores e não-atores, maiores de 18 anos. Para participar, os interessados devem mandar um email com carta de intenção e um breve currículo para contatocasadezoe@gmail.com. São 25 vagas.




Serviço:
Espetáculo Meu Seridó
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena (Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro - Metrô e VLT: Estação Carioca)
Datas: de 12 a 22 de dezembro de 2019 (quinta-feira a domingo)
Horário: 19h
Informações: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Duração: 65 minutos
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos
Capacidade: 176 lugares (mais 4 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Bate-papo Resenha para a plateia
Datas: 12 e 19 de dezembro de 2019 (quintas-feiras)
Horário: logo após o espetáculo
Duração: 40 minutos
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos

Encontro Prosa com quem escreveu, com Filipe Miguez e Leusa Araújo
Data: 13 de dezembro de 2019 (sexta-feira)
Horário: das 16h às 18h
Capacidade: 176 lugares
Entrada franca
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos

Oficina Estar atento ou o exercício da escuta na construção do ator, com Caio Padilha e Nara Kelly
Data: 17 de dezembro de 2019 (terça-feira)
Horário: das 14h às 18h
Vagas: 25
Inscrições: gratuitas, pelo e-mail contatocasadezoe@gmail.com
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos

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