terça-feira, 11 de junho de 2019

MUITA MÚSICA E CULTURA POPULAR NO PROJETO ARTE NA RUA

 


Dando continuidade às atividades do Arte na Rua, dia 12 de junho, quarta-feira, Valério Araújo (tributo a Cazuza) se apresenta na praça Leoni Ramos, em São Domingos. Além dele, mais três apresentações estão programadas para essa semana. A primeira, dia 14 de junho, sexta-feira, às 19h, é o show de Maurício Paraxaxar, no trevo de Piratininga. No dia 15 de junho, sábado, das 14h às 22h, os coletivos de arte urbana da cidade vão ocupar a Galeria Urbana, no Centro de Niterói. Por último, no dia 16 de junho, domingo, às 11h, acontece o show “Sr. Palhaço Apresenta”, no Horto do Fonseca.

O projeto, de responsabilidade da Secretaria de Cultura de Niterói/FAN, leva artistas de forma gratuita para se apresentarem em diversos pontos da cidade. A sequência desse ano teve início no dia 7 de junho e terá fim no dia 30, no domingo.
 
Valério Araújo, primeira apresentação da semana, faz um show-homenagem, representando as duas fazes iniciais da carreira de Cazuza no palco. Além disso, o repertório do cantor inclui as músicas de “Exagerado – Tributo a Cazuza” e clássicos que marcaram uma geração. Além de mpb, o Arte na Rua também vem carregado de forró. Maurício Paraxaxar se apresenta ao público trazendo canções originais e obras de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alceu Valença e Zé Ramalho, por exemplo.

A Galeria Urbana, inaugurada no final de 2018, vai ter o seu “1º ocupa”. A programação inclui rap, hip-hop, slam, breakdance, oficina de grafite, shows, comida de rua e feira de artes e artesanatos. O show do dia seguinte, “Sr. Palhaço Apresenta”, é uma mistura de números circenses, como o malabarismo, equilíbrio e palhaçaria, e o trabalho do ator e palhaço carioca Alexandre Hryhorczuk. Com sua “cara de pau” e sua observação do ridículo cotidiano, o show promete ser cômico.

Valério Araújo

A vontade de entrar para o mundo da música só despertou em Valério Damásio de Araújo aos 28 anos. A partir da proposta de um músico que o viu cantando em um karaokê, Valério começou a fazer shows como cover de Cazuza. Ele não era fã do cantor, mas como o tempo, depois que começou a decorar as músicas, foi redescobrindo Cazuza como artista e poeta. Logo, ele se sentiu na responsabilidade de representá-lo e, depois que acabou a faculdade, correu atrás desse sonho.

Decidindo, depois de formado, se dedicar apenas aos shows, Valério passou por muitas dificuldades. Mas, após uma ligação de Sylvinho Blau Blau convidando-o para da festa Ploc’80, conseguiu visibilidade e foi crescendo na carreira. Hoje, Valério já participou, em 2011, do quadro “Os Imitadores” do Domingão do Faustão, de programas do SBT, da Record e de um documentário do Canal Brasil. Em 2013, desfilou no abre alas da G.R.E.S Mocidade Independente de Padre Miguel, representando Cazuza quando o tema da escola foi Rock n’ Rio. Além disso, Valério foi criado do projeto “Os poetas do rock” e hoje viaja pelo país com o show “Um poeta não morre”, representando Cazuza.

Maurício Paraxaxar  



Maurício é cantor, compositor e zabumbeiro. Esse ano ele completa 21 anos de carreira. Seu caminho na música começou em um show de um quarteto liderado por Duani, que, mais tarde, se chamaria “Forróçacana”. A partir daí, ele se apaixonou pelo forró e decidiu se tornar um músico profissional.

Trazendo músicas autorais de seus dois CD’s, “Não te briga de artista” e “Forró por amor”, e clássicos de outros cantores brasileiros, como Luiz Gonzaga e Alceu Valença, seu show promete ser animado.

Galeria Urbana

Contando com aproximadamente 1.4 mil m² de arte urbana a céu aberto, a Galeria Urbana de Niterói está localizada na Rua José Figueiredo, Centro da cidade. O espaço foi inaugurado no final de 2018, dentro do projeto Arte na Rua da Rede Globo, que reuniu música, grafite, oficinas e gastronomia, em parceria firmada com a Prefeitura de Niterói, através da Secretaria Municipal das Culturas/ Fundação de Arte de Niterói (SMC/ FAN).


Sr. Palhaço Apresenta

Alexandre Hryhorczuk é palhaço e ator há mais de 20 anos. Apresentando o circo como elemento de ludicidade e como possibilidade pedagógica, seus shows são como uma aula espetáculo onde o mais importante é se divertir. Hoje, Alexandre trabalha como professor de Circo, na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra, e professor na Escola Sesc de Ensino Médio.


SERVIÇO

Valério Araújo
Data: 12 de junho, quarta-feira
Hora: 19h
Entrada: Gratuita
Local: Praça Leoni Ramos
Endereço: São Domingos, Niterói

Maurício Paraxaxá
Data: 14 de junho, sexta-feira
Hora: 19h
Entrada: Gratuita
Local: Trevo de Piratininga
Endereço: Rua Professor Ernâni Faria Alves

Galeria Urbana
Data: 15 de junho, sábado
Hora: das 14h às 22h
Entrada: Gratuita
Local: Galeria Urbana
Endereço: Rua José Figueiredo – Centro

Sr. Palhaço Apresenta
Data: 16 de junho, domingo
Hora: 11h
Entrada: Gratuita
Local: Horto do Fonseca
Endereço: Alameda São Boaventura, 770 – Fonseca 

MOACYR LUZ NO CLÁSSICOS DO SAMBA NO DIA DOS NAMORADOS



Em mais uma edição do projeto Clássicos do Samba, o cantor e compositor Moacyr Luz volta ao Teatro Municipal de Niterói para lançar o CD "Natureza e fé", álbum de canções inéditas compostas com parceiros recentes como Fagner, Zélia Duncan, Pretinho da Serrinha, Martinho da Vila, Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, dentre outros. Agendado para a quarta-feira, 12 de junho, às 19h, o espetáculo traz as 12 canções do trabalho, que, na visão de Moacyr, resumem sua trajetória musical e celebram os 60 anos que acabou de completar. 


Décimo quarto trabalho do artista, se contabilizados os quatro produzidos à frente do Samba do Trabalhador, o CD "Natureza e fé" foi batizado com o título de sua parceria com Teresa Cristina, que traduz muito do que é o projeto. "Na verdade, eu acho que ele traduz a minha vida, porque a minha música sempre tem um pouco de natureza e muito de fé. Sessenta anos é uma data redonda, que marca um pensamento meu mais liberto de rótulos, de estilo. Por isso pensei em um disco totalmente diferente, com piano, contrabaixo acústico, bateria. Queria ficar mais à vontade, fazer samba sem necessariamente usar surdo, tamborim, não impor esses instrumentos nos arranjos", define Moacyr.



O CD é também o primeiro a não incluir canções com parceiros tradicionais, como Aldir Blanc, Paulo Cesar Pinheiro, Hermínio Bello de Carvalho e Ney Lopes. "São parceiros novos. Martinho da Vila está novamente em um disco meu, porque a gente havia acabado de fazer o samba "Na ginga do amor", que ele gravou comigo no disco. Fagner é coautor em "Periga" e "Samba em Vão" (na segunda, faz dueto com Moacyr). Zélia, que havia gravado Moacyr em seu último projeto, surge em "Gosto" como parceira e intérprete. Com Serjão, seu primeiro parceiro de música, ainda nos anos 70, Moacyr compôs "Jorge da Cavalaria". 



"Tenho várias músicas que falam de São Jorge, não seria diferente no meu disco de 60 anos. Para "Jorge da Cavalaria" chamamos 23 Jorges, que é o número do Santo Guerreiro, para cantar o refrão. Tirando um ou outro Jorge mais famoso, como o meu querido Jorge Aragão, o Jorge Cardoso e o Jorge Perlingeiro, os outros Jorges são pessoas do cotidiano, que entraram no estúdio e cantaram de uma forma que não vou mais esquecer", pontua Moacyr. Já Fred Camacho é o convidado na gravação de "Gostei do Laiálaiá" (Pretinho da Serrinha / Fred Camacho / Moacyr Luz).



Moacyr destaca ainda a importância das presenças de Fernando Merlino, com quem fez seu primeiro show, em 1976, e Carlinhos Sete Cordas, que assumiu os violões de 6 e 7 cordas. "Deixei que ele resolvesse tudo, decidi que ia só cantar. É a primeira vez que eu não toco violão no meu próprio disco. Também tem meu mestre Rildo Hora, que tocou comigo em meu primeiro CD, em 1994, e depois participou de todos os três DVDs que gravei no Samba do Trabalhador. Nesse disco ele toca gaita no "Samba de Obá", com Jorge Aragão", sublinha.



A faixa "Conto de Fadas" entrou quando Moacyr tinha dado o disco como pronto. Foi Diogo Cunha, que organizou o "Rio do Moa" e escreve a biografia de Luiz Carlos da Vila, quem cobrou uma parceria com o sambista no álbum. "Eu fiz esta música há muito anos com o Luiz, sua morte me afetou muito, porque eu convivia com ele diariamente. Eu me lembrei e fui buscar o "Conto de Fadas", que é uma das músicas de que mais gosto". De sua parceria com Hamilton de Holanda, que já rendeu algumas canções falando do Rio de Janeiro, Moacyr incluiu "No Baile do Almeidinha".



"Aprendi com Aldir que as letras não podem ser em vão. Quando você faz uma música coloca uma tatuagem no corpo, ela ficará marcada para sempre. Então, muito cuidado com as coisas, muito respeito à música quando você quiser registra-la em um disco", finaliza o mestre, com sabedoria. 


Moacyr Luz no Clássicos do Samba (Leo Aversa) 



SERVIÇO
Moacyr Luz em Natureza e Fé
Data: 12 de junho
Horário: 19h
Duração: 75 min
Classificação etária: Livre
Ingresso: R$ 30,00
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: 2620-1624

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Livro da Isa Colli sobre alimentação saudável foi "case" do 1° Fórum Internacional de Segurança Alimentar do Pacto de Milão


O projeto pedagógico realizado pela Escola Municipal Leonor Posada, em Marechal Hermes, com base no livro “Luke, O Macaco Atleta”, escrito por Isa Colli, foi mostrado como exemplo de boas práticas para incentivar a alimentação saudável entre as crianças da rede municipal do Rio de Janeiro no 1º Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas Signatárias do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana. A diretora Fátima Netto fez um depoimento para contar como foi o trabalho e como ele influenciou na mudança de hábitos da garotada. O projeto deu tão certo que chegou a ser tema de uma reportagem especial da TV Escola, em março deste ano.   

A escritora, que mora atualmente na Bélgica, veio ao Rio especialmente para participar do encontro, que começou no dia (29) e terminou na sexta (31), no Museu de Arte do Rio (MAR), na Zona Portuária.

“Luke, O Macaco Atleta”, nasceu com o objetivo de debater políticas alimentares seguras, inclusivas e sustentáveis, que envolvam questões como diversidade, respeito à natureza e minimização do desperdício e está cumprindo a sua missão, afirmou Isa.


Isa no Fórum Regional das Cidades Latino-Americanas(divulgação)

Sobre o Fórum

O 1 º encontro do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana na América Latina, organizado pela Prefeitura do Rio, reúne especialistas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO-ONU), da Organização Pan Americana da Saúde (Opas/OMS/ONU) e do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), além de prefeitos e representantes de governos de cidades da América Latina e da Europa. 

Pacto de Milão

Lançado em 2015 na Itália, o Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana (MUFPP) reúne medidas assinadas por mais de 184 cidades em todos os continentes para o desenvolvimento de sistemas alimentares baseados nos princípios da justiça social e da sustentabilidade. O Rio de Janeiro foi a única cidade da América Latina escolhida para apresentar seu projeto de segurança alimentar em fórum, que ocorreu na cidade de Milão, na Itália, em novembro do ano passado. 

Luke, O Macaco Atleta alerta para obesidade infantil de maneira lúdica 

No livro, o macaco Luke mantém hábitos de alimentação saudáveis e pratica atividades físicas diariamente. Ele descobre que os humanos que frequentavam o outro lado da floresta onde vive estavam alimentando os animais com comida gordurosa, deixando-os obesos. Ele decide, então, convencer as pessoas e os bichos a mudarem de vida. De maneira lúdica, a garotada aprende que as comidas gordurosas, frituras, alimentos processados e tantas outras guloseimas devem ser ingeridas com cautela porque podem provocar muitas doenças.


sábado, 8 de junho de 2019

EXPOSIÇÃO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO REÚNE OBRAS DO ACERVO DA CAIXA



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, a partir de 08 de junho (sábado), a exposição permanente Uma coleção carioca, com obras que passaram a integrar o Acervo Artístico da CAIXA com a incorporação do antigo Banco Nacional da Habitação (BNH), em 1986. A mostra reúne 15 pinturas, nove gravuras, uma escultura e um desenho, de diferentes épocas e origens, que revelam a pluralidade dessa coleção nascida na Avenida República do Chile.

As obras selecionadas destacam o legado artístico do BNH e a sua ligação com a cidade do Rio de Janeiro. Uma coleção carioca reúne obras representativas desse acervo, como O menino, de José Pancetti (1902-1958), Marché aux fleurs, de Antônio Bandeira (1922-1967), Ida para Paquetá e Volta de Paquetá, de Nicolau Facchinetti (1824-1900), e A professora de piano, de Reynaldo Fonseca.

Os abstratos geométricos de Julio Plaza (1938-2003) e Omar Rayo (1928-2010), as paisagens de Jenner Augusto (1924-2003) e Tobias Marcier (1948-1982), os relevos craquelados de Frans Krajcberg (1921-2017) são outros destaques. “A principal característica da Coleção BNH é justamente essa variedade de estilos e linguagens, que vem do modo como ela foi formada”, explica Hayana Maduro, gerente em exercício da CAIXA Cultural Rio de Janeiro.

Legado artístico:
A então chamada Pinacoteca do BNH teve início com a inauguração do edifício-sede do banco na Avenida República do Chile, em 1973. Nos anos seguintes, 272 obras de alguns dos principais artistas brasileiros do período – além de outros estrangeiros –, seriam escolhidas para decorar gabinetes e salas de reunião do novo prédio, um marco arquitetônico da capital fluminense. O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, antigo Teatro do BNH, fazia parte desse complexo.

Essa exposição marca um novo momento de valorização do Acervo Artístico da CAIXA, com suas cerca de 1.000 obras e mais de 150 anos de cultura brasileira em pinturas, gravuras, esculturas, fotografias e tapeçarias. Desde a incorporação do antigo BNH, as obras da coleção já foram exibidas nas unidades da CAIXA Cultural em diferentes recortes, além de terem rodado o país em mostras especiais como a Galeria CAIXA Brasil.

Uma coleção carioca (Rafaela Almeida)

Serviço:
Exposição Uma coleção carioca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço:  Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Abertura: 08 de junho (sábado), às 10h
Visitação: exposição permanente
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (21) 3980-3815

Grupo EMCANTAR apresenta Os Saltimbancos no Teatro Municipal de Uberlândia



Férias à vista e a programação cultural em Uberlândia contará com apresentação de Os Saltimbancos com Grupo EMCANTAR no dia 02 de julho (terça-feira) às 20h no Teatro Municipal. 
Divertido e emocionante, o espetáculo é uma das mais expressivas obras de teatro musical dedicada ao público infantil no Brasil. Traduzida e adaptada para o português por Chico Buarque de Hollanda em 1977 da peça teatral de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov, que por sua vez fizeram uma adaptação do conto “Os Músicos de Bremen”, dos irmãos Grimm, a fábula narra as aventuras de quatro bichos que fogem de seus patrões e resolvem formar um conjunto. Nessa aventura, eles passam por apuros, mas também vão conhecer a importância da amizade, da solidariedade e do trabalho em equipe.
Para este clássico, que têm sido sucesso absoluto de público ao longo de décadas, o Grupo EMCANTAR apresenta uma leitura própria, com novos arranjos e interpretações que fazem da montagem um espetáculo educativo repleto de originalidade.
“Lançamos nossa primeira versão de Os Saltimbancos em 2014. De lá para cá, o espetáculo ganhou uma nova roupagem, mais versátil e interativa, e conta também com novo cenário, além do amadurecimento dos artistas que já foram vistos no palco com este musical por mais de 15 mil pessoas”, conta Marco Aurélio Querubim, fundador e diretor do EMCANTAR que neste espetáculo interpreta o Jumento.
Os Saltimbancos com Grupo EMCANTAR no Teatro Municipal de Uberlândia será apresentado por meio do Projeto Boca de Cena, como uma realização da Roda Cultura Produções e Prefeitura de Uberlândia, e com patrocínio das empresas Sicoob Aracoop, Adaptive e Quinta Alto Umuarama. 

Mais sobre Sicoob Aracoop: 
Patrocinador oficial do Grupo EMCANTAR, Sicoob Aracoop é uma cooperativa preocupada com o desenvolvimento local, buscando aliar forças para fortalecer os cooperados e o desenvolvimento da região, utilizando do ideal cooperativista como forma de crescimento para todos. 

Mais sobre Adaptive:
Adaptive é uma empresa de tecnologia que oferece soluções inovadoras que possibilitam a automação dos processos operacionais e de gestão de Postos de Combustíveis e Lojas de Conveniência.

Mais sobre Quinta Alto Umuarama:
É um loteamento aberto e inovador projetado para quem busca qualidade de vida. Com lotes a partir de 250 m², 5.800 m² de área verde e três praças dinâmicas, está localizado no ponto mais alto da cidade. Possui ainda planejamento viário inteligente e monitoramento 24h. 

Os Saltimbancos com Grupo EMCANTAR (divulgação)


Serviço:
Espetáculo: Os Saltimbancos com Grupo EMCANTAR
02/07/2019   -   Terça-feira às 20h   -   Classificação Livre
Teatro Municipal de Uberlândia   -   Av. Rondon Pacheco, 7070
Entrada: R$ 10 (meia-entrada) e R$ 20 (inteira)
Na bilheteria do teatro no dia do evento a partir das 14h.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

“Grande Sertão: Veredas” pela primeira vez em Niterói no Teatro Popular Oscar Niemeyer



Devido à greve geral, que acontecerá no dia 14 de junho, com adesão do setor de transporte, a estreia do espetáculo-instalação "Grande Sertão: Veredas", de Bia Lessa, no Teatro Popular Oscar Niemeyer acontecerá no dia 15 de junho, sábado, às 19h, tendo em vista possíveis dificuldades de deslocamento da equipe, dos artistas e do público em geral.
Aqueles que compraram ingressos para o dia 14 poderão efetuar a troca por uma nova data ou, se preferirem, cancelar a compra com reembolso do valor integral. A bilheteria estará aberta para o atendimento ao público que adquiriu o ingresso neste local, de 11 a 14 de junho (das 13h às 18h), e nos dias do espetáculo (das 15h às 19h30). Quem comprou o ingresso pelo site 'Ingresso Rápido' receberá por e-mail o cancelamento automático da compra e a confirmação do estorno, podendo efetuar a nova compra, conforme disponibilidade. A equipe do Teatro Popular Oscar Niemeyer está disponível para dúvidas e orientações pelo telefone (21) 2620-6101.  
A Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói, apresenta “Grande Sertão: Veredas”. O espetáculo chega a Niterói com estreia marcada para o dia 15 de junho, sexta, às 19h, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. A montagem de Bia Lessa, vencedora de 12 prêmios, com mais de 40 indicações, é baseada em um dos maiores e mais densos clássicos da literatura nacional do século XX, obra prima do autor brasileiro João Guimarães Rosa.
Sucesso de público e de crítica, o espetáculo está em cartaz há 1 ano e meio, tendo passado por 11 cidades (Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Brasília, Fortaleza, Manaus, Santos, Porto Alegre e São Paulo), nos principais teatros brasileiros. Agora, chegou a vez de o público niteroiense receber esta obra de arte. Segundo Luiz Felipe Reis, então jornalista de O Globo, "Dez anos após criar a exposição ‘Grande Sertão: Veredas’, que inaugurou, em 2006, o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, Bia Lessa volta a se encontrar com o clássico de Guimarães Rosa num espetáculo que marca o seu retorno ao fazer teatral — Criação Infinita"
O espetáculo ganhou os mais importantes prêmios de teatro: recentemente, pelo XIII Prêmio APTR, foi vencedor nas categorias de melhor espetáculo, melhor direção, melhor cenografia e melhor ator, sendo o espetáculo com maior indicações e troféus desta edição, dentre os 350 espetáculosapresentados nos palcos cariocas em 2018. Somam-se a estes, os prêmios de melhor direção pelo APCA 2017; melhor direção e melhor ator (Caio Blat) no Prêmio Shell; melhor espetáculo de teatro no Prêmio Bravo! 2018; e melhor espetáculo independente e melhor arquitetura cênica no Prêmio Aplauso Brasil de Teatro.
Caio Blat, Luiza Lemmertz, Luisa Arraes, Fábio Lago, José Maria Rodrigues, Balbino de Paula, Daniel Passi, Elias de Castro, Lucas Oranmian e Clara Lessa compõem o elenco. Para dar vida ao mítico sertão, Bia reuniu nomes como Egberto Gismonti (música), Camila Toledo (concepção espacial, com a colaboração de Paulo Mendes da Rocha), Sylvie Leblanc (figurino) e Fernando Mello da Costa (adereços).
Como afirmou o crítico de teatro Dirceu Alves Jr., em 2017, na Revista Veja SP, “a mão delicada de Bia se reflete em passagens ousadas, como a cena de sexo protagonizada pela atriz Luisa Arraes e por Caio Blat. Por tudo isso, o espetáculo enche os olhos do público. O trunfo da diretora, no entanto, está na condução do elenco. Se Caio Blat beira o sublime na angústia de Riobaldo, os outros nove atores (...) formam um conjunto harmônico e raro de ver em grupos tão numerosos”.
Na época da montagem no CCBB, em 2018, o crítico teatral Gilberto Bartholo afirmou entusiasmado: “Obra-prima!!! É como qualifico o espetáculo ‘Grande Sertão: Veredas’, uma leitura cênica, ou uma ‘instalação cênica’, de um dos melhores livros da literatura brasileira, mundialmente consagrado, de autoria de um gênio, João Guimarães Rosa, idealizada e realizada por uma das nossas grandes encenadoras, Bia Lessa”.
SOBRE O ESPETÁCULO
Bia conhece profundamente o Sertão de Guimarães Rosa. Ela levou o público para dentro da obra na inauguração do Museu da Língua Portuguesa (SP), em 2006. A exposição foi aclamada por onde passou. Com o espetáculo teatral, ela convida a plateia a um mergulho fundo na epopeia narrada pelo jagunço Riobaldo (Caio Blat), que atravessa o sertão para combater seu maior inimigo, Hermógenes (José Maria Rodrigues), fazer um pacto com o diabo e descobrir seu amor por Diadorim (Luiza Lemmertz). Trata-se de uma instalação, visitada e experimentada pelo público, e o espetáculo, encenado na mesma estrutura, em 2 horas e 20 minutos de apresentação ininterruptas, com o elenco em cena permanentemente, em que o público experimenta a dissolução das fronteiras entre início e fim do espetáculo; entre teatro, cinema e artes plásticas; entre literatura e encenação.
“O teatro para mim é sagrado. Me deparei com o Grande Sertão e ele se apoderou de mim mais uma vez. Quando montei a exposição, algumas questões se apresentavam: a principal delas era como utilizar imagens sem que o significado do Sertão de Guimarães ficasse reduzido a um único lugar. A opção na época foi trabalhar apenas com palavras. No teatro, essa questão volta a se impor: 'o sertão está dentro da gente'. Nosso caminho foi realizar um trabalho onde homens, animais e vegetais estabelecessem uma relação de diálogo sem supremacia entre eles. Não estamos exatamente no sertão, mas em um espaço ‘ecológico’ e metafísico onde tudo cabe. Um espaço, uma imagem, que nos possibilita a experiência proposta pelo romance, sem obviamente realizar o romance tal como é – fidelidade absoluta (todas as palavras ditas são de Guimarães Rosa), mas liberdade infinita, visto que é apenas uma das leituras possíveis da riquíssima obra de Guimarães”, afirma Bia Lessa.
A grande estrutura tubular concebida lembra um claustro, uma gaiola. Instalada no palco do Teatro Popular, também é, ao mesmo tempo, cenário de violentas batalhas e de reflexões profundas. Como instalação, poderá ser visitada de sexta a domingo, das 15h às 18h, com entrada franca. 250 bonecos de feltro com tamanho humano, criados pelo aderecista Fernando Mello da Costa, compõem uma imagem permanente: a cena da morte de Diadorim como um presépio. A trilha sonora completa a atmosfera do Grande Sertão: Veredas, composta por três camadas: os ruídos e sons ambientes, a música composta por Egberto Gismonti e a trilha sonora que representa nossa memória emotiva, com músicas que fazem parte de nosso imaginário. Os figurinos de Sylvie Leblanc são uma leitura do sertão, sem regionalizá-lo – são personagens do mundo.

SINOPSE
Bia Lessa propõe a um só tempo uma peça de teatro e uma instalação em sua adaptação do livro “Grande Sertão: Veredas – matriz do moderno romance brasileiro e obra-prima de João Guimarães Rosa. A peça traz para o palco a saga do jagunço Riobaldo que atravessa o sertão para combater seu maior inimigo, Hermógenes, fazer o pacto com o diabo e viver seu amor por Diadorim. O cenário-instalação estará aberto à visitação do público nos dias do espetáculo.
BIA LESSA
Bia Lessa é uma artista multifacetada, cineasta, diretora de teatro e ópera, exposições, ganhadora de vários prêmios. Suas obras são exibidas em vários países, como Alemanha, França e EUA. Criadora do Pavilhão Brasileiro na Expo 2000 em Hannover, Mostra Redescobrimento na Bienal SP, Reabertura do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera Il Trovattore, Pavilhão Humanidades 2012 (Rio + 20), reinauguração dos painéis Guerra e Paz de Candido Portinari na ONU em NY. No cinema, dirigiu os filmes CREDE-MI mostrado em festivais internacionais (Berlim, Biarritz, Nova Iorque, Jerusalem, Brisbane, Minsk, entre outros).
POR SILVIANO SANTIAGO
Para Bia Lessa, só o espetáculo teatral pode expandir a forma inovadora da literatura. Ela não adaptou duas obras clássicas do romance ocidental; levou ao palco os romances Orlando, de Virginia Woolf, e O homem sem qualidades, de Robert Musil, expandindo-os. E agora, quando a nação perde o norte da cidadania e esfarela a vontade dos brasileiros, Bia monta uma escultura (...). No seu interior, encena o monstruoso e genial “Grande sertão: Veredas”, do nosso Guimarães Rosa.
Durante o dia, a escultura do Grande sertão: Veredas repousa como se fosse livro fechado, a espicaçar a curiosidade dos visitantes. À noite, a escultura expande o livro aberto. O leitor silencioso e introspectivo se metamorfoseia em espectador, parcela de um coletivo atento e participante, que se renova.
A gongórica e letal escrita de Rosa ganha o corpo dos atores. Empresta-lhes ação e fala. E a trama romanesca se desenvolve diabolicamente, com movimentos desordenados, afetuosos e anárquicos, qual máquina escultural assinada por Jean Tinguely, um dos fundadores do Novo Realismo. Novo Realismo igual a − diz o famoso manifesto − novas percepções do Real.
“Grande Sertão: Veredas” se expande como espetáculo teatral que libera – qual alegoria rigorosa da nossa contemporaneidade − o modo como os movimentos desenvolvimentistas sem preocupação social e humana não recobrem a nação como um todo. Pelo contrário. O esforço positivo da modernização é localizado, centrado e privilegia. Nas margens, cria enclaves de párias – bairros miseráveis, favelas, prisões, manicômios, etc. − onde violentas forças antagônicas se defrontam e se afirmam pela ferocidade da sobrevivência a qualquer custo, acirrando a irascibilidade do controle e do mando. Viver é perigoso.
Extraordinário em Guimarães Rosa é que, no mais profundo da vida humana miserável e autodestrutiva, na morte, há lugar para o afeto e o amor. Ao compasso de espera, Riobaldo e Diadorim dançam novos e felizes tempos. Piscam a alegria de viver, como vagalumes que a mata libera à noite.
Silviano Santiago

Grande Sertão Veredas no Teatro Popular Oscar Niemeyer (Victor Otsuka)

SERVIÇO
Espetáculo “Grande Sertão: Veredas”
Direção: Bia Lessa
Data: 15 a 30 de junho, sexta a domingo
Horário: 19h
Entrada: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Classificação: 18 anos
Duração: 2h e 20 min.
Plateia: 405 lugares
Palco: 119 lugares
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Endereço: Av. Jornalista Rogério Coelho Neto, s\n,
Caminho Niemeyer – Centro, Niterói
Instalação
Visitação: de sexta a domingo, das 15h às 18h
Entrada gratuita
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer – Palco
Endereço: Av. Jornalista Rogério Coelho Neto, s\n,
Caminho Niemeyer – Centro, Niterói

Créditos fotográficos na foto: primeira foto (crédito: Anelizze Tozzeto) | segunda foto (Victor Otsuka).
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DESAFIO POP BOLA DE FUT 7 SOLIDÁRIO NO COMPLEXO DA ROCINHA


Há quem diga que o futebol brasileiro tropeça nas próprias pernas, que os árbitros enxergam mal e que os jogadores não escutam ninguém. E não é que eles podem ter razão?! Mas quem disse que isto é um problema? Pelo menos não para a galera do Pop Bola. A turma realiza no sábado, 15 de junho, no Complexo da Rocinha, o Desafio Pop Bola de Fut 7 e o projeto tem como principal objetivo: a inclusão. O primeiro dos sete jogos previstos será disputado entre o time da turma mais jocosa da comunicação esportiva contra a seleção da Federação Desportiva de surdos do Rio de Janeiro. O evento começa às 9h da manhã e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude.  
Além do jogo principal, que será transmitido ‘’ao vivo’’ a partir das 15h45min pelos canais do YouTUBE Pop Bola Esporte Clube, o evento terá campeonatos de games, preliminar entre crianças com deficiência e diversas ações sociais e de saúde, como emissão de documentos e vacinação. Uma delas será encabeçada pelo Núcleo Estadual de Atendimento ao Deficiente, que realizará cadastros e encaminhamento para emprego exclusivo para pessoas com deficiência. A Fundação Leão XIII também estará presente e possibilitará a retirada de documentos com isenção de taxas. Tudo, é claro, com muita música e bom humor.


O Desafio Pop Bola, ainda, vai arrecadar leite em pó e achocolatado para crianças e idosos das instituições atendidas pelo Rio Solidário. A campanha inverno Solidário se propõe não apenas a aquecer, mas também a alimentar milhares de pessoas em situação de risco e vulnerabilidade social. Parafraseando uma frase que já virou slogan no meio dos boleiros: não é só futebol. Não é mesmo! Mais informações: desafiopopbola@gmail.com ou pelas redes sociais do Pop Bola.

terça-feira, 4 de junho de 2019

CHÁ COM ARTE EXPOSIÇÃO ANTÔNIO MACHADO NO BISTRÔ MAC

Nesta quinta-feira,06 de Junho acontece o Chá com Arte no Bistrô. Um momento para relaxar, colocar a conversa em dia e acompanhar a exposição do pintor Antônio Machado.

Sobre Antônio Machado
Artista plástico desde os anos 70: 26 prêmios em salões de pintura, Moção de Congratulações pelos serviços prestados à cultura concedida pela Câmara Municipal de Niterói. Curadoria de 8 eventos culturais. Seus quadros estão em acervos públicos e particulares no Brasil e no exterior. Escreveu por um ano para o Jornal Atelier. Produziu DVD’s didáticos sobre cor, desenho e pintura adotados em escolas públicas e particulares. Participou do premiado filme “As artes que vêm do mar” de Flávio Cândido e do programa de televisão “Canta Conto” na TVE com Bia Bedran. Palestras em museus e centros culturais de Niterói, nos congressos nacionais de terapia expressiva na Universidade Federal Fluminense nos anos de 2011, 2013, 2014 e na UniLasalle em 2015. Principais exposições de um total de 113:

* Casa de Oliveira Vianna – 1984 –(individual)

* Centro cultural Paschoal C. Magno – 1986 – (individual)

* Galeria de Arte da Universidade Federal de Uberlândia – MG – 1987–(Coletiva)

* Espaço cultural Petrobras – Rio de Janeiro–1988–(individual)

* Galeria New Art –Brasília-DF –1989–(individual)

* Museu de Arte Contemporânea de Niterói – 2002 – (coletiva)

* Museu Antonio Parreiras – Niterói – 2005 – (individual)

* Centro cultural Paschoal C. Magno – 2010 – (individual)

* Museu do Ingá – 2015 – (individual).

* 10 obras em exposição permanente no Espaço Micha na Avenida Diogo Leite, nº 158, Santa Marinha, Vila nova de Gaia, Portugal

* Galerie d'Art Contemporain – Toulouse, France – 2017 – (Coletiva)

* Galeria GS – Porto, Portugal – 2017 – (Coletiva)

* Museu do Ingá – Exposição Terras Fluminenses – Uma obra pertencente ao acervo do Museu Antônio Parreiras – 2018 – (Coletiva)

* Casa Verde Kafubah – 2019 (individual)


SERVIÇO
CHÁ COM ARTE EXPOSIÇÃO ANTÔNIO MACHADO
BISTRÔ MAC 
DIA: 06/06
HORÁRIO: 16H30
VALOR: R$ 48,00