terça-feira, 5 de abril de 2016

Espetáculo infantil "As Princesas e os Super-Heróis" no Teatro Municipal Maria Clara Machado na Gávea

O espetáculo infantil "As Princesas e os Super-Heróis" estreou em 2015 fazendo apresentações em várias cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.  Iniciando 2016 fará sua estreia na cidade do Rio de Janeiro no Teatro Maria Clara Machado no dia 09 de abril e cumprirá temporada até 01 de maio, aos sábados e domingos, às 16 horas.
A Princesa Zuleika arquiteta um terrível plano que pode acabar de vez com a magia das histórias infantis.  Zuleika é uma princesa que nunca teve um reino, um castelo, nem um príncipe, também não possui nenhum dom especial, nem beleza e nem sequer conheceu seu final feliz.  Sua história nunca terminou de ser escrita e isso fez dela uma pessoa triste e vingativa.  Disposta a ocupar o lugar de alguma princesa famosa que tenha tudo aquilo que ela nunca teve, começa a colocar seu plano em ação, convencendo um grupo de Super-Heróis a tornarem-se seus aliados...
Em cena Batman, Lanterna Verde e Homem Aranha se aventuram nas histórias da Cinderela, da Branca de Neve, da Ariel e da Rainha Elsa. Será que Zuleika conseguirá acabar com os finais felizes das princesas?



"As Princesas e os Super-Heróis" (divulgação)

SERVIÇO:
Espetáculo "As Princesas e os Super-Heróis"
Local: TEATRO MUNICIPAL MARIA CLARA MACHADO
Endereço: Rua Padre Leonel  Franca,  240 - Gávea
Telefone:2274-7722
Capacidade: 117 pessoas
Temporada: De 09 de abril a 01 de maio de 2016

Dias/horário: Sábados e domingo às 16 horas

Ingresso: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia)

Duração: 60 minutos

Classificação etária:LIVRE

“Bill Plyminpton - O Rei da Animação Independete” na Caixa Cultural do Rio de Janeiro e em São Paulo


A CAIXA Cultural apresenta a mostra Bill Plympton - O Rei da Animação Independente, trazendo, pela primeira vez ao Brasil, uma retrospectiva completa do animador. Entre curtas e longas metragens, serão exibidos ao todo 45 filmes, sendo sete longas-metragens e 38 curtas. No Rio de Janeiro as exibições são de 12 a 24 de abril de 2016, na CAIXA Cultural RJ, e em São Paulo, a mostra acontece de 14 a 20 de abril de 2016, no CAIXA Belas Artes.
Bill Plympton é considerado pela crítica especializada e pelo mercado cinematográfico o rei da animação indie. Ele negou contratos milionários com a Disney e concorreu ao Oscar duas vezes com seus trabalhos autorais. A Mostra Bill Plympton - O Rei Da Animação Independente é uma produção da Boulevard Filmes, com curadoria do diretor e animador brasileiro Marcelo Marão e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal. O evento acontece em um momento importante da valorização do autor de animação no Brasil.
“Dois meses após a primeira indicação de um longa de animação brasileiro ao Oscar – um longa realizado com estilo próprio e sem se submeter à estética industrial ou comercial – teremos a maior retrospectiva já apresentada no país de um norte-americano que é a essência da resistência independente da animação mundial. O mote de convergência é a própria voz, o próprio traço, as próprias ideias, tão originais quanto excêntricas e ousadas”, declara o curador Marão. “Quando vi as animações de Bill Plympton pela primeira vez em uma sessão do Anima Mundi há vinte anos, fiquei pasmo. Eu não sabia que aquilo era permitido! Era diferente de tudo que eu já havia visto! É uma alavanca para qualquer aspirante ou profissional de animação. E é exorbitantemente pândego, excepcionalmente hilariante para o grande público. Quanto mais as pessoas veem filmes do Plympton, mais filmes dele querem assistir! Não vou me surpreender se – após esta mostra – o próximo longa-metragem do Bill conseguir pela primeira vez na história, distribuição nos cinemas brasileiros”, afirma.
Como parte da programação, serão realizados debates sobre animação e uma Master Class com Bill Plympton, no Rio de Janeiro e outra em São Paulo.  A proposta é promover o contato do público não apenas com os filmes exibidos, mas, também, com as questões que envolvem a animação e a obra do animador. Em São Paulo, a Master Class acontece no dia 15 de abril (sexta-feira), às 18h30, no CAIXA Belas Artes, e no Rio será no domingo (17), também às 18h30, na CAIXA Cultural.
O debate Produção De Animação Autoral acontece em São Paulo, na quinta-feira (14) com a participação de animadores como Rosana Urbes, Fábio Yamaji, Thomas Larson e César Cabral. No Rio de Janeiro, o debate será na quinta-feira (21) com a presença dos animadores Zé Brandão, David Mussel, Sandro Menezes, e será mediado pelo jornalista Rodrigo Fonseca. Nas duas cidades, o curador da Mostra, Marão, estará presente nas mesas.
Os debates e as Master Classes são gratuitos e as inscrições podem ser feitas através do site da mostrawww.mostrabillplympton.com.br




Serviço:
Bill Plympton - O Rei da Animação Independente
Rio De Janeiro

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Data: 12 a 24 de abril de 2016
Horário: Consultar programação
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 25,
Centro – Rio de Janeiro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingresso: R$ 4/ R$ 2 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Classificação Indicativa: consulte a programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

São Paulo
Local: CAIXA BELAS ARTES
Data: 14 a 20 de abril de 2016
Horário: Consultar programação
Endereço: Rua Da Consolação, 2423 - Consolação - São Paulo/SP
Telefone: (11) 2894-5781
Funcionamento: de segunda a domingo, das 14h às 23h30
Ingresso: R$ 10/ R$ 5 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Passaporte para todas as sessões da mostra: R$30,00.
Classificação Indicativa: consulte a programação
Acesso para pessoas com deficiência


sábado, 2 de abril de 2016

Dona Carola, A Peça no próximo domingo até 8 de maio no Teatro Operon na Ilha do Governador

O grupo "Os Carolas" apresenta pela primeira vez no Rio de Janeiro a peça “Dona Carola”. A peça do dramaturgo, compositor de samba-enredo e analista de carnaval Aloisio Villar, conta a história de um jovem que divide apartamento com amigo e tem sua vida transformada com a chegada da mãe.
O grupo é formado por artistas da Ilha do Governador e marcará a reabertura do tradicional "Teatro Operon" transformando-se em uma retomada do cenário cultural da Ilha do Governador. O bairro sofreu nos últimos anos com falta de espaços culturais e perdas como o fechamento da "Casa da Tia Elbe" e fica nessa reabertura a esperança de dias melhores para a cultura da Ilha.
Sobre a ideia da obra, Aloisio explica: “Escrevi em 2014 e a peça vem sendo encenada desde então por vários grupos de teatro do Brasil e até exterior. Mas essas apresentações são especiais por serem na Ilha, reabrindo um lugar tão importante como o Operon e encenada por um grupo que vi nascer e tem um talento extraordinário.". O autor finaliza dizendo que considera "Dona Carola" uma peça "anárquica, debochada e politicamente incorreta como a vida às vezes precisa ser".
A peça terá sua estreia no domingo, dia 10 de abril, às 19h, no Teatro Operon, na Ilha do Governador, ficando em cartaz no local todos os domingos até dia 8 de maio (dia das mães) e depois viajará por outros teatros do Rio de Janeiro. A entrada custará R$ 20,00. A classificação é 16 anos.



Serviço:
Peça: Dona Carola com a cia de teatro "Os Carolas"
Local: Teatro Operon
Dias: Domingos, de 10 de abril a 8 de maio
Horário: 19 horas
Endereço: Rua Sargento João Lopes 315, Jardim Carioca, Ilha do Governador.
Ingresso: 20 reais
Classificação: 16 anos


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Juca de Oliveira em Rei Lear de William Shakespeare no Teatro Municipal de Uberlândia

Oitenta anos de vida, dos quais quase sessenta dedicados às artes cênicas no Brasil. Tanta dedicação e talento não poderiam ser coroados senão com a interpretação de uma obra-prima de outro grande artista, quiçá o maior de todos os tempos quando o assunto é literatura inglesa.
Nesse sentido é que ‘Rei Lear’ de William Shakespearefoi o texto escolhido por Juca de Oliveira – assim como outrora por Paulo Autran, Sérgio Brito e Raul Cortez - para celebrar o que, para muitos, é o auge de sua carreira.
“Juca é hoje um dos maiores atores do Brasil e está celebrando uma vida inteira dedicada ao teatro com a interpretação de uma obra universal, comovente e atual, em especial, neste momento vivido pelo Brasil”, comenta Carlos Guimarães Coelho, produtor responsável pela chegada da peça ao Teatro Municipal de Uberlândia.
‘Rei Lear’traz à tona temas atemporais como poder, sanidade, velhice, lealdade, cobiça e ingratidão filial, e a adaptação do roteirista mineiro, Geraldo Carneiro – o qual Juca considera “nosso mais inspirado poeta e tradutor de Shakespeare” -, recorta momentos centrais da tragédia em que Lear divide seu reino entre as três filhas. 
“Há reduções e supressões que podem provocar alguma estranheza a um especialista. Mas em contrapartida, talvez tenhamos o personagem mais próximo de nós, em geral avassalados por sua grandeza. Aqui, Lear é sujeito e narrador de sua própria história. E vemos que o que parecia monstruoso na violência de seu tempo é cada vez mais parecido com os monstros da sociedade contemporânea”, analisa o próprio intérprete do texto que tem uma segura direção do competente, Elias Andreato.
Nesta, que é a primeira versão solo da história deste texto, Juca de Oliveira ainda surpreende o público interpretando seis personagens.
“O sonho de todo e qualquer ator, em qualquer parte da Terra, é fazer Shakespeare. Ele é o maior dramaturgo de todos os tempos, desceu profundamente no subterrâneo da alma humana, e é absolutamente atual. Este foi o maior desafio de toda a minha carreira, ninguém havia feito um espetáculo solo de ‘King Lear’”, disse o ator em entrevista.



Serviço:
O quê: Juca de Oliveira em Rei Lear de William Shakespeare
Quando: Sexta (08/04) e sábado (09/04) às 20h30; e domingo (10/04) às 19h30
Onde: Teatro Municipal de Uberlândia – Av. Rondon Pacheco, 7070 – Uberlândia – (34) 3235-1568
Ingressos em:
• Salão La Torre (Center Shopping)
• Provanza (Uberlândia Shopping)
Preços:R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada)
Aceita-se cartões!

segunda-feira, 28 de março de 2016

Reedição revisada e ampliada do livro “Rio de Janeiro: Centro Histórico Colonial - 1567-2015” será lançada nesta quarta

Lançada pela primeira vez em 1998, quando teve os seus 3 mil exemplares esgotados rapidamente, a obra de referência “Rio de Janeiro: Centro Histórico Colonial - 1567-2015”, de Nireu Cavalcanti, ganha uma edição revisada e ampliada. Na próxima quarta-feira, a partir das 17h, na Livraria da Travessa (Rua Sete de Setembro, 54, Centro do Rio), a Andrea Jakobsson Estúdio Editorial fará o lançamento da segunda edição, que terá tiragem de mil exemplares, ao preço de R$ 90 cada um.


Entre as diferenças para a obra original estão a inclusão de logradouros e a atualização das fotos das edificações remanescentes e do mapa. De acordo com o autor, o mapa contendo a área urbana em 1808, quando a cidade recebeu a Corte portuguesa, está superposto a uma foto aérea atualizada, que inclui todas as transformações havidas até o ano passado.


“O livro resulta de anos de pesquisa sobre a cidade, para a tese de doutorado sobre o Rio de Janeiro setecentista. Fiz fichas dos logradouros com todos os nomes que surgiam em documentos primários e em livros sobre o Rio. Percebi a necessidade para os estudiosos da cidade de um livro tipo dicionário sobre os logradouros e edificações surgidos no período colonial da Cidade Maravilhosa. Como sou arquiteto e urbanista, busquei usar, além do recurso textual, as imagens iconográficas como ilustração do texto”, explica o alagoano Nireu Cavalcanti.


O livro pretende suprir a falta de uma fonte de consulta, objetiva e concisa, que reunisse os logradouros, ao longo de sua existência, desde seus nomes originais até os atuais. Faltava um livro que juntasse todas essas informações, ligando-as a uma linguagem gráfico-visual (mapa, por exemplo) de fácil leitura e identificação. O público-alvo que se busca com esta obra são os amantes da “Cidade Maravilhosa”, desde o mais refinado intelectual até o aluno do primeiro grau; do guia de turismo à dona de casa.


Trecho do livro sobre a origem dos nomes dos logradouros
“É importante entender como se originaram os diversos nomes dados aos logradouros classificados por nossos antepassados, segundo algumas características, de caminho, estrada, azinhaga, campo, paragens, sertão ou rocio, antes de passarem a ser denominados rua, beco, travessa, largo, praça ou praia. Houve um momento em que as autoridades e a população, percebendo as transformações ocorridas na via, passaram a enxergar um caminho como rua, ou um campo como praia e a transição que percorrera de espaço rural ou semi-rural para urbano.


A primeira denominação, em geral, consistia em mera descrição de sua situação em relação a outros logradouros, acidentes geográficos, edificações importantes, marcos referenciais da cidade, ou mesmo formato. Assim, a uma via perpendicular à orla marítima chamou-se “Desvio do mar” e àquela, no alto do morro, “Cume do sal”. Havia o “caminho que vai para a Ajuda” (igreja) e o “que vai da Ajuda para o Desterro”, bem como o “caminho dos Arcos” (aqueduto da Carioca), da Forca ou da Polé, do Boqueirão e as Ladeiras do Seminário ou do Poço do Porteiro, o Beco do Cotovelo, a denunciar que apresentava grande inflexão.


Com o passar do tempo, o logradouro adquiria o nome da edificação mais significativa que por acaso nele existisse ou, porventura, que a ele conduzisse. Assim, foram batizadas a Rua da Cadeia, do Aljube, da Ópera, do Guindaste, do Cemitério, do Rosário, da Alfândega, do Senhor dos Passos, do Bom Jesus, da Candelária, de São Pedro, do Açougue, do Quartel, de Bragança, de Santa Efigênia, da Boa Morte, Detrás do Carmo e Detrás do Hospício... Como se vê, são nomes que, em sua grande maioria, referem-se às igrejas já existentes nesses logradouros.


Também era comum o povo passar a chamar uma via escolhendo o nome de algum de seus moradores a partir da notoriedade social adquirida. É o caso, por exemplo, da Rua da Assembleia, que antes foi conhecida como a Rua do Padre Bento Cardoso, de Marcos da Costa ou de Manoel Ribeiro. O mesmo se deu com a atual Rua Buenos Aires, que fora do Padre Luiz Mattoso, do Teixeira, de Ascêncio Matoso e do Sebastião Ferrão.


As profissões ou tipo de comércio deram, igualmente, origem a nomes dos logradouros: Rua dos Pescadores, dos Latoeiros, dos Ourives, das Violas, da Quitanda, dos Escrivães, do Sabão, das Carnes-Secas, dos Madeireiros, dos Ferreiros, o Beco dos Barbeiros, o Beco do Azeite, a Praia dos Mineiros e a Praia do Peixe. Até mesmo um fato pitoresco ou marcante para a cidade que ocorrera numa determinada área poderia ser motivo para o batismo do logradouro: Matacavalos, Mataporcos, Quebra-Canela, Rua do Fogo, Rua dos Três Cegos, Rua da Fidalga, Campo dos Ciganos, Rua da Escorregadeira ou Rua do Sucussarará que, para alguns historiadores, advém do fato de ter ali residido um médico especialista em curar doenças do reto, mas, para o qual concorro com outras hipóteses no decorrer deste trabalho”.


Sobre o autor
Nascido em 12 de maio de 1944, na cidade alagoana de Olivença, Nireu Oliveira Cavalcanti é arquiteto, urbanista, doutor em História Social, com ênfase em História urbana, e especialista em Planejamento Urbano e Regional e em Metodologia do Ensino Superior. Como arquiteto é o responsável pelos projetos (partidos arquitetônicos) do “Centro de Estudos do Petróleo” para o Instituto de Geociências da UFF, em 2005, e do campus avançado da UFF, em Rio das Ostras (RJ), em 2004), e pelo projeto para o Laboratório de Conforto Ambiental e Eco Eficiência, da Escola de Arquitetura e Urbanismo, da UFF, também em 2005.


Ex-Diretor (entre 2003 e 2007) e atualmente professor da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF, Nireu tem entre seus livros publicados os seguintes títulos: “O Rio de Janeiro setecentista: a vida e a construção da cidade da invasão francesa até a chegada da Corte” (Zahar, 2003, com reedição pela Biblioteca Rio450 – publicação oficial, em 2015); “Histórias de Conflitos no Rio de Janeiro colonial: da carta de Caminha ao contrabando de camisinha (1500-1807)” (Civilização Brasileira, 2013); “Arquitetos e engenheiros: sonho de entidade desde 1798” (Crea-RJ, 2007); “Crônicas históricas do Rio colonial” (Civilização Brasileira/Faperj, 2004); “Santa Cruz: uma paixão” (Relume Dumará/Prefeitura do Rio, 2003); “Rio de Janeiro centro histórico 1808-1998: Marcos da Colônia” (Anima/Dresdner Bank Brasil, 1998); “Construindo a violência urbana” (Madana, 1986), e “Casarão vermelho: centenário da construção do quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros, 1908-2008”, com Renata Santos (Casa da Palavra: CBMRJ, 2008).


Nireu Cavalcanti ficou com o primeiro lugar na 42a Premiação Anual do Instituto de Arquitetos do Brasil, em 2004, com o livro “O Rio de Janeiro setecentista: a vida e a construção da cidade da invasão francesa até a chegada da Corte”, e recebeu em 2003 moção de congratulações pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro “pela qualidade intelectual, gráfica e artística da (mesma) obra”. Ainda teve seu nome entre as personalidades que se destacaram no Rio de Janeiro, em 2003, segundo a revista “Veja Rio”, e foi indicado para o Prêmio Faz Diferença, do jornal “O Globo”, em 2012, na categoria Ciência e Saúde.




Ficha técnica
Rio de Janeiro Centro Histórico Colonial, 1567-2015
Autor: Nireu Oliveira Cavalcanti
Andrea Jakobsson Estúdio Editorial – 148 páginas, R$ 90,00, formato: 21x28cm, ilustrado, colorido, mapa encartado
Edição: português
Apoio: Faperj
ISBN: 978-85-88742-69-7
Textos e pesquisa: Nireu Oliveira Cavalcanti
Impressão: Gráfica Santa Marta


domingo, 27 de março de 2016

Stand Up Comedy com Whindersson Nunes no Teatro Municipal de Uberlândia


Com quase sete milhões de inscritos em seu canal no Youtube e mais de 400 milhões de visualizações de vídeos, o youtuber, Whindersson Nunes, tornou-se um nome incontestável na internet.
Tudo começou aos 15 anos sem nenhuma intenção além de receber algumas “curtidas”, mas logo o sucesso veio e o transformou em um comediante tão fenomenal nos palcos quanto já era no Youtube.
Com pouco mais de um ano e meio na estrada com seu primeiro stand up comedy, Whindersson Nunes já acumula números expressivos: mais de 100 mil espectadores já o assistiram no teatro.
No último fim de semana, ele esteve em Brasília para fazer quatro sessões e acabou fazendo onze, com estimativa de público em torno de cinco mil pessoas prestigiando seu trabalho na capital do País.
Seu espetáculo, homônimo, intercala paródias de canções de sucesso na internet como “Tão linda” e “Música sem nome”, com esquetes de stand upcomedy sobre sua infância, conflitos com a mãe abordados de forma hilária e os medos de um menino do interior ganhando a liberdade.
No palco, Whindersson, que é nascido no Piauí, também faz referência aos grandes humoristas do norte e nordeste do Brasil que divertiram muitas gerações.
Para saber mais, acesse: www.whindersson.com.br




Serviço:
O quê: Stand Up Comedy com Whindersson Nunes
Quando: 03 de Abril (domingo) às 17h
Onde:Teatro Municipal de Uberlândia – Av. Rondon Pacheco, 7070 - Uberlândia - (34) 3235-1568
Preços:R$70 (inteira) R$35 (meia). Aceita-se cartões!
Ingressos em:
• Na galeria do Uberlândia Clube (das 10h às 18h) - Rua Santos Dumont, 517 - Centro
• No Teatro Municipal de Uberlândia (a partir do dia 28/03 das 11h às 18h)


Exposição em homenagem a atriz Berta Loran com 90 anos de humor na Sala Carlos Couto


A atriz Berta Loran completará 90 anos em março 2016 e será homenageada com a exposição “Berta Loran, 90 anos de talento, humor e amor”, que poderá ser vista a partir do dia 29 de março na Sala Carlos Couto.  A noite de abertura contará com a presença da atriz e com o lançamento do livro “BERTA LORAN: 90 ANOS DE HUMOR- Uma homenagem de João Luiz Azevedo ao Talento de Berta Loran”.
A exposição contará com fotos do acervo pessoal, objetos e recordações dos diversos trabalhos realizados por Berta no cinema, teatro e TV, cartazes, cartas e bilhetes, e ainda, depoimentos e caricaturas feitas por grandes artistas em sua homenagem.
O livro escrito por João Luiz Azevedo, idealizador da exposição e diretor do Projeto, contará a vida de Berta, seu nascimento na Polônia, sua chegada ao Brasil, o ingresso na carreira, as dificuldades, os principais trabalhos e prêmios, as grandes parcerias, curiosidades, além de conter a reprodução de depoimentos de grandes personalidades da cultura brasileira sobre a atriz.
Sobre a atriz
Em 1937, aos 11 anos, Basza Ajs mudou-se com a família para o Brasil, instalando-se num sobrado na Praça Tirandentes, RJ. Ingressou no teatro por incentivo do pai, no início da década de 1940, passando a adotar o nome artístico Berta Loran.
Seu primeiro papel para profissional foi interpretado em uma revista, em 1952, aos 26 anos, no palco do Teatro Carlos Gomes. Na TV fez sua estreia no programa Espetáculos Tonelux, na saudosa TV Tupi.  No cinema, estreou em 1955, no período das chancadas brasileiras. Depois de sucessos no teatro e de ter passado pela tv Record, em 1966, foi convidada por Boni para trabalhar na Rede Globo, em um programa intitulado Bairro Feliz Bairro, descobrindo seu talento humorístico.
De ai em diante Berta não parou mais, fez parte de mais de 15 filmes, 25 programas de sucesso entre eles Balança mais não cai, Faça Humor não faça guerra, Viva o Gordo, Escolinha do professor Raimundo, e inúmeras peças de teatro. Ao longo de sua carreira Berta contracenou com os maiores nomes do teatro, tv e cinema brasileiros, e podemos dizer, sem sombra de dúvida que a carreira desta grande atriz se confunde com a própria historia da cultura Brasileira.


Serviço
Exposição “Berta Loran, 90 anos de talento, humor e amor”
Abertura: 29 de março
Horário: 18 horas
Visitação: 30/03 a 29/05, de terça a sexta das 10h às 18h; sábado e domingo das 15h às 18h.
Entrada Gratuita
Local: Sala Carlos Couto (anexa ao Teatro Municipal de Niterói)
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói

Tel: 2620-1624

“O negro crepúsculo”, um romance fora dos padrões do jornalista Eduardo Lamas na Amazon




Uma história envolvendo amor e paixão, suas semelhanças e diferenças, encontros, desencontros e reencontro. Este é uma das muitas definições que “O negro crepúsculo”, segundo livro de Eduardo Lamas, pode receber. À venda na Amazon Kindle, a obra pode  ser lida em qualquer dispositivo (smartphones, tablets e computadores pessoais) e ser adquirida por R$ 15,01 neste link: http://goo.gl/SdKSqU.

O enredo começa com uma dolorosa desilusão amorosa de c.j. marques (“assim mesmo com minúsculas, igual ao poeta e.e. cummings”), um taxista formado em publicidade, mas que sonha ser escritor. Ele busca uma relação incendiária, porém, só encontra fogo de palha. E reflete, nas muitas viagens em seu táxi ou de sua mente questionadora e imaginativa, sobre o mundo em que vive, a cidade, a sociedade, os homens no geral e as mulheres, em particular.

O autor, que além de escritor, é jornalista e empresário dos ramos cultural e de Comunicação, acredita que, embora diga que “O negro crepúsculo” seja um romance, o livro tenha outras características marcantes. Uma delas é a presença de poesias na abertura de quase todos os capítulos - as exceções são o “Prelúdio”, o capítulo “I” e o epílogo. “A narrativa é em primeira pessoa, mas creio que muitas vezes o leitor se perguntará quem está relatando e comentando os acontecimentos com o personagem principal, a cidade e a sociedade em que ele vive, o mundo, as mulheres que passam pela vida dele. Espero que o leitor também se veja em alguns momentos como o “eu” narrador”, afirma Eduardo Lamas.

As poesias são constantes nos textos do escritor. Elas são a razão de ser de “Profano coração”, lançado fisicamente em 2009 por uma editora do Rio de Janeiro e já esgotado - atualmente está  à venda também somente em versão digital: http://bit.ly/1L3rcqW. Os poemas estão presentes também nas peças teatrais de Lamas, a grande maioria inédita - somente “Sentença de vida” foi montada e encenada no início dos anos 2000.

Sobre o autor
Eduardo Lamas é escritor, jornalista e sócio-diretor da Mais e Melhores Produções Artísticas Ltda.. Como jornalista atuou como repórter, redator, revisor, subeditor e editor em vários veículos de comunicação. Entre eles, rádios Imprensa FM e Tropical FM, Jornal dos Sports, Agência Sport Press, Agência O Globo, O Globo Online, jornal O Fluminense, Lance Multimídia, Revista e Agência Placar, site Pelé.Net, Oi Internet, Jornal do Brasil e Globoesporte.com.

Foi premiado como Destaque Especial em três categorias (conto, poesia e crônica) do IV Concurso Literário "A Palavra do Séc. XXI", em 2001, e é autor da peça “Sentença de vida”, que ficou em cartaz entre 2002 e 2003 em palcos do Rio, Niterói e São Gonçalo; do livro “Profano coração”, lançado em julho de 2009 (e atualmente à venda também somente em versão digital na Amazon Kindle), e do blog Em Questão (www.eduardolamas.blogspot.com), no ar desde março de 2008. É atualmente colunista do jornal Portal (www.jportal.com.br), onde publica mensalmente crônicas, artigos e poesias de sua autoria.

Na Mais e Melhores Produções Artísticas, além de trabalhos de assessoria de imprensa para projetos, eventos e profissionais da área cultural, desde setembro de 2012, atualmente é revisor e fez parte do corpo editorial dos dois primeiros números da revista digital Acorde! (https://lnkd.in/d5xyphP).



O negro crepúsculo (divulgação)



Ficha técnica do livro
Título: O negro crepúsculo
Autor: Eduardo Lamas
Formato: eBook Kindle
Tamanho do arquivo: 344 KB
Número de páginas: 95 páginas
Editora: Em Questão (10 de março de 2016)
Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
Idioma: Português
ASIN: B01CTHQZUK

terça-feira, 22 de março de 2016

LIBERTANGO comemora 20 anos de carreira com show inédito e convidados especiais na Caixa Cultural do Rio de Janeiro


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta o show inédito Tangos Hermanos- 20 anos do grupo LiberTango,de 29 a 31 de março (terça-feira a quinta-feira). O grupo formado pela família Caldi – a argentina Estela (piano) e seus dois filhos brasileiros, Marcelo (acordeom) e Alexandre (sopros) - comemora seu 20 anos com convidados ilustres: Yamandu Costa (violão), no dia 29; Soraya Ravenle (voz), no dia 30, e Hamilton de Holanda (bandolim), em 31 de março. Todos os espetáculos começarão às 19h.

No repertório do show, muitas composições de Piazzolla como Fuga y mistério, Contramilonga a la funerala, entre outras. O público também irá se surpreender com as versões “tangueadas” de músicas de Chico Buarque, Lupicínio Rodrigues e Marcos Sacramento. Considerado um dos mais expressivos grupos de tango no Brasil, o LiberTango já se apresentou em diversos festivais e gravou e tocou com grandes instrumentistas. Possui quatro CDs: Tangos hermanos (2013), Porteño (2010), Cierra tus ojos y escucha (2007) e LiberTango – a música de Astor Piazzolla (2005).

“Quando o LiberTango surgiu, meio de brincadeira, há 20 anos, nosso intuito era apenas interpretar a música do grande compositor argentino Astor Piazzolla. A resposta imediata do público foi tão positiva que logo percebemos o quão séria essa brincadeira iria se tornar. Agora, tanto tempo depois, podemos dizer que carregamos na nossa história, além de Piazzolla, os tangos tradicionais, o tango brasileiro, composições próprias, um público fiel e muitas parcerias! Então, nada mais justo do que celebrar nossos 20 anos de história trazendo ao palco alguns dos nossos parceiros mais talentosos! Cada noite uma história. Assim será nossa mini-temporada”, explica Alexandre Caldi.
Integrantes:
A pianista Estela Caldi é considerada uma das maiores intérpretes de Astor Piazzolla na América Latina. Radicada no Rio de Janeiro desde 1969, ganhou o título de mestre em piano no Brasil, nos anos 1980, na UFRJ, com tese sobre Rudepoema, a maior e mais desafiadora peça composta por Villa-Lobos para piano.

O acordeonista Marcelo Caldi alcançou projeção nacional, em 2012, a partir das homenagens ao centenário de Luiz Gonzaga, mostrando um lado orquestral e sinfônico do rei do baião, venceu o Prêmio Funarte e lançou o livro e o disco Tem sanfona no choro, edição do Instituto Moreira Salles.

Compositor, arranjador e instrumentista, Alexandre Caldi é um dos raros representantes do sopro brasileiro a incorporar influências latinas em sua obra de forma requintada e expressiva. É mestre em música pela Uni-Rio, com trabalho inédito sobre os contrapontos de Pixinguinha.

Convidados:
O gaúcho Yamandu Costa é um dos guardiões das tradições musicais do Sul do país, cuja principal característica está no diálogo com as influências argentinas e uruguaias. É considerado a maior referência mundial do violão de sete cordas.

Hamilton de Holanda se encontrou com o tango na adolescência, pelas águas do choro, cujas influências europeias e africanas também ajudaram a formatar o ritmo argentino. Em sua trajetória consta o prêmio de melhor instrumentista por unanimidade, na única edição e nas duas categorias - erudito e popular -, do Icatu Hartford de Artes 2001.

A cantora, atriz e bailarina niteroiense Soraya Ravenle vem emprestando seu lado dramático para dar vida a tangos tradicionais de Carlos Gardel, e mostrar um lado mais portenho de compositores brasileiros. Já participou de 30 musicais, em 28 anos de carreira. Recentemente, participou da novela I love Paraisópolis, na TV Globo.

Palestra sobre tango:
No dia 30 de março (quarta-feira), às 15h, será realizada uma palestra interativa com os integrantes do LiberTango direcionada a estudantes de música e interessados em geral no tema As raízes do tango brasileiro e do tango argentino. O evento terá entrada franca mediante inscrição pelo e-mail gasparinando@gmail.com.





Serviço:
Tangos Hermanos - 20 anos do grupo LiberTango
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Datas:
29/3 (terça-feira), com Yamandu Costa (violão);
30/3 (quarta-feira), com Soraya Ravenle (voz),
31/3 (quinta-feira), com Hamilton de Holanda (bandolim)
Horário: 19h
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 176 lugares (+ 3 para cadeirantes)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência