quarta-feira, 2 de março de 2016

Amelinha e Gibran Helayel - “Romance Moreno nas Janelas do Brasil” no Teatro Municipal de Niterói

AMELINHA E GIBRAN HELAYEL FAZEM SHOW INÉDITO NO MUNICIPAL DE NITERÓI

 Amelinha e Gibran Helayel apresentam no dia 10 de março, às 19 horas, no Teatro Municipal de Niterói, o espetáculo “Romance Moreno nas Janelas do Brasil”, onde comemoram 40 anos de carreira da cantora cearense.
 Misture a voz marcante de Amelinha, canções do maestro Gibran Helayel e a poesia de Castro Alves. Acrescente o empenho de músicos de primeira linha, muitas horas de ensaio, a escolha minuciosa do repertório e o desejo de comemorar em grande estilo os 40 anos de carreira da cantora cearense. O resultado é Romance Moreno nas Janelas do Brasil, um projeto musical com clássicos eternizados pela cantora cearense e canções criadas pelo compositor a partir de poemas do autor de Espumas Flutuantes.
 Não é preciso ir muito longe para ver que esta parceria promete dar novo fôlego à música popular brasileira. Se não, vejamos. A história de Amelinha é marcada por encontros generosos com compositores de peso que lhe deram preciosidades para seu repertório de intérprete. Já Gibran Helayel é um artista multifacetado, que se divide entre a composição, os instrumentos de cordas e a regência de coros. O trabalho mais recente da cantora foi o CD Janelas do Brasil, que rendeu também um registro ao vivo. Enquanto ele está prestes a lançar o livro de partituras Romance Moreno, com canções criadas a partir de poemas de Castro Alves.
 "Quando eu conheci o Gibran Helayel, tive a mesma alegria que invadiu meu coração tantas outras vezes. Ao ouvir sua música, tão suntuosa bem elaborada em tons de clássico, mas com sabor popular, encantei-me e foi se delineando uma ideia de que poderíamos fazer algo luminoso e descontraído. O Gibran tem um vasto conhecimento sobre arte e tem a vantagem de, por ser regente e lidar com vozes, entender o meu trabalho", declara Amelinha.
 Nascida em família afeita à música e às artes em geral e cantora desde os dois anos, Amelinha ouviu em primeira mão algumas das maiores pérolas da música brasileira quando ainda engatinhava na carreira. Recém-chegada em Fortaleza após morar um ano em São Paulo, na década de 70, ela conheceu Mucuripe, de Fagner e Belchior, quando o primeiro a apresentou à composição ao violão. Teve seu primeiro contato também com Terral pelas mãos do próprio autor, Ednardo. Depois, na volta ao Sudeste, foi a vez de Vinícius de Moraes levar à então aspirante a cantora profissional uma parceria sua com Toquinho chamada Ai Quem me Dera.
Já dando seus primeiros passos na música, a artista cearense, batizada pelos amigos conterrâneos de Flor da Paisagem - apelido que rendeu o nome de seu primeiro disco - foi apresentada a Tempo Rei pelo baiano Gilberto Gil. Frevo Mulher, um dos seus maiores sucessos, chegou a ela através de seu autor, Zé Ramalho, com um empurrãozinho de Geraldo Azevedo, que também a presenteou com o clássico Dia Branco. Consagrada como uma das maiores vozes femininas do país depois de gravar todas essas pérolas, Amelinha seguiu esbarrando muitos compositores pelos caminhos que trilhou. Em um encontro ao acaso com Gibran Helayel, descobriu uma nova e frutífera parceria.
"Minha admiração por Amelinha cresceu ainda mais nos primeiros encontros. Estudei violão, alaúde e harpa, participei de muitos recitais e shows e sempre compus música popular e instrumental. E trabalhar com Amelinha é gratificante e enriquecedor, porque além de uma sensibilidade artística altamente elaborada ainda tem essa voz telúrica, trovadoresca. É onde o sertão brasileiro e Andalucia se encontram. É daquelas cantoras que mesmo cantando à ‘palo seco’, seu canto chega longe, afirma Gibran.”
O encontro do músico do Rio de Janeiro com a cantora do Ceará se deu em Niterói, onde os dois estão radicados. Sem se dar conta, Gibran Helayel fez a mesma coisa que os outros: apresentou para Amelinha Pingos D’água no Capim ePingos nos Is, duas parcerias com Renato Rocha. A cantora se encantou com as canções e já começou a planejar o show. Do seu repertório, trouxe para o roteiro Galos, Noites e Quintais (Belchior), Felicidade (Marcelo Jeneci e Chico César),Terral (Ednardo), Gemedeira (Robertinho de Recife e Capinam), Periga Ser (Robertinho do Recife e Fausto Nilo),Légua Tirana ( Luiz Gonzaga), Romance da Lua Lua (Flaviola e Garcia Lorca), Chuva e Sol (Sá e Guarabira),Eternas Ondas (Zé Ramalho) e Noites de Cetim (Herman Torres e Sergio Natureza), além dos clássicos Dia Branco,Frevo Mulher ,Foi Deus Que Fez Você, Mulher Nova, Bonita e Carinhosa (Zé Ramalho e Otacílio Batista) eNoites do Rio (Caio Silvio). Essa última inspirou o cineasta Sérgio Bernardes a dizer que Amelinha deveria estar cantando em todas as janelas do Brasil e acabou dando nome a um dos discos da cantora (e, consequentemente, a esse show).
"Eu canto acompanhada de dois violões (Julinho Brown e Cesar Rebechi) e Gibran se apresenta sozinho, no formato voz e violão e em algumas canções acompanhado de Gabriel Ruiz, no cajon e vocal”.
Amelinha e Gibran Helayel levarão Romance Moreno nas Janelas do Brasil a diversas cidades brasileiras antes de iniciar apresentações no exterior onde o público terá a chance de conhecer o poder da música brasileira através de uma das nossas maiores vozes e através de um artista que tem um trabalho de composição bastante original e inspirado, que traz em seu canto e no violão influências musical de diversas procedências - dos trovadores do século XIII aos violeiros dos sertões brasileiros - além de intensas incursões no campo da música puramente instrumental.



Amelinha e Gibran Helayel (divulgação)

Serviço
Amelinha e Gibran Helayel - “Romance Moreno nas Janelas do Brasil”
Data: 10 de março
Horário: 19 horas
Duração: 90 min
Classificação etária: Livre
Ingresso: R$ 50,00
Local : Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua Quinze de Novembro, 35, Centro, Niterói

Lançamento do Livro 'O problema é ter medo do medo' da autora Ana Helena Tavares no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro

A Editora Revan está lançando no próximo dia 15, o livro O PROBLEMA É TER MEDO DO MEDO - O que o medo da ditadura tem a dizer à democracia?, da jornalista Ana Helena Tavares. É o primeiro livro da autora, mas o conteúdo transmite muita informação de peso pois ela entrevista pessoas importantes que viveram a época da ditadura. Alguns dos entrevistados são Dom Pedro Casaldáliga, os advogados de ex presos políticos Modesto da Silveira e Marcelo Cerqueira, e também os jornalistas Cid Benjamin e Alberto Dines, entre outros.

“Nesse período, em que tanto se debate o golpe militar e a ditadura, o livro de Ana traz, também, outro ensinamento: a busca pelo aprofundamento da democracia deve ser uma constante na vida das sociedades. É como se ela fosse um esforço sem fim. Que, tal como a linha do horizonte, cada vez que damos um passo em sua direção, parece se afastar. Não importa. Não nos deixemos levar pela ilusão. Cada passo é, sim, um avanço.” – Cid Benjamin.

O problema é ter medo do medo, o novo lançamento da Editora Revan, retoma o episódio da ditadura militar no Brasil. Apesar de tratar de um momento histórico do país, a obra escrita pela jornalista Ana Helena Tavares não pode ser considerada um livro de História, pois a partir das 26 entrevistas realizadas com personagens que viveram de perto este período, o livro consegue abordar, sem a censura dos anos de chumbo, um passado que ainda tem muitos reflexos no presente.

No livro, Ana Helena apresenta um extenso trabalho de campo, no qual ela passou pela experiência de ir a diferentes lugares para entrevistar pessoas que viveram intensamente a luta contra o medo instalado de 1964 a 1985 e que falam sobre a herança deixada para a democracia. São eles: Paulo de Mello Bastos, Dom Waldyr Calheiros, Brigadeiro Rui Moreira Lima, Capitão Fernando de Santa Rosa, Capitão Luiz Carlos de Souza Moreira, Coronel Ivan Proença, Dom Tomás Balduíno, Dom Pedro Casaldáliga, Tiuré Potiguara, Affonso Romano de Sant'Anna,  Alberto Dines, Evandro Teixeira, Milton Coelho da Graça, Silvio Tendler, Sérgio Ricardo, Dr. Hélio Bicudo, Dr. Modesto da Silveira, Dr. Marcelo Cerqueira, Dra. Rosa Cardoso, Cid Benjamin, Celso Lungaretti, Carlos Eugênio Paz, Aluízio Palmar, Marília Guimarães, Cecília Coimbra, Dra. Margarida Pressburger.

Segundo a autora, a ideia de fazer essa série de entrevistas surgiu em 2009, no entanto, a inspiração para o livro já a havia encontrado desde 2008, quando ela teve a oportunidade de ler um artigo sobre os 40 anos do Ato Institucional Nº 5, escrito pelo sociólogo Gilson Caroni Filho. “A leitura daquele artigo, com dados aterradores que eu desconhecia e que tantos jovens desconhecem, detonou em mim a vontade de gritar ao mundo a história do meu tio – torturado durante a vigência do AI-5, sem ser oposicionista de nada, sem que pertencesse a nenhuma organização política”, explica Ana Helena, que também apresenta no texto o relato pessoal das agressões feitas a seu tio, que sequer tinha envolvimento político na época.

Sobre a autora: Ana Helena Tavares é carioca, nascida em 1984, ano das “Diretas Já!”. Estudou no Colégio Pedro II, ao qual deve em grande parte sua formação humanística. Premiada em concursos de crônicas e monografias, tem textos em prosa e verso publicados em seis antologias. É jornalista, membro efetivo da ABI, e mantém o site de jornalismo político “Quem tem medo da democracia?” (http:// quemtemmedodademocracia.com). 




Serviço
Lançamento do livro 'O problema é ter medo do medo'  da autora Ana Helena Tavares
Dia: 15 de março
Local: Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro
Autora: Ana Helena Tavares
EDITORA REVAN
História/ Política
ISBN: 978 85 7106 553-6
300 páginas


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Projeto ECO, de Ivo Senra e Lúcio Vieira, no Bar Semente nas quintas-feiras de março


Os músicos Ivo Senra (sintetizador, bass synths e vocal) e Lúcio Vieira (bateria e bateria eletrônica) formam o projeto ECO Music Project, proposta de fusão de linguagens que transita pelos caminhos da música brasileira ao jazz, da música eletrônica erudita até a que se ouve nas pistas tocadas pelos DJ’s. O show desta dupla poderá ser conferido nas quintas de março no Bar Semente, na Lapa, sempre com convidado especial a cada apresentação - estão na lista os músicos Donatinho, Marcos Suzano, Marcela Mangabeira, Carlos Malta, Pandeiro Repique Duo, André Vasconcellos, Thiago Amud e Luis Leite. Será uma prévia do disco que será lançado em breve.

Este primeiro disco gravado em Nova York em 2015, que duo levará para o palco do Semente, foi produzido com sintetizadores, computadores, bateria acústica e pequenos aparelhos eletrônicos. O formato tem na sua essência uma combinação única de experimentalismo e comunicabilidade com o público. Ritmos brasileiros e universais são subvertidos e reinventados, numa estrutura em que se justapõe texturas sonoras, improvisação, contrastes súbitos de intensidades -- das levadas frenéticas às sugestões e ambiências -- numa montanha russa musical que abre novas portas e propõe novos caminhos para o instrumental brasileiro.
Ivo Senra, vencedor do "Prêmio da Música Brasileira" de 2012 como produtor musical, na categoria música eletrônica, vem sendo elogiado por veículos da imprensa internacional, como o New York Times (que saúda seus arranjos como "quebra-cabeças com múltiplas soluções") e o NPR.org, que o compara a George Martin, o "quinto Beatle", por sua atuação como produtor musical.

Lucio Vieira, vem se consolidando como um dos principais instrumentistas brasileiros, tendo tocado e gravado com artistas que vão do guitarrista virtuose do jazz fusion Frank Gambale a Dominguinhos, de Gilberto Gil a Leny Andrade, de Larry Coryel a Leila Pinheiro.

Aqui um trecho do duo em ação: https://www.youtube.com/watch?v=3TJa3hr02GQ


Ivo Senra e Lúcio Vieira, no Bar Semente (divulgação)


Serviço
Temporada de pré-lançamento do disco do ECO + convidados
Local: Bar Semente
Data: De 3 a 31 de março , às quintas-feiras
0 3/03 - Show Ivo Senra Sintetizador Solo com participacão de Donatinho
10/03 - Show Eco e convidados Marco Suzano e Marcela Mangabeira
17/03 - Eco e convidados Carlos Malta, Pandeiro Repique Duo  e Andre Vasconcellos
24/03 - Eco e convidado Thiago Amud
31/03 - Eco e convidados Luis Leite  e Donatinho
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30
Endereço: R. Evaristo da Veiga, 149 - Centro, Rio de Janeiro
Telefone:2507-5188 e 99781-2451
Capacidade: 150 lugares
Classificação etária: 18 anos.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Gika Mendonça lança livro de crônicas SURTANDO na Amazon em formato e-book


SURTANDO, segundo a autora são crônicas estilo Martha Medeiros com Sexy and The City onde discutem temas como: amor, solidão, solteirice, casamento, mundo virtual, recomeço e claro, toda sofrência que envolve relacionamentos. Autora também de O guarda-chuva vermelho pela mesma plataforma.
A partir, do dia 02 de março os internautas encontrarão o e-book a disposição pela Amazon no valor de R$ 4,99. Os 10 primeiros que comprarem e também avaliarem ganharão além de marcadores um brinde especial. 
Atenção: Faça um print ou foto da tela de compra e da tela de avaliação e torça para estar entre os 10. Envie para o e-mail: surtandogika@gmail.com com seu nome e endereço completo. 
(Não é sorteio.) 






Conhecendo GIKA
Gika Mendonça nasceu em 1977, é carioca, professora, escritora, blogueira, roteirista, devoradora de chocolate amargo, viciada em café forte, em livros do Stephen King e em filmes antigos em preto e branco.
É apaixonada por distopia, por ficção científica e por tudo relacionado a zumbis. Seu grande amor é sua filha peluda chamada Frida Maria, adotada há um ano.
Mestre em Letras pela UFRJ, divide seu tempo entre as salas de aula do Colégio Pedro II e a escrita.

Conheça mais sobre meu trabalho:
Amazon: O Guarda-chuva vermelho (Conto)
Facebook:
https://www.facebook.com/ofantasticomundodegika
https://www.facebook.com/gikamendonca
Grupo da autora: Devaneios de Gika Mendonça
Instagram: @gikamendonca
Snapchat: Gikamendonca
Twitter: Gikamendonca



Serviço:
Quando: a partir de 2/3/2016.
Nome: Surtando (e-book)
Autora: Gika Mendonça
Valor: 4,99
Os 10 primeiros que comprarem e também avaliarem ganharão além de marcadores um brinde especial.

Atenção: Faça um print ou foto da tela de compra e da tela de avaliação e torça para estar entre os 10. Envie para o e-mail: surtandogika@gmail.com com seu nome e endereço completo. (Não é sorteio.) 

‘O Mágico de Oz – A Magia da SimbiOZe’ no Teatro Municipal de Uberlândia


Após ser transportada para um mundo paralelo, chamado OZ, Dorothy encontra uma fada boa que lhe dá conselhos valiosos sobre comportamentos inspiradores, mas também um leão sem coragem que tem medo de se posicionar, um intolerante homem de lata, um espantalho que não acredita em seu potencial criativo e uma bruxa má que não tem nenhuma preocupação com a verdadeira evolução.
É assim que,através de personagens aclamados do cinema e do teatro,o espetáculo ‘O Mágico de Oz – A Magia da SimbiOZe’, que estará  em cartaz nos dias 30 e 31 de Março no Teatro Municipal de Uberlândia, propõe uma reflexão sobre a conscientização das novas gerações para a sustentabilidade. 
“Sabemos que a necessidade de mudarmos nosso comportamento é urgente e tratar esse tema com nossas crianças é imprescindível na busca por mais harmonia”, dizJerônimo Júnior, ator, escritor e um dos diretores da Agência Q9, que fará a peça na cidade.
Em cena, nove atores apresentam a história que, além do objetivo de despertar a consciência sobrea importância de promover o desenvolvimento sustentável de forma rápida e eficiente, promete muito riso e diversão para toda a família. “Somos especialistas em tratar de assuntos sérios com leveza e humor, o que torna a apreensão de conteúdo muito mais fácil e significativa”, garante Júnior.




Sobre a Agência Q9:
Fundada em agosto de 2013, a Q9 vem conquistando o Brasil com uma proposta inovadora, irreverente e inteligente. Somente nos meses de setembro e outubro de 2015,realizou 45 intervenções, entre peças de teatro e palestras, em diversas cidades do país passando pelos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Paraná. 
Durante o ano passado, foram mais de 12 mil Km rodados levandoconteúdos por vezes difíceis de serem tratados, porém muito melhor recebidos e apreendidos pelo público através do humor e da irreverência que fazem da Q9 um exemplo de atitude frente à mudança.
Por meio de metodologia própria (3Rs: Relaxar – Refletir – Reter), a Q9 desenvolve espetáculos, personagens e palestras para tratar de diversos temas, sempre utilizando a mistura: Humor + Música + Dança + Conteúdo.
Para saber mais: www.agenciaq9.com.br / @agenciaq9 / facebook.com/agenciaq9

Serviço:
O quê: Espetáculo ‘O Mágico de Oz – A Magia da SimbiOZe’
Quando: 30 e 31de Março às 20h
Onde: Teatro Municipal de Uberlândia– Av. Rondon Pacheco, 7070 - Uberlândia - (34) 3235-1568
Ingressos à venda em www.megabilheteria.com
Preços:R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

“Clementina, Cadê Você?” no Teatro Municipal de Niterói homenageando o Mês da Mulher



O Teatro Municipal de Niterói abre a sua programação de 2016 com um mês todo dedicado as mulheres, e pra começar com chave de ouro, o Municipal recebe nos dias 05 e 06 de março, o musical “Clementina, Cadê Você?”. O espetáculo conta a trajetória de Clementina de Jesus, uma das vozes mais importantes do samba.Com texto de Pedro Murad, direção de Duda Maia, além de Ana Carbatti interpretando a personagem título ao lado de 5 atores/músicos Z Bruno Barreto ou Pedro Miranda, Bruno Quixotte, Sergio Kauffmann, Vidal Assis e Wendell Bendelack.

Clementina de Jesus da Silva, neta de escravos, doméstica e descoberta como cantora aos 63 anos de idade. Há 50 anos Clementina tornava-se uma das mais importantes sambistas, considerada rainha do partido alto. “Busquei a fala da Clementina com textos publicados em jornais. Costurei uma dramaturgia de reminiscências, de lembranças que narram a trajetória pessoal e artística da sambista”, explica o autor Pedro Murad que completa: “Clementina não é o Brasil moderno, nem o Brasil Arcaico. Essa grande artista está na fronteira. Ela é uma personagem de transição do país, que chama muito atenção. Clementina representa o negro urbano descendente de escravos, a cultura negra carioca. A peça mostra como essa preta velha enxerga o Brasil do século XX”.

O musical mostra desde a infância de Clementina em Valença (Estado do Rio) até o descobrimento da cantora pelo produtor Hermínio Bello de Carvalho; o reconhecimento tardio da crítica e público; passando pela Portela; rodas de samba; Mangueira; Rosa de Ouro; as festas nas Igrejas da Penha e São Jorge. “O fascinante na personagem é a simplicidade em que ela imprimia em todas as atitudes e momentos”, descreve Duda Maia, que 12 anos foi a responsável pela direção de movimento e assistência de direção das encenações de João Falcão, como: Clandestinos, Gonzagão, O Pequeno Príncipe, Ensina me a Viver, entre outros. Também trabalhou com Aderbal Feire Filho e André Paes Leme. “Nasci no Rio, mas morei em Recife desde pequena. Voltei para a minha cidade aos 19 anos. Em 2000 trabalhava na peça Lisbela e o Prisioneiro, quando o Guel Arraes me apresentou ao João. Na época, assisti A Máquina, enlouqueci. Desde então não me separei profissionalmente do João”, revela a diretora.

Na peça os atores/músicos fazem todos os personagens que passaram pela vida da sambista. O Albino Pé Grande, marido da Clementina, é representado pelos cinco. A diretora usou a personalidade de cada ator para retratar as facetas do Albino: romântico, preguiçoso, maduro, criança, etc. “Não há truques, os atores não saem de cena. Utilizo o jogo teatral e pelo movimento, quase um ballet sem coreografia, consigo dar linguagem ao movimento de cena”, esclarece Duda.

São 25 músicas, nem todas cantadas na íntegra, acompanhas por pandeiro, cavaquinho, violão, tantã, flauta e tambor. Vidal Assis, músico parceiro do Hermínio Bello de Carvalho, participa do espetáculo e compôs uma música inédita para a peça. Os atores/músicos se revezam em formação variada. Normalmente os musicais mostram atores cantando com uma banda de suporte, porém em “Clementina, cadê você?” são seis pessoas que fazem tudo: cantam, interpretam, tocam e dançam. “O espetáculo é simples, não tem a estrutura dos grandes musicais. Clementina, Cadê Você? tem força, tudo na base da simplicidade”, diz o diretor musical Pedro   Miranda.

Com 30 anos de carreira, pela primeira vez Ana Carbatti é a protagonista de um musical. “A Duda trabalhou muito na direção do movimento, isso me ajudou na composição da personagem e também da postura. Tenho 43 anos e a peça começa com uma cena onde a Clementina tem 30 ou 40 anos a mais que eu. Apesar disso, o processo de construção da personagem me pareceu muito natural, fácil, orgânico, pois não buscamos imitar a Clementina. Procuramos a essência dela através da música, isso foi fundamental. Não tentamos copiar. Encontramos a Clementina dentro da minha voz, pois nosso timbre não é igual. A idéia era buscar a sonoridade dela, o jeito de cantar, os trejeitos e movimentos”, finaliza a atriz. O espetáculo foi contemplado com o Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz
2012.
Considerado um dos 10 melhores espetáculos de 2013 por Daniel Schenker, pesquisador e crítico teatral, e indicado ao Prêmio Questão de Crítica nas categorias melhor atriz (Ana Carbatti) e melhor iluminação (Renato Machado), o musical “Clementina, cadê você?”, que através de uma narrativa não linear conta a vida de Clementina de Jesus, realizou sua primeira temporada no Teatro Laura Alvim nos meses de outubro e novembro de 2013. Em fevereiro de 2014 realizou temporada popular no Teatro João Caetano alcançando também um grande sucesso de crítica e público. Em maio de 2014, o espetáculo participou do Festival Teatro na Contramão no Sesc Jacarepaguá, em junho do Festival X Tudo Cultural do Sesi e em agosto do Festival de Inverno do Sesc, realizando apresentações em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. Em novembro participou do Circuito Sesc Consciência Negra, realizando apresentações nas Unidades Nova Iguaçu, São Gonçalo, Tijuca e Niterói. Em 2015, o espetáculo realizou temporada no Teatro Dulcina, compondo a programação do projeto Dulcina em Foco, atraindo novamente a atenção e o carinho do público do Rio. Atualmente, o espetáculo se prepara para a realização de turnê pelas cidades de Niterói, Vitória, Belo Horizonte, Campinas e São José do Rio Preto, através do patrocínio dos Correios.


“Clementina, Cadê Você?”  (divulgação)


Serviço
Espetáculo: Clementina, Cadê Você? - Musical
Datas: 05 e 06 de março
Horário: 17h e 20h
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua Quinze de Novembro, 35, Centro, Niterói

Telefone: 2620-1624

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Candidata a Garota Mais Sexy, Leticia Matarazzo posa sensual

Candidata a garota mais sexy do Brasil, Leticia Matarazzo posou sensual e mostrou sua excelente forma pelas lentes do fotógrafo Davi Borges. A gata afirma que tem tudo para vencer o concurso, afirma que o conceito de ser sexy não é tão simples. “É difícil definir o que é ser sexy. É um conjunto de coisas. Mas o mais importante, é algo da gente, não adianta forçar. Eu por exemplo, sou naturalmente sexy”, acredita a gata.


Candidata a Garota Mais Sexy, Leticia Matarazzo posa sensual (Davi Borges)


Para as mulheres ficarem ainda mais sexy, o look é fundamental. “Algo que caia bem no corpo é importantíssimo”, afirma Letícia, que também acredita que a mulher tem o direito de se vestir como quiser. “A mulher pode se vestir como quiser, com um vestido transparente, de roupa curta, que merece o mesmo respeito com quem está bem coberta. O corpo é nosso e vestimos ele como quisermos. Temos o direito de não sermos assediadas apenas por causa da roupa”, pensa a beldade.
Letícia é dona de medidas invejáveis: 100 cm de quadril, 83 de busto e apenas 58 de cinturinha. 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

‘ALLAN KARDEC – Um Olhar para a Eternidade’ neste final de semana em Uberlândia

Falar de grandes homens, contar suas trajetórias e ilustrar suas etapas é fundamental para a cultura das sociedades. O teatro tem essa grande missão e responsabilidade, muito bem conduzida pela produção do maior espetáculo teatral já realizado sobre a vida do mestre do espiritismo, Allan Kardec, que aporta em Uberlândia nesta semana.
O educador, escritor e tradutor francês, Hippolyte León DenizardRivail, no século XIX conhecido como Kardec, edificou um dos maiores monumentos de sabedoria da Humanidade, desvendando grandes mistérios da vida, através da compreensão racional e científica das múltiplas existências. Sua observação dos fenômenos espirituais o colocou na galeria dos grandes missionários e benfeitores da história e seu trabalho instituiu os limites do homem com o universo. 
“Nosso objetivo é contar ao público, através da dramaturgia, a vida de Allan Kardec, de forma lúdica e biográfica, desde seu nascimento até sua morte, sem veneração religiosa ou intenção doutrinária. Retratar o pensamento do cientista, seu lado cético inicial e acontecimentos que o levaram a interagir no envolvente mundo dos espíritos. Buscamos traçar um perfil do homem que, através da ciência, desvendou uma nova doutrina e criou uma nova maneira de acreditar na vida. E nos mistérios além dela”, explica Rogério Fabiano, ator que interpreta o protagonista da história, e produz o espetáculo juntamente com a atriz, Érica Collares, que em cena vive a médium, Gertrudes Laforgue.
Na direção desse trabalho de enorme sucesso, que vem apresentando uma belíssima turnê com casas lotadas por onde passa (já foram mais de 500 apresentações e mais de 150 mil espectadores), está Ana Rosa, uma das mais brilhantes atrizes brasileiras, a qual, desde 1997, figura no Guiness Book como recordista mundial em atuações em telenovelas. 
“Resolvi aceitar esse desafio, principalmente, por tratar-se de um texto delicado, de uma enorme sensibilidade e muito bem elaborado por Paulo Afonso de Lima; pela tranquilidade de contar com a segurança de um elenco de alto nível artístico; e por se tratar da vida de Allan Kardec, o codificador do espiritismo. Não por acaso, felizmente, sou espírita praticante há mais de trinta anos. Portanto, estudante das obras básicas, os cinco primeiros livros de Kardec. Nada mais justo então, que buscasse no próprio Kardec inspiração para alcançar esse objetivo”, assinala Rosa.


‘ALLAN KARDEC – Um Olhar para a Eternidade’ (divulgação)


Serviço:
O quê: ‘ALLAN KARDEC – Um Olhar para a Eternidade’
Quando: sábado (20/02) às 18h30 e às 20h30 e domingo (21/02) às 18h30
Onde: Teatro Rondon Pacheco – Rua Santos Dumont, 517 - Centro – Uberlândia (MG)
Ingressos em www.megabilheteria.com e no teatro das 10h às 18h de segunda a sábado
Preços: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Musa da Alegria da Zona Sul no Rio de Janeiro Alessandra Mattos doará metade do valor da fantasia


Alessandra Mattos diz que pretende leiloar ou vender fantasia e doar metade do valor para o Retiro dos Artistas.
A musa de bateria da Alegria da Zona Sul  não conseguiu desfilar após o marido bater com o carro na noite desta sexta-feira. Fernando Peixoto foi buscar a fantasia da mulher, que já estava com a entrega atrasada. Com o incidente‚ ela acabou não conseguiu chegar a tempo  para o desfile. O valor total na roupa é avaliado em R$ 80 mil.

Alessandra Mattos doará metade do valor da fantasia (divulgação)


"Achei absurdo os comentários das pessoas em relação minha fantasia. 80 mil reais o valor que ela tem estimada, por causa dos faisões , brilho. Enfim, comprei algumas coisas e reciclei outras. Com o Brasil em crise ,não daria esse valor todo em uma fantasia. E outra eu já ajudei instituição sim, quando pude ajudei um instituto de crianças com Câncer , quem faz e fica se exibindo quer mais aparecer pela ação do que propriamente ajudar", afirma a musa da bateria da Alegria da Zona Sul.
"E outra é muita hipocrisia. Vão cobrar educação e saúde para aqueles que vocês votaram. A minha parte como cidadã faço quando posso e tenho 3 filhos fui pai e mãe sem ganhar nem um centavo do pai deles"‚ comenta ela‚ em tom de revolta.

Alessandra já tinha um bom destino para metade do valor que ela arrecadar com a venda da fantasia, que acabou não sendo usada. " E eu já iria doar parte do valor da fantasia, mas nem iria divulgar nada. Devido aos comentários maldosos‚ meu assessor me orientou a divulgar. O tempo que estão preocupados com meu dinheiro vão cobrar dos seus governantes, até porque no Brasil tem gente que tem muito mais que eu..." finaliza.

Lançamento do livro "Comunicação e Arte" - De Luna Freire na sala Carlos Couto

O jornalista, escritor De Luna, irá realizar o lançamento do seu primeiro livro intitulado "Comunicação e Arte" que acontecerá dia 15 de março, às 19 horas , na sala Carlos Couto no prédio anexo ao Teatro Municipal de Niterói.  

Este livro teve como objetivo mostrar de que forma a literatura específica sobre arte apresenta o relacionamento entre artes plásticas e comunicação no mundo contemporâneo, focando a reprodutibilidade técnica, como proposta por Walter Benjamim. Para tanto, em primeiro lugar, analisou a importância do cinema, nascido oficialmente em 1895, que atinge o estatuto de fenômeno de massa nas primeiras décadas do século XX, identificado, juntamente com o rádio pelos estudiosos da Escola de Frankfurt, como principais atores da “indústria cultural”; em segundo, discute a reprodutibilidade técnica na obra de Walter Benjamim e a eleição do cinema como o melhor veículo para a execução das novas funções sociais. Nesse sentido, o cinema trata-se de um agente que viabilizaria a percepção de se habituar, em um exercício prático e distraído com a intensidade da dinâmica da cotidianidade à qual é submetida e, ao contrário da pintura, em que o estatismo da imagem induz o observador à contemplação, à associação de ideias em recolhimento, a falta da fixidez das imagens do filme produz o efeito do choque e a restrição dessas associações mais reflexivas, pois, com a mudança da imagem limita-se a possibilidade dessas associações. O espectador, bombardeado em sua percepção com as bruscas interrupções e sequências de imagens, tem sua liberdade de associação de ideias bastante restringida; a percepção se torna essencialmente passiva, e a atividade reflexiva substancialmente suspensa durante a sucessão de imagens. O aprendizado pelo filme ocorre com a habituação da percepção à intensidade e à falta de continuidade das sequências, o que corresponde à dinâmica das grandes cidades.

Sobre o autor:
Edson carvalho De Luna Freire, nascido no Leblon em 1949, professor, poeta, artista plástico, jornalista formado pela Universidade Cândido Mendes - UCAM Niterói, presidente da Academia de Belas Artes e Ciências - ANBA, Vice-presidente da Federação Brasileira das Ciências, Letras e Artes - FEBACLA, Grão Colar de Ouro, Embaixador da Paz pelo Comitê da Paz e detentor de muitos prêmios no Brasil e exterior. Pertence também a várias instituições acadêmicas como: FALASP, ARTROP , LITERARTE.






Serviço:
Lançamento do livro "Comunicação e Arte" - De Luna Freire
Dia: 15 de março
Horário:19 horas 
Local: Sala Carlos Couto no prédio anexo ao Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de Novembro, 35 - Centro - Niterói - RJ