domingo, 12 de janeiro de 2020

“Luiz Gama: uma voz pela liberdade” entra em cartaz na Sala Nelson Pereira dos Santos



Para marcar os 131 anos da abolição da escravatura no Brasil, a peça “Luiz Gama - Uma voz pela liberdade”, com os atores Deo Garcez e Soraia Arnoni, faz apresentação única em janeiro, na Sala Nelson Pereira dos Santos, para reviver a trajetória do maior abolicionista nacional. O espetáculo acontece na sexta-feita, 17 de janeiro, às 20h.

Luiz Gonzaga Pinto da Gama foi ex-escravo, jornalista, poeta, advogado autodidata e responsável pela libertação de mais de quinhentos escravos do cativeiro ilegal. Primeira voz negra da literatura brasileira, foi considerado oficialmente advogado em 2015, pela OAB, e, em 2019, foi declarado por Lei como patrono da abolição da escravidão e herói da pátria. Apagado pela história e esquecido pela educação, Luiz Gama ressurge de corpo e alma no palco por meio da interpretação potente e marcante dos atores Deo Garcez e Soraia Arnoni.

A biografia dramatizada “Luiz Gama: uma voz pela liberdade” é dirigida por Ricardo Torres e retrata não só a importância de Luiz Gama para o Brasil, mas, também, traz à tona reflexões sobre o preconceito nosso de cada dia. A dramaturgia, idealizada pelo ator e autor Deo Garcez, traz a força de um Brasil que luta contra a desigualdade racial. Soraia Arnoni completa a história do herói brasileiro passeando por diferentes personagens, sendo apresentadora, musa inspiradora e Luísa Mahin, mãe do abolicionista.

“Trazemos um novo formato de espetáculo intitulado: biografia dramatizada. Ele nos permite apresentar Luiz Gama a partir de seus escritos e de personagens que circulam por sua história. Os temas abordados são muito atuais, o que instiga o público a refletir e a propor novas discussões sobre a temática em suas realidades”, afirma o diretor Ricardo Torres.

A concepção da peça se baseia em uma visão histórica da vida do personagem. Nas cenas, Garcez provoca diálogos que evocam a luta contra o racismo e a discriminação presente na sociedade brasileira do século XIX. A cenografia remete a uma ambientação clássica e intimista. Com uma mesa de canto e duas cadeiras antigas, o ator trabalha a dualidade das expressões teatrais; ora está sentado lendo, em momentos de reflexão e ora levanta-se para denunciar as mazelas da sociedade escravocrata. Seu movimento corporal é parte do jogo de revolta e embate envolvendo o advogado e a sociedade. Além disso, o espetáculo traz a mãe de Luiz Gama, encenada por Soraia Arnoni. Ela é múltipla, sendo consciência, mãe e narradora que transcende a cena, levando o público ao mergulho na dramaticidade.

O roteiro foi idealizado a partir da mescla entre a vida e obra de Luiz Gama. Em muitos momentos, Garcez traz poemas e textos do próprio abolicionista, dando mais veracidade a interpretação. Além disso, as cenas formam um constante jogo entre o que foi e o que é: a reflexão sobre a discriminação no passado com a reflexão sobre ela nos dias atuais.

O espetáculo convida o público a repensar nossa historiografia oficial, trazendo uma importante reflexão sobre a necessidade de luta diária pela igualdade de direitos, pela liberdade e justiça para todos, além de refletir sobre nossos preconceitos contemporâneos.



SERVIÇO:
Luiz Gama: uma voz pela liberdade
Data: 17 de janeiro, sexta-feira
Horários: 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
Duração: 55 minutos
Classificação indicativa: Livre
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos (Centro Petrobras de Cinema)
Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379

CANAIS OFICIAIS DE VENDAS:
Pontos de Venda: bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos
Chocolates Brasil Cacau - Niterói - seg - sex 9h às 19h
R. da Conceição, 101 – Centro

“BIRO-BIRO E GUERI-GUERI (E a história da Flauta Mágica)” no Museu de Arte Contemporânea de Niterói


De 11 de janeiro a 8 de fevereiro, sempre aos sábados, o MAC Niterói vai receber a peça “Biro-Biro e Gueri-Gueri (e a história da flauta mágica)”, da Vollú Produções. A apresentação acontece no pátio do Museu, com muita interatividade e dinamismo, promovendo a relação com o espaço e com o público. O objetivo é integrar o ambiente urbano ao espetáculo.
O tema contemporâneo e necessário é desenvolvido dentro da dramaturgia original, utilizada como base para os questionamentos virem à tona. Os dois moradores de rua, que convivem com a falta de higiene, possuem uma história para contar e transitam entre os diversos personagens da cidade de Hemelinha, demonstrando que todas as ações possuem um grau de responsabilidade individual.
Mais do que entretenimento, “Biro-Biro e Gueri-Gueri” é uma reflexão sobre os hábitos e costumes da sociedade atual, com foco no desenvolvimento-sustentável, coleta de lixo seletiva e no convívio harmônico entre o ser humano em relação a ele mesmo e ao ambiente que o cerca.
O principal mote é a reflexão em se livrar das sujeiras, tanto no sentido literal – em se catar o lixo, fazer coleta seletiva, prevenção de doenças –, quanto no sentido metafórico – um alerta contra a nocividade da mentira.
A higiene, sendo o ponto de partida da história, deixou de ser nos dias atuais uma preocupação apenas pessoal, para se tornar uma questão pública. Hoje em dia há uma constante preocupação ambiental, onde a sustentabilidade está presente nas escolas, nas empresas e no cotidiano das pessoas. Além disso, o cuidado com a higiene pessoal também precisa ser valorizado, visto a quantidade de doenças sabidas que são transmitidas via sujeira.
Este espetáculo foi selecionado na chamada pública para teatro infantil em novos espaços cênicos da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói – FAN.

Sinopse
Dois moradores de rua, que convivem com a falta de higiene, têm uma história para contar e transitam entre os diversos personagens da cidade de Hemelinha, demonstrando que todas as ações possuem um grau de responsabilidade individual. “Biro-Biro e Gueri-Gueri” é uma reflexão sobre os hábitos e costumes da sociedade atual, com foco no desenvolvimento-sustentável, na coleta de lixo seletiva e no convívio harmônico entre o ser humano em relação a ele mesmo e ao ambiente que o cerca. Com Alexandre Vollú (Biro-Biro) e Marcelo Alvim (Gueri-Gueri).

Serviço
Espetáculo: Biro-Biro e Gueri-Gueri (e a história da flauta mágica)
Elenco: Alexandre Vollú e Marcelo Alvim
Sonorização: Cauane Jéssica
Dias: 11, 18, 25 janeiro – 01 e 08 fevereiro
Horário: 10h
Local: Pátio do Museu de Arte Contemporânea MAC
Mirante da Boa-Viagem sem número
Entrada gratuita

Teatro Popular apresenta o premiado espetáculo "Benedita"


O espetáculo "Benedita", que o Teatro Popular Oscar Niemeyer agendou para a sexta-feira, 17 de janeiro, às 20h, traz o ator Bruno de Sousa interpretando uma misteriosa contadora de histórias. O monólogo, que já circulou por 16 estados e mais de 40 cidades do Brasil, conta com humor e densidade, a vida dessa mulher por meio de peças de roupas que ela carrega em uma trouxa na cabeça. A entrada é gratuita. 
No espetáculo, Benedita conta a historia dessas roupas sujas e de cores vivas - peças que marcaram sua vida centenária. Sua apresentação é um ritual de passagem que passeia entre o trágico e o cômico para a construção de uma personagem genuinamente brasileira. Uma mulher-mito, contadora de histórias, lavadeira-curandeira-bruxa feiticeira, em seu limite de vida. Com uma declarada relação com o misticismo e com o indizível, ela perpassa o curandeirismo e a espiritualidade. Benedita tece destinos através dos casos que conta, relatando uma história arquetípica e mitológica.
 Em seu primeiro projeto solo, o ator e diretor Bruno de Sousa usa a arte para resgatar tradições orais e culturais. Por meio de técnicas de Teatro físico e Contações de Histórias, o artista revela em cena uma personagem tipicamente brasileira, uma mulher amarga que carrega causos, tramas e pessoas da sua vida calejada, e que revela no palco suas dores, preconceitos e sabedorias.
Uma grande homenagem à nossa cultura popular, "Benedita" reúne cerca de 18 prêmios em festivais nacionais e se mantém vivo desde sua estreia em Salvador em 2011. O espetáculo já realizou temporadas na capital baiana e Rio de Janeiro, além de festivais pelo país e participou de projetos importantes no cenário cultural nacional, tais como Palco Giratório SESC 2016 e Prêmio Funarte Myriam Muniz 2014.



SERVIÇO
Benedita
Data: 17 de janeiro, sexta-feira
Horário: 20h
Classificação indicativa: 12 anos
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n - Centro, Niterói
Telefone: (21) 2620-6101
ENTRADA GRATUITA - 1kg de alimento não perecível


Baile de Máscaras da Sinfônica Ambulante dá início ao aquecimento para o carnaval no Teatro Popular Oscar Niemeyer



Dia 17 de janeiro, sexta-feira, às 21h, acontece o Baile de Máscaras da Sinfônica Ambulante, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. 
Formada em março de 2011, a Sinfônica Ambulante surgiu do encontro de amigos músicos. As mais variadas influências dos integrantes tornaram a banda o que ela é hoje: um grupo de arte livre, que ocupa espaços públicos com muita música e diversão. Além disso, o conjunto também ficou famoso pelo seu repertório de releituras, que vai desde o samba de Zé Kéti ao rock do Nirvana e dos Beatles, da brasilidade de Caetano Veloso ao pop do A-Ha. 
Seguindo a marca registrada da Sinfônica, o Baile de Máscaras ocupa o Teatro Popular com sua música e sua alegria, dando início ao aquecimento para o carnaval. Quem abre essa festa é o DJ PinaudPresskit, que comandou os projetos “Barco do Amor” e “Manga Rosa”. Pinaud, além do CD Telephunk, que lançou em 2018, produz o programa de rádio “Pinaud no Ar”, transmitido pela Dublab Brasil e a Rádio Gaivota. Logo em seguida, a banda Sinfônica Ambulante se apresenta trazendo a agitação do carnaval para o palco. 



SERVIÇO:
 Baile de Máscaras da Sinfônica Ambulante
Data: 17 de janeiro, sexta-feira
Hora: 21h
Entrada: Gratuita, a produção do evento pede que seja entregue 1kg de alimento não perecível. As doações serão encaminhadas para o Banco de Alimentos Herbert de Souza.

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/nº - Centro, Niterói

CAIXA CULTURAL RJ RECEBE EM JANEIRO DOIS ESPETÁCULOS TEATRAIS QUE ABORDAM A SAÚDE MENTAL



A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta os espetáculos “O Blá Blá Blá” e “Eu Não Sei Como Tudo Começou”, em curtíssima temporada, em dez apresentações de 14 a 25 de janeiro. As apresentações acontecem de terça a sábado, às 19h, com apoio da CAIXA e do Governo Federal.

Os espetáculos alertam para prevenção e cuidados com a saúde mental, assunto tão atual com a dinâmica do dia a dia do mundo moderno, com interpretação da atriz Mirian Panzer.

Em “O Blá Blá Blá”, uma mulher vive intensamente em busca da felicidade, a personagem vive o conflito entre o biológico e social. O espetáculo aborda a busca da felicidade e como conviver em um contexto que tenta padronizar os nossos desejos. Já no espetáculo “Eu Não Sei Como Tudo Começou”, quatro professoras prestam depoimento ao psiquiatra sobre os motivos "sanos" que as enlouqueceram. O espetáculo aborda a relação aluno e professor, a violência vivida dentro de sala de aula e o que isso pode desencadear na vida dos profissionais de educação.

Após as sessões, haverá debates com a participação de profissionais convidados da área da saúde e educação, dentre eles a atriz das peças, também psicóloga, Mirian Panzer. Espera-se criar um espaço de reflexão, ampliando o olhar sobre a questão saúde mental.

Desde suas estreias, respectivamente em 2016 e 2014, os solos teatrais já passaram por São Paulo e Santa Catarina, além do Rio. Mirian Panzer recebeu o prêmio ANCEC 2018 por seu empreendedorismo na arte. José Sisneiros, que dirige as peças, recebeu o prêmio SHELL 2005.

O Blá Blá Blã (divulgação)

Eu nao sei como tudo começou (divulgação)


Serviço:
Espetáculos “O Blá Blá Blá” e “Eu Não Sei Como Tudo Começou”
Duração: 50 minutos
Bate papo: 40 minutos
Curtíssima temporada: De 14 a 25 de janeiro de 2020, terça a sábado
(Terças e quartas – Eu não sei como tudo começou / Quintas, sextas e sábados – O Blá Blá Blá)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena (Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro - Metrô e VLT: Estação Carioca)
Informações: (21) 3980-3815Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Capacidade: 176 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: 14 anosAcesso para pessoas com deficiência
Apoio: 
CAIXA e Governo Federal

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Festival de Verão Arte na Rua segue em janeiro com grandes atrações


No segundo sábado de janeiro, 11, a partir das 16h, estão programadas três atrações que prometem animar o público: Sangrya, Garagem D e Gustavo di Pádua.

O verão está prestes a ficar mais especial. Com uma programação pensada para a estação mais calorenta do ano, o projeto Arte na Rua montou uma agenda cultural imperdível para os meses de janeiro, fevereiro e março. Apresentando o Festival de Verão, nome dessa edição especial, a nova proposta é que as apresentações aconteçam sempre aos sábados, a partir das 16h, na Praça Luiz Gomes em Piratininga. Com músicas, bandas e ritmos para todos os gostos, o evento ainda conta com com a presença da Casa do Artesão, das cervejarias artesanais, fomentando a economia criativa e incentivando a geração de renda no município.



Atrações:



Sangrya





Formado por Jean Oliveira (vocal), Rapael Marins (guitarra e vocal), Felippe Eggenstein (baixo e vocal) e Claudio Diirr (bateria), a banda Sangrya é conhecida pelas suas apresentações em encontros de Moto Clubes, como o Encontro Nacional de Motociclistas de Conceição de Macabu, Predadores MC de Miguel Couto e Niterói Moto Fest. O repertório do grupo traz covers de artistas e banda renomadas no mundo do rock n'roll, como AC/DC, Deep Purple, Kiss, Led Zeppelin e Steppenwolf.



Garagem D





Formada por artistas experientes no mundo da música, a banda Garage D procura dar uma nova roupagem para os hits de bandas e artistas consagrados. Com um repertório que revisita Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Ira, Cazuza, RPM, Simple Minds, Rita Leee e Rolling Stones, a banda convida o público para se acabar de cantar e dançar.



Gustavo di Pádua





Com cerca de 25 anos na estrada da música, Gustavo di Pádua já integrou bandas de rock e de heavy metal, como Aquaria e Gloria Opera; foi músico de Erasmo Carlos e de Sidney Magal e, hoje, é considerado uma referência da guitarra no Brasil, sendo, por dois anos seguidos, finalista do prêmio “Guitar Idol”, em Londres. Hoje, o músico apresenta o projeto “Tem rock no samba”, que propõe releituras de grandes clássicos do samba com a vibração do rock’n’roll, enfatizando a sensibilidade de canções que fazem parte da história da MPB.



Festival de Verão Arte na Rua



Iniciativa da Secretaria Municipal das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói (FAN), o Arte na Rua é composto por uma série de eventos gratuitos, das mais diversas linguagens artísticas, escolhidos por meio de Editais Públicos, que percorrem praças, ruas e equipamentos culturais de toda a cidade, levando os artistas para próximo do seu público. O Festival de Verão, com o apoio da CLIN, da COPOD e da NITTRANS, também visa sensibilizar a população em prol da conscientização ambiental e da educação no trânsito.



A programação segue janeiro com as bandas Experimenta e tal, Filhos de Sinhá, Sambalagandã, The Rock Zoo Band e os cantores Ritah Mansur e Claudia Foureaux.



SERVIÇO
Festival de Verão Arte na Rua
Com Sangrya, Garagem D e Gustavo di Pádua
Data: 11 de janeiro, sábado
Horário: A partir das 16h
Classificação indicativa: Livre
Local: Praça Luiz Gomes (praça do antigo toboágua)
Endereço: Av. Alm. Tamandaré - Piratininga, Niterói
ENTRADA GRATUITA

Sala Nelson Pereira dos Santos ganha homenagem a Sergio Sampaio


 A cantora Alice Sales se une ao grupo Papagaio Sabido para homenagear e trazer de volta às ruas o bloco do cantor e compositor Sérgio Sampaio (1947-1994). No evento, agendado para a quinta-feira, 16 de janeiro, às 20h, na Sala Nelson Pereira dos Santos, os artistas prometem mostrar um pequeno retrato da obra do capixaba conhecido como "maldito", artista indócil, que jamais se encaixou em rótulos ou se curvou para ser aceito.
No ano em que se completam 25 anos da sua morte e em busca de resgatar o desejo sadio da rebeldia criativa do mesmo, o intuito é homenagear esse grande ícone que foi considerado um "quase-louco" da sua época. Neste show, serão relembradas, em novos arranjos, construídos pela banda e pela cantora, canções dos três álbuns lançados em vida: "Eu quero é botar meu bloco na rua" (1973), "Tem que acontecer" (1976) e "Sinceramente" (1982) e do "Cruel", álbum póstumo lançado em 2006 sob a produção de Zeca Baleiro, em 2006. Há, ainda, canções do álbum "Sociedade da GrãOrdem Kavernista Apresenta Sessão das 10" (1971), resultado de um trabalho em conjunto de Sérgio Sampaio, Raul Seixas, Edy Star e Miriam Batucada.
Do samba e choro, ao rock'n roll, blues e balada, com a interpretação feminina, orgânica e o timbre elogiado de Alice Sales, aliado aos vocais refinadíssimos e à composição instrumental singular do Papagaio Sabido, esse show será um passeio por vários estilos musicais.


SERVIÇO:
Alice Sales e grupo Papagaio Sabido
Até outro dia – 25 anos sem Sergio Sampaio
Data: 16 de janeiro
Horário: 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira)
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379
CANAIS OFICIAIS DE VENDAS:
Pontos de Venda: bilheteria da Sala Nelson Pereira dos Santos
Chocolates Brasil Cacau - Niterói - seg - sex 9h às 19h
R. da Conceição, 101 – Centro

Arte na Rua Jazz e Blues - ContinenTrio no Bar da Máfia


Formado por três irmãos mineiros, Kiko, Jorge e Alberto Continentino, o ContinenTrio é o convidado do “Festival Arte na Rua Jazz e Blues”, no dia 16 de janeiro, quinta-feira, às 20h, no Bar da Máfia, em Itaipu.  

O ContinenTrio existe informalmente desde 1993/94, quando o caçula Alberto completou 15 anos, mas oficialmente, a estréia se deu em Belo Horizonte, no início do ano 2000, com a participação especial do pai do trio, Mauro Continentino. Durante os próximos 4 anos, o grupo se expandiu cada vez mais, apresentando-se em festivais, projetos de música instrumental e casas noturnas do país, chegando a lançar um álbum. A agenda era tumultuada, pois os irmãos se desdobravam entre seus shows instrumentais e o trabalho com Milton (Kiko), Skank (Jorge) e Caetano Veloso (Alberto).

O som do grupo parte de uma fusão original de tudo o que a antena parabólica dos irmãos consegue captar do jazz, rock, soul, samba, baião, blues, da música clássica ao oriente médio. Os três são compositores e arranjadores e o material autoral é a tônica do repertório da banda, que abre espaço pleno à ousadia e ao experimentalismo, seja na sonoridade, no timbre dos instrumentos, seja na inventividade dos arranjos, grooves e harmonias.

Músicos

Em 2005, Jorge foi morar nos EUA, por onde ficou por 12 anos, integrando o projeto "Forró in the Dark". Rodou o mundo e lançou álbuns e EPs, tocando também com Bebel Gilberto, David Byrne, entre vários nomes. Nesse mesmo período, gravou "Portrait", seu álbum solo de jazz, ministrou workshops nos EUA com o projeto Pifanology e participou como convidado da banda Red Hot Chilli Peppers, no Rock in Rio.

No Brasil, Kiko empreende alguns projetos instrumentais, como o Sambajazz Trio e MAKIMATRIO - dois álbuns lançados com cada grupo; Caixa de Música, com Mauro Senise e Leo Amuedo; seus Duetos com Paulo Russo e Jane Duboc; Quarteto com Nivaldo Ornelas, entre um sem fim de participações, arranjos e produção musical para diversos artistas. Com Lucynha, Valerie e Marcello Ferreira, criou em 2019 o projeto "Chansong" - homenagem a Tom Jobim e Michel Legrand, se apresentando em teatros Brasil afora.

Alberto deixou sua marca em álbuns conceituais com Ed Motta e Marcos Valle, fundou dois projetos como líder (Paraphernalia e Ultra Leve) e gravou um álbum solo festejado, "Ao Som dos planetas". Entre encomendas de arranjos, composições e trilhas, se desdobra em programas de TV e estúdios de gravação. Com o produtor Kassim, Alberto colaborou em diversos trabalhos da MPB e pop music. Como instrumentista, acompanhou diversas cantoras de projeção, como Adriana Calcanhoto, Vanessa da Mata, Ana Carolina, Baby Consuelo, Maria Rita, Gal Costa, Roberta Sá, Stacey Kent, entre tantas outras.


SERVIÇO
Arte na Rua Jazz e Blues - ContinenTrio
Data: 16 de janeiro de 2020, quinta-feira
Horário: 20h
Local: Bar da Máfia
Estrada Francisco da Cruz Nunes, 9777 - Itaipu, Niterói
EVENTO GRATUITO    

Zeca Baleiro apresenta "O Amor No Caos, voz e violões"


A Sala Nelson Pereira dos Santos apresenta nos dias 24 e 25 de janeiro, sexta e sábado, às 20h, o cantor e compositor Zeca Baleiro, que, acompanhado apenas de seus violões, traz canções do novo álbum, "O Amor no Caos", e de trabalhos anteriores, além de algumas releituras e surpresas.

O artista iniciou a turnê "O Amor no Caos" em 2018, antes mesmo de entrar em estúdio para gravar o disco. O período de gravação foi tão produtivo, que rendeu dois volumes de inéditas: o Vol.1, lançado em maio, e o Vol.2, que saiu em outubro de 2019. "O Volume 1 tem canções mais supostamente 'radiofônicas', já o segundo é mais acústico, mais reflexivo e emocionado", comenta o cantor e compositor maranhense.

Com os álbuns gravados, Zeca Baleiro retomou a turnê e criou uma outra dinâmica, com o repertório do show sendo alterado a cada apresentação. No show 'O Amor No Caos, voz e violões', além de uma proximidade maior com o público, Baleiro tem mais liberdade e espaço para improvisos, garantindo boas surpresas ao longo da apresentação. "Pensei o show com canções do novo álbum e algumas conhecidas rearranjadas, além de umas poucas releituras", conta Zeca Baleiro.

Para o roteiro, Baleiro fez uma seleção especial, incluindo criativas releituras de canções já consagradas como "Telegrama" (ZB) e "Quase Nada" (ZB e Alice Ruiz), entre músicas dos Volumes 1 e 2 de "O Amor no Caos", como as autorais "Sete Vidas", "Eu Chamo de Coragem" e "Ela Nunca Diz", e as parcerias com Frejat ("Te Amei Ali") e o uruguaio Dany Lopez ("Por Minha Rua"). "O resto é surpresa! Eu gosto de surpreender o público", se diverte Baleiro.

O Amor No Caos | Vol.1 e Vol.2

Produzido por Baleiro e sua banda, os dois volumes de "O Amor No Caos" também foram editados em vinil. O Volume 1 traz parcerias inéditas com Cynthia Luz e Rincon Sapiência, além de colaborações com companheiros de geração como Frejat e Paulinho Moska. Já no Volume 2, Baleiro canta com Diana Pequeno, Jade Baraldo, Tatiana Parra e a portuguesa Susana Travassos.



SERVIÇO
Zeca Baleiro em "O Amor No Caos, voz e violões"
Datas: 24 e 25 de janeiro, sexta e sábado
Horário: 20h
Ingressos: R$ 80,00 (inteira)
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
End: Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos
Telefone: 971 400 379

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

“Fabulices” no Solar do Jambeiro


Todos os domingos, a partir do dia 5 de janeiro a 2 de fevereiro, às 11h, vai acontecer, no Solar do Jambeiro, “Fabulices”, que tem o objetivo de dar uma repaginada nas fábulas mais populares. A lenda trata de certas atitudes humanas, como a disputa entre fortes e fracos, a esperteza, a ganância, a gratidão, o ser bondoso, o não ser tolo. A partir da ideia de harmonizar as diferenças, tão cultuada hoje em dia, dois palhaços (Marcela Galvão e Junior Mello) mostram à garotada as lições que podem aprender ao conhecerem o outro.
A partir da adaptação sobre as histórias e da direção dinâmica concebida por Marcello Caridade, juntando a trilha sonora original composta divertidamente por Glorinha Lattinni e Renato Pfeil, é possível ‘brincar’ de teatro com essas histórias que vem de geração em geração.
São encenadas “A casa da onça e do bode”, “O macaco e a velha” e “Moça baratinha” com o grande charme desta encenação que é o teatro dentro do teatro. Com a tagarelice própria de gente do ambiente teatral, os atores se transformam em seus personagens, enquanto levam pra cena as suas mesmices, tolices, rabugices do cotidiano.

Todas as fábulas ‘contadas’ – em uma linguagem popular e atualizada - são construídas em cena, com a ajuda da plateia, mostrando o processo do criar/construir. Toda linguagem teatral é usada em “Fabulices”, desde o gramelô – uma conversação improvisada – ao teatro de mamulengos.

Este espetáculo foi selecionado na Chamada Pública para Teatro Infantil em novos espaços cênicos da Prefeitura Municipal de Niterói, por meio da Secretaria das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói – FAN.

 

Serviço:
Fabulices
Datas: 05, 12, 19 e 26 de janeiro e 02 de fevereiro de 2020 - domingos
Horário: às 11h
Local: SOLAR DO JAMBEIRO
Endereço: Rua Presidente Domiciano, nº 195 – Boa Viagem – Niterói
Telefone: (21) 2109.2222
Ingressos: entrada gratuita (sujeito a lotação)
(senhas distribuídas com 30 minutos de antecedência)
Duração: 50min.
Lotação: 60 lugares
Classificação etária: LIVRE