terça-feira, 22 de março de 2016

LIBERTANGO comemora 20 anos de carreira com show inédito e convidados especiais na Caixa Cultural do Rio de Janeiro


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta o show inédito Tangos Hermanos- 20 anos do grupo LiberTango,de 29 a 31 de março (terça-feira a quinta-feira). O grupo formado pela família Caldi – a argentina Estela (piano) e seus dois filhos brasileiros, Marcelo (acordeom) e Alexandre (sopros) - comemora seu 20 anos com convidados ilustres: Yamandu Costa (violão), no dia 29; Soraya Ravenle (voz), no dia 30, e Hamilton de Holanda (bandolim), em 31 de março. Todos os espetáculos começarão às 19h.

No repertório do show, muitas composições de Piazzolla como Fuga y mistério, Contramilonga a la funerala, entre outras. O público também irá se surpreender com as versões “tangueadas” de músicas de Chico Buarque, Lupicínio Rodrigues e Marcos Sacramento. Considerado um dos mais expressivos grupos de tango no Brasil, o LiberTango já se apresentou em diversos festivais e gravou e tocou com grandes instrumentistas. Possui quatro CDs: Tangos hermanos (2013), Porteño (2010), Cierra tus ojos y escucha (2007) e LiberTango – a música de Astor Piazzolla (2005).

“Quando o LiberTango surgiu, meio de brincadeira, há 20 anos, nosso intuito era apenas interpretar a música do grande compositor argentino Astor Piazzolla. A resposta imediata do público foi tão positiva que logo percebemos o quão séria essa brincadeira iria se tornar. Agora, tanto tempo depois, podemos dizer que carregamos na nossa história, além de Piazzolla, os tangos tradicionais, o tango brasileiro, composições próprias, um público fiel e muitas parcerias! Então, nada mais justo do que celebrar nossos 20 anos de história trazendo ao palco alguns dos nossos parceiros mais talentosos! Cada noite uma história. Assim será nossa mini-temporada”, explica Alexandre Caldi.
Integrantes:
A pianista Estela Caldi é considerada uma das maiores intérpretes de Astor Piazzolla na América Latina. Radicada no Rio de Janeiro desde 1969, ganhou o título de mestre em piano no Brasil, nos anos 1980, na UFRJ, com tese sobre Rudepoema, a maior e mais desafiadora peça composta por Villa-Lobos para piano.

O acordeonista Marcelo Caldi alcançou projeção nacional, em 2012, a partir das homenagens ao centenário de Luiz Gonzaga, mostrando um lado orquestral e sinfônico do rei do baião, venceu o Prêmio Funarte e lançou o livro e o disco Tem sanfona no choro, edição do Instituto Moreira Salles.

Compositor, arranjador e instrumentista, Alexandre Caldi é um dos raros representantes do sopro brasileiro a incorporar influências latinas em sua obra de forma requintada e expressiva. É mestre em música pela Uni-Rio, com trabalho inédito sobre os contrapontos de Pixinguinha.

Convidados:
O gaúcho Yamandu Costa é um dos guardiões das tradições musicais do Sul do país, cuja principal característica está no diálogo com as influências argentinas e uruguaias. É considerado a maior referência mundial do violão de sete cordas.

Hamilton de Holanda se encontrou com o tango na adolescência, pelas águas do choro, cujas influências europeias e africanas também ajudaram a formatar o ritmo argentino. Em sua trajetória consta o prêmio de melhor instrumentista por unanimidade, na única edição e nas duas categorias - erudito e popular -, do Icatu Hartford de Artes 2001.

A cantora, atriz e bailarina niteroiense Soraya Ravenle vem emprestando seu lado dramático para dar vida a tangos tradicionais de Carlos Gardel, e mostrar um lado mais portenho de compositores brasileiros. Já participou de 30 musicais, em 28 anos de carreira. Recentemente, participou da novela I love Paraisópolis, na TV Globo.

Palestra sobre tango:
No dia 30 de março (quarta-feira), às 15h, será realizada uma palestra interativa com os integrantes do LiberTango direcionada a estudantes de música e interessados em geral no tema As raízes do tango brasileiro e do tango argentino. O evento terá entrada franca mediante inscrição pelo e-mail gasparinando@gmail.com.





Serviço:
Tangos Hermanos - 20 anos do grupo LiberTango
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Datas:
29/3 (terça-feira), com Yamandu Costa (violão);
30/3 (quarta-feira), com Soraya Ravenle (voz),
31/3 (quinta-feira), com Hamilton de Holanda (bandolim)
Horário: 19h
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 176 lugares (+ 3 para cadeirantes)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência


quarta-feira, 16 de março de 2016

A Casa dos Budas Ditosos em curta temporada no Teatro Municipal de Niterói


Em A Casa dos Budas Ditosos, uma comédia afrodisíaca adaptada por Domingos de Oliveira do romance homônimo de João Ubaldo Ribeiro, a atriz Fernanda Torres interpreta uma libertina baiana sexagenária que detalha as incontáveis experiências sexuais que teve ao longo da vida. Depois de grande sucesso pelas principais capitais brasileiras, incluindo apresentações em Portugal, o espetáculo voltou aos palcos com a temporada Verão 2016 no Teatro Oi Casa Grande e agora abraça o povo de Niterói com mais uma temporada nos dias 17 a 27 de março (quintas e domingos 19h sextas e sábados 20h), no Teatro Municipal João Caetano.

Quando Domingos de Oliveira há cerca de doze anos, leu pela primeira vez a obra de João Ubaldo percebeu imediatamente o valor dramático do texto. Nem todo livro rende uma boa adaptação teatral; A Casa dos Budas Ditosos, porém, é um livro escrito na primeira pessoa, é o depoimento de uma mulher que deseja dizer ao mundo que ousou cumprir sua vocação libertina e foi feliz, não há danação na luxúria. Nasceu teatro porque é oral e é oral porque, segundo o próprio João Ubaldo, nas primeiras páginas do livro: “é impossível falar sobre sexo na terceira pessoa”.

Para viver a personagem, Domingos pensou que "precisava de alguém que soubesse transitar por todas as idades, pelas diversas fases da personagem”.Ao diretor, pareceu que uma atriz que estivesse “entre os trinta e cinco e os quarenta e poucos, a melhor idade na vida de qualquer mulher”. Segundo a baiana do livro, seria o ideal para criar essa diversidade.

Esse artifício, simples e não realista, de ter uma atriz de meia-idade, vivendo uma mulher de idade que se lembra de todas as suas idades, acabou por acentuar o discurso libertário da baiana de João Ubaldo. Quem prega, confessa, ri é a mulher no seu ideal é uma imagem projetada e viva. Essa ilusão contribui para que a viagem sexo-sensorial, proposta por João Ubaldo, aconteça plenamente no teatro. É impossível ficar indiferente à seleção de homens e mulheres que a baiana evoca, como também é impossível, ao evocá-los, deixar de passar em revista o seu próprio memorial afetivo. Esse efeito colateral, talvez, seja a grande experiência sensorial do espetáculo.

“A narrativa de João Ubaldo Ribeiro contém nítida importância filosófica, disfarçada em folhetins de peripécias sexuais. O personagem sem nome que Ubaldo criou é sem dúvida uma deusa. Ela possui uma liberdade divina almejada na imaginação por todos nós e, na prática, inalcançável por qualquer um de nós”, diz Domingos.

Fernanda Torres encontrou nesse convite o projeto ideal para experimentar a possibilidade de se fazer teatro apenas com um ator, um texto e um microfone. Era uma vontade antiga que a atriz alimentava desde que assistiu pela primeira vez a Spalding Gray. A contundência do discurso sexual da baiana e a qualidade do texto de João Ubaldo deram segurança aos dois, Domingos e Fernanda, de optar pela limpeza absoluta, de confiar na máxima de que quanto menos, mais. Arriscaram deixar a personagem sentada, acompanhada apenas de alguns objetos, entre os quais, o maravilhoso livro Nossa Vida Sexual, de Fritz Khan, da Biblioteca do Avô da personagem, (que tivemos a alegria de encontrar num sebo de São Paulo) e os dois Budas Ditosos, estatuazinha em miniatura de dois budinhas praticando o sexo, “essas coisas milenares, de Chinês”.






Serviço
A Casa dos Budas Ditosos – Teatro Adulto
Datas: 17 a 20 e 24 a 27 de março
Horário: quintas e domingos 19h sextas e sábados 20h
Duração: 100 min
Classificação etária: 18 anos
Ingresso: R$ 90 (plateia, frisas e camarotes) R$50 (galeria)
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: 2620-1624

quarta-feira, 2 de março de 2016

Amelinha e Gibran Helayel - “Romance Moreno nas Janelas do Brasil” no Teatro Municipal de Niterói

AMELINHA E GIBRAN HELAYEL FAZEM SHOW INÉDITO NO MUNICIPAL DE NITERÓI

 Amelinha e Gibran Helayel apresentam no dia 10 de março, às 19 horas, no Teatro Municipal de Niterói, o espetáculo “Romance Moreno nas Janelas do Brasil”, onde comemoram 40 anos de carreira da cantora cearense.
 Misture a voz marcante de Amelinha, canções do maestro Gibran Helayel e a poesia de Castro Alves. Acrescente o empenho de músicos de primeira linha, muitas horas de ensaio, a escolha minuciosa do repertório e o desejo de comemorar em grande estilo os 40 anos de carreira da cantora cearense. O resultado é Romance Moreno nas Janelas do Brasil, um projeto musical com clássicos eternizados pela cantora cearense e canções criadas pelo compositor a partir de poemas do autor de Espumas Flutuantes.
 Não é preciso ir muito longe para ver que esta parceria promete dar novo fôlego à música popular brasileira. Se não, vejamos. A história de Amelinha é marcada por encontros generosos com compositores de peso que lhe deram preciosidades para seu repertório de intérprete. Já Gibran Helayel é um artista multifacetado, que se divide entre a composição, os instrumentos de cordas e a regência de coros. O trabalho mais recente da cantora foi o CD Janelas do Brasil, que rendeu também um registro ao vivo. Enquanto ele está prestes a lançar o livro de partituras Romance Moreno, com canções criadas a partir de poemas de Castro Alves.
 "Quando eu conheci o Gibran Helayel, tive a mesma alegria que invadiu meu coração tantas outras vezes. Ao ouvir sua música, tão suntuosa bem elaborada em tons de clássico, mas com sabor popular, encantei-me e foi se delineando uma ideia de que poderíamos fazer algo luminoso e descontraído. O Gibran tem um vasto conhecimento sobre arte e tem a vantagem de, por ser regente e lidar com vozes, entender o meu trabalho", declara Amelinha.
 Nascida em família afeita à música e às artes em geral e cantora desde os dois anos, Amelinha ouviu em primeira mão algumas das maiores pérolas da música brasileira quando ainda engatinhava na carreira. Recém-chegada em Fortaleza após morar um ano em São Paulo, na década de 70, ela conheceu Mucuripe, de Fagner e Belchior, quando o primeiro a apresentou à composição ao violão. Teve seu primeiro contato também com Terral pelas mãos do próprio autor, Ednardo. Depois, na volta ao Sudeste, foi a vez de Vinícius de Moraes levar à então aspirante a cantora profissional uma parceria sua com Toquinho chamada Ai Quem me Dera.
Já dando seus primeiros passos na música, a artista cearense, batizada pelos amigos conterrâneos de Flor da Paisagem - apelido que rendeu o nome de seu primeiro disco - foi apresentada a Tempo Rei pelo baiano Gilberto Gil. Frevo Mulher, um dos seus maiores sucessos, chegou a ela através de seu autor, Zé Ramalho, com um empurrãozinho de Geraldo Azevedo, que também a presenteou com o clássico Dia Branco. Consagrada como uma das maiores vozes femininas do país depois de gravar todas essas pérolas, Amelinha seguiu esbarrando muitos compositores pelos caminhos que trilhou. Em um encontro ao acaso com Gibran Helayel, descobriu uma nova e frutífera parceria.
"Minha admiração por Amelinha cresceu ainda mais nos primeiros encontros. Estudei violão, alaúde e harpa, participei de muitos recitais e shows e sempre compus música popular e instrumental. E trabalhar com Amelinha é gratificante e enriquecedor, porque além de uma sensibilidade artística altamente elaborada ainda tem essa voz telúrica, trovadoresca. É onde o sertão brasileiro e Andalucia se encontram. É daquelas cantoras que mesmo cantando à ‘palo seco’, seu canto chega longe, afirma Gibran.”
O encontro do músico do Rio de Janeiro com a cantora do Ceará se deu em Niterói, onde os dois estão radicados. Sem se dar conta, Gibran Helayel fez a mesma coisa que os outros: apresentou para Amelinha Pingos D’água no Capim ePingos nos Is, duas parcerias com Renato Rocha. A cantora se encantou com as canções e já começou a planejar o show. Do seu repertório, trouxe para o roteiro Galos, Noites e Quintais (Belchior), Felicidade (Marcelo Jeneci e Chico César),Terral (Ednardo), Gemedeira (Robertinho de Recife e Capinam), Periga Ser (Robertinho do Recife e Fausto Nilo),Légua Tirana ( Luiz Gonzaga), Romance da Lua Lua (Flaviola e Garcia Lorca), Chuva e Sol (Sá e Guarabira),Eternas Ondas (Zé Ramalho) e Noites de Cetim (Herman Torres e Sergio Natureza), além dos clássicos Dia Branco,Frevo Mulher ,Foi Deus Que Fez Você, Mulher Nova, Bonita e Carinhosa (Zé Ramalho e Otacílio Batista) eNoites do Rio (Caio Silvio). Essa última inspirou o cineasta Sérgio Bernardes a dizer que Amelinha deveria estar cantando em todas as janelas do Brasil e acabou dando nome a um dos discos da cantora (e, consequentemente, a esse show).
"Eu canto acompanhada de dois violões (Julinho Brown e Cesar Rebechi) e Gibran se apresenta sozinho, no formato voz e violão e em algumas canções acompanhado de Gabriel Ruiz, no cajon e vocal”.
Amelinha e Gibran Helayel levarão Romance Moreno nas Janelas do Brasil a diversas cidades brasileiras antes de iniciar apresentações no exterior onde o público terá a chance de conhecer o poder da música brasileira através de uma das nossas maiores vozes e através de um artista que tem um trabalho de composição bastante original e inspirado, que traz em seu canto e no violão influências musical de diversas procedências - dos trovadores do século XIII aos violeiros dos sertões brasileiros - além de intensas incursões no campo da música puramente instrumental.



Amelinha e Gibran Helayel (divulgação)

Serviço
Amelinha e Gibran Helayel - “Romance Moreno nas Janelas do Brasil”
Data: 10 de março
Horário: 19 horas
Duração: 90 min
Classificação etária: Livre
Ingresso: R$ 50,00
Local : Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua Quinze de Novembro, 35, Centro, Niterói

Lançamento do Livro 'O problema é ter medo do medo' da autora Ana Helena Tavares no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro

A Editora Revan está lançando no próximo dia 15, o livro O PROBLEMA É TER MEDO DO MEDO - O que o medo da ditadura tem a dizer à democracia?, da jornalista Ana Helena Tavares. É o primeiro livro da autora, mas o conteúdo transmite muita informação de peso pois ela entrevista pessoas importantes que viveram a época da ditadura. Alguns dos entrevistados são Dom Pedro Casaldáliga, os advogados de ex presos políticos Modesto da Silveira e Marcelo Cerqueira, e também os jornalistas Cid Benjamin e Alberto Dines, entre outros.

“Nesse período, em que tanto se debate o golpe militar e a ditadura, o livro de Ana traz, também, outro ensinamento: a busca pelo aprofundamento da democracia deve ser uma constante na vida das sociedades. É como se ela fosse um esforço sem fim. Que, tal como a linha do horizonte, cada vez que damos um passo em sua direção, parece se afastar. Não importa. Não nos deixemos levar pela ilusão. Cada passo é, sim, um avanço.” – Cid Benjamin.

O problema é ter medo do medo, o novo lançamento da Editora Revan, retoma o episódio da ditadura militar no Brasil. Apesar de tratar de um momento histórico do país, a obra escrita pela jornalista Ana Helena Tavares não pode ser considerada um livro de História, pois a partir das 26 entrevistas realizadas com personagens que viveram de perto este período, o livro consegue abordar, sem a censura dos anos de chumbo, um passado que ainda tem muitos reflexos no presente.

No livro, Ana Helena apresenta um extenso trabalho de campo, no qual ela passou pela experiência de ir a diferentes lugares para entrevistar pessoas que viveram intensamente a luta contra o medo instalado de 1964 a 1985 e que falam sobre a herança deixada para a democracia. São eles: Paulo de Mello Bastos, Dom Waldyr Calheiros, Brigadeiro Rui Moreira Lima, Capitão Fernando de Santa Rosa, Capitão Luiz Carlos de Souza Moreira, Coronel Ivan Proença, Dom Tomás Balduíno, Dom Pedro Casaldáliga, Tiuré Potiguara, Affonso Romano de Sant'Anna,  Alberto Dines, Evandro Teixeira, Milton Coelho da Graça, Silvio Tendler, Sérgio Ricardo, Dr. Hélio Bicudo, Dr. Modesto da Silveira, Dr. Marcelo Cerqueira, Dra. Rosa Cardoso, Cid Benjamin, Celso Lungaretti, Carlos Eugênio Paz, Aluízio Palmar, Marília Guimarães, Cecília Coimbra, Dra. Margarida Pressburger.

Segundo a autora, a ideia de fazer essa série de entrevistas surgiu em 2009, no entanto, a inspiração para o livro já a havia encontrado desde 2008, quando ela teve a oportunidade de ler um artigo sobre os 40 anos do Ato Institucional Nº 5, escrito pelo sociólogo Gilson Caroni Filho. “A leitura daquele artigo, com dados aterradores que eu desconhecia e que tantos jovens desconhecem, detonou em mim a vontade de gritar ao mundo a história do meu tio – torturado durante a vigência do AI-5, sem ser oposicionista de nada, sem que pertencesse a nenhuma organização política”, explica Ana Helena, que também apresenta no texto o relato pessoal das agressões feitas a seu tio, que sequer tinha envolvimento político na época.

Sobre a autora: Ana Helena Tavares é carioca, nascida em 1984, ano das “Diretas Já!”. Estudou no Colégio Pedro II, ao qual deve em grande parte sua formação humanística. Premiada em concursos de crônicas e monografias, tem textos em prosa e verso publicados em seis antologias. É jornalista, membro efetivo da ABI, e mantém o site de jornalismo político “Quem tem medo da democracia?” (http:// quemtemmedodademocracia.com). 




Serviço
Lançamento do livro 'O problema é ter medo do medo'  da autora Ana Helena Tavares
Dia: 15 de março
Local: Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro
Autora: Ana Helena Tavares
EDITORA REVAN
História/ Política
ISBN: 978 85 7106 553-6
300 páginas


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Projeto ECO, de Ivo Senra e Lúcio Vieira, no Bar Semente nas quintas-feiras de março


Os músicos Ivo Senra (sintetizador, bass synths e vocal) e Lúcio Vieira (bateria e bateria eletrônica) formam o projeto ECO Music Project, proposta de fusão de linguagens que transita pelos caminhos da música brasileira ao jazz, da música eletrônica erudita até a que se ouve nas pistas tocadas pelos DJ’s. O show desta dupla poderá ser conferido nas quintas de março no Bar Semente, na Lapa, sempre com convidado especial a cada apresentação - estão na lista os músicos Donatinho, Marcos Suzano, Marcela Mangabeira, Carlos Malta, Pandeiro Repique Duo, André Vasconcellos, Thiago Amud e Luis Leite. Será uma prévia do disco que será lançado em breve.

Este primeiro disco gravado em Nova York em 2015, que duo levará para o palco do Semente, foi produzido com sintetizadores, computadores, bateria acústica e pequenos aparelhos eletrônicos. O formato tem na sua essência uma combinação única de experimentalismo e comunicabilidade com o público. Ritmos brasileiros e universais são subvertidos e reinventados, numa estrutura em que se justapõe texturas sonoras, improvisação, contrastes súbitos de intensidades -- das levadas frenéticas às sugestões e ambiências -- numa montanha russa musical que abre novas portas e propõe novos caminhos para o instrumental brasileiro.
Ivo Senra, vencedor do "Prêmio da Música Brasileira" de 2012 como produtor musical, na categoria música eletrônica, vem sendo elogiado por veículos da imprensa internacional, como o New York Times (que saúda seus arranjos como "quebra-cabeças com múltiplas soluções") e o NPR.org, que o compara a George Martin, o "quinto Beatle", por sua atuação como produtor musical.

Lucio Vieira, vem se consolidando como um dos principais instrumentistas brasileiros, tendo tocado e gravado com artistas que vão do guitarrista virtuose do jazz fusion Frank Gambale a Dominguinhos, de Gilberto Gil a Leny Andrade, de Larry Coryel a Leila Pinheiro.

Aqui um trecho do duo em ação: https://www.youtube.com/watch?v=3TJa3hr02GQ


Ivo Senra e Lúcio Vieira, no Bar Semente (divulgação)


Serviço
Temporada de pré-lançamento do disco do ECO + convidados
Local: Bar Semente
Data: De 3 a 31 de março , às quintas-feiras
0 3/03 - Show Ivo Senra Sintetizador Solo com participacão de Donatinho
10/03 - Show Eco e convidados Marco Suzano e Marcela Mangabeira
17/03 - Eco e convidados Carlos Malta, Pandeiro Repique Duo  e Andre Vasconcellos
24/03 - Eco e convidado Thiago Amud
31/03 - Eco e convidados Luis Leite  e Donatinho
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30
Endereço: R. Evaristo da Veiga, 149 - Centro, Rio de Janeiro
Telefone:2507-5188 e 99781-2451
Capacidade: 150 lugares
Classificação etária: 18 anos.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Gika Mendonça lança livro de crônicas SURTANDO na Amazon em formato e-book


SURTANDO, segundo a autora são crônicas estilo Martha Medeiros com Sexy and The City onde discutem temas como: amor, solidão, solteirice, casamento, mundo virtual, recomeço e claro, toda sofrência que envolve relacionamentos. Autora também de O guarda-chuva vermelho pela mesma plataforma.
A partir, do dia 02 de março os internautas encontrarão o e-book a disposição pela Amazon no valor de R$ 4,99. Os 10 primeiros que comprarem e também avaliarem ganharão além de marcadores um brinde especial. 
Atenção: Faça um print ou foto da tela de compra e da tela de avaliação e torça para estar entre os 10. Envie para o e-mail: surtandogika@gmail.com com seu nome e endereço completo. 
(Não é sorteio.) 






Conhecendo GIKA
Gika Mendonça nasceu em 1977, é carioca, professora, escritora, blogueira, roteirista, devoradora de chocolate amargo, viciada em café forte, em livros do Stephen King e em filmes antigos em preto e branco.
É apaixonada por distopia, por ficção científica e por tudo relacionado a zumbis. Seu grande amor é sua filha peluda chamada Frida Maria, adotada há um ano.
Mestre em Letras pela UFRJ, divide seu tempo entre as salas de aula do Colégio Pedro II e a escrita.

Conheça mais sobre meu trabalho:
Amazon: O Guarda-chuva vermelho (Conto)
Facebook:
https://www.facebook.com/ofantasticomundodegika
https://www.facebook.com/gikamendonca
Grupo da autora: Devaneios de Gika Mendonça
Instagram: @gikamendonca
Snapchat: Gikamendonca
Twitter: Gikamendonca



Serviço:
Quando: a partir de 2/3/2016.
Nome: Surtando (e-book)
Autora: Gika Mendonça
Valor: 4,99
Os 10 primeiros que comprarem e também avaliarem ganharão além de marcadores um brinde especial.

Atenção: Faça um print ou foto da tela de compra e da tela de avaliação e torça para estar entre os 10. Envie para o e-mail: surtandogika@gmail.com com seu nome e endereço completo. (Não é sorteio.) 

‘O Mágico de Oz – A Magia da SimbiOZe’ no Teatro Municipal de Uberlândia


Após ser transportada para um mundo paralelo, chamado OZ, Dorothy encontra uma fada boa que lhe dá conselhos valiosos sobre comportamentos inspiradores, mas também um leão sem coragem que tem medo de se posicionar, um intolerante homem de lata, um espantalho que não acredita em seu potencial criativo e uma bruxa má que não tem nenhuma preocupação com a verdadeira evolução.
É assim que,através de personagens aclamados do cinema e do teatro,o espetáculo ‘O Mágico de Oz – A Magia da SimbiOZe’, que estará  em cartaz nos dias 30 e 31 de Março no Teatro Municipal de Uberlândia, propõe uma reflexão sobre a conscientização das novas gerações para a sustentabilidade. 
“Sabemos que a necessidade de mudarmos nosso comportamento é urgente e tratar esse tema com nossas crianças é imprescindível na busca por mais harmonia”, dizJerônimo Júnior, ator, escritor e um dos diretores da Agência Q9, que fará a peça na cidade.
Em cena, nove atores apresentam a história que, além do objetivo de despertar a consciência sobrea importância de promover o desenvolvimento sustentável de forma rápida e eficiente, promete muito riso e diversão para toda a família. “Somos especialistas em tratar de assuntos sérios com leveza e humor, o que torna a apreensão de conteúdo muito mais fácil e significativa”, garante Júnior.




Sobre a Agência Q9:
Fundada em agosto de 2013, a Q9 vem conquistando o Brasil com uma proposta inovadora, irreverente e inteligente. Somente nos meses de setembro e outubro de 2015,realizou 45 intervenções, entre peças de teatro e palestras, em diversas cidades do país passando pelos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Paraná. 
Durante o ano passado, foram mais de 12 mil Km rodados levandoconteúdos por vezes difíceis de serem tratados, porém muito melhor recebidos e apreendidos pelo público através do humor e da irreverência que fazem da Q9 um exemplo de atitude frente à mudança.
Por meio de metodologia própria (3Rs: Relaxar – Refletir – Reter), a Q9 desenvolve espetáculos, personagens e palestras para tratar de diversos temas, sempre utilizando a mistura: Humor + Música + Dança + Conteúdo.
Para saber mais: www.agenciaq9.com.br / @agenciaq9 / facebook.com/agenciaq9

Serviço:
O quê: Espetáculo ‘O Mágico de Oz – A Magia da SimbiOZe’
Quando: 30 e 31de Março às 20h
Onde: Teatro Municipal de Uberlândia– Av. Rondon Pacheco, 7070 - Uberlândia - (34) 3235-1568
Ingressos à venda em www.megabilheteria.com
Preços:R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

“Clementina, Cadê Você?” no Teatro Municipal de Niterói homenageando o Mês da Mulher



O Teatro Municipal de Niterói abre a sua programação de 2016 com um mês todo dedicado as mulheres, e pra começar com chave de ouro, o Municipal recebe nos dias 05 e 06 de março, o musical “Clementina, Cadê Você?”. O espetáculo conta a trajetória de Clementina de Jesus, uma das vozes mais importantes do samba.Com texto de Pedro Murad, direção de Duda Maia, além de Ana Carbatti interpretando a personagem título ao lado de 5 atores/músicos Z Bruno Barreto ou Pedro Miranda, Bruno Quixotte, Sergio Kauffmann, Vidal Assis e Wendell Bendelack.

Clementina de Jesus da Silva, neta de escravos, doméstica e descoberta como cantora aos 63 anos de idade. Há 50 anos Clementina tornava-se uma das mais importantes sambistas, considerada rainha do partido alto. “Busquei a fala da Clementina com textos publicados em jornais. Costurei uma dramaturgia de reminiscências, de lembranças que narram a trajetória pessoal e artística da sambista”, explica o autor Pedro Murad que completa: “Clementina não é o Brasil moderno, nem o Brasil Arcaico. Essa grande artista está na fronteira. Ela é uma personagem de transição do país, que chama muito atenção. Clementina representa o negro urbano descendente de escravos, a cultura negra carioca. A peça mostra como essa preta velha enxerga o Brasil do século XX”.

O musical mostra desde a infância de Clementina em Valença (Estado do Rio) até o descobrimento da cantora pelo produtor Hermínio Bello de Carvalho; o reconhecimento tardio da crítica e público; passando pela Portela; rodas de samba; Mangueira; Rosa de Ouro; as festas nas Igrejas da Penha e São Jorge. “O fascinante na personagem é a simplicidade em que ela imprimia em todas as atitudes e momentos”, descreve Duda Maia, que 12 anos foi a responsável pela direção de movimento e assistência de direção das encenações de João Falcão, como: Clandestinos, Gonzagão, O Pequeno Príncipe, Ensina me a Viver, entre outros. Também trabalhou com Aderbal Feire Filho e André Paes Leme. “Nasci no Rio, mas morei em Recife desde pequena. Voltei para a minha cidade aos 19 anos. Em 2000 trabalhava na peça Lisbela e o Prisioneiro, quando o Guel Arraes me apresentou ao João. Na época, assisti A Máquina, enlouqueci. Desde então não me separei profissionalmente do João”, revela a diretora.

Na peça os atores/músicos fazem todos os personagens que passaram pela vida da sambista. O Albino Pé Grande, marido da Clementina, é representado pelos cinco. A diretora usou a personalidade de cada ator para retratar as facetas do Albino: romântico, preguiçoso, maduro, criança, etc. “Não há truques, os atores não saem de cena. Utilizo o jogo teatral e pelo movimento, quase um ballet sem coreografia, consigo dar linguagem ao movimento de cena”, esclarece Duda.

São 25 músicas, nem todas cantadas na íntegra, acompanhas por pandeiro, cavaquinho, violão, tantã, flauta e tambor. Vidal Assis, músico parceiro do Hermínio Bello de Carvalho, participa do espetáculo e compôs uma música inédita para a peça. Os atores/músicos se revezam em formação variada. Normalmente os musicais mostram atores cantando com uma banda de suporte, porém em “Clementina, cadê você?” são seis pessoas que fazem tudo: cantam, interpretam, tocam e dançam. “O espetáculo é simples, não tem a estrutura dos grandes musicais. Clementina, Cadê Você? tem força, tudo na base da simplicidade”, diz o diretor musical Pedro   Miranda.

Com 30 anos de carreira, pela primeira vez Ana Carbatti é a protagonista de um musical. “A Duda trabalhou muito na direção do movimento, isso me ajudou na composição da personagem e também da postura. Tenho 43 anos e a peça começa com uma cena onde a Clementina tem 30 ou 40 anos a mais que eu. Apesar disso, o processo de construção da personagem me pareceu muito natural, fácil, orgânico, pois não buscamos imitar a Clementina. Procuramos a essência dela através da música, isso foi fundamental. Não tentamos copiar. Encontramos a Clementina dentro da minha voz, pois nosso timbre não é igual. A idéia era buscar a sonoridade dela, o jeito de cantar, os trejeitos e movimentos”, finaliza a atriz. O espetáculo foi contemplado com o Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz
2012.
Considerado um dos 10 melhores espetáculos de 2013 por Daniel Schenker, pesquisador e crítico teatral, e indicado ao Prêmio Questão de Crítica nas categorias melhor atriz (Ana Carbatti) e melhor iluminação (Renato Machado), o musical “Clementina, cadê você?”, que através de uma narrativa não linear conta a vida de Clementina de Jesus, realizou sua primeira temporada no Teatro Laura Alvim nos meses de outubro e novembro de 2013. Em fevereiro de 2014 realizou temporada popular no Teatro João Caetano alcançando também um grande sucesso de crítica e público. Em maio de 2014, o espetáculo participou do Festival Teatro na Contramão no Sesc Jacarepaguá, em junho do Festival X Tudo Cultural do Sesi e em agosto do Festival de Inverno do Sesc, realizando apresentações em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo. Em novembro participou do Circuito Sesc Consciência Negra, realizando apresentações nas Unidades Nova Iguaçu, São Gonçalo, Tijuca e Niterói. Em 2015, o espetáculo realizou temporada no Teatro Dulcina, compondo a programação do projeto Dulcina em Foco, atraindo novamente a atenção e o carinho do público do Rio. Atualmente, o espetáculo se prepara para a realização de turnê pelas cidades de Niterói, Vitória, Belo Horizonte, Campinas e São José do Rio Preto, através do patrocínio dos Correios.


“Clementina, Cadê Você?”  (divulgação)


Serviço
Espetáculo: Clementina, Cadê Você? - Musical
Datas: 05 e 06 de março
Horário: 17h e 20h
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)
Local: Teatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua Quinze de Novembro, 35, Centro, Niterói

Telefone: 2620-1624

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Candidata a Garota Mais Sexy, Leticia Matarazzo posa sensual

Candidata a garota mais sexy do Brasil, Leticia Matarazzo posou sensual e mostrou sua excelente forma pelas lentes do fotógrafo Davi Borges. A gata afirma que tem tudo para vencer o concurso, afirma que o conceito de ser sexy não é tão simples. “É difícil definir o que é ser sexy. É um conjunto de coisas. Mas o mais importante, é algo da gente, não adianta forçar. Eu por exemplo, sou naturalmente sexy”, acredita a gata.


Candidata a Garota Mais Sexy, Leticia Matarazzo posa sensual (Davi Borges)


Para as mulheres ficarem ainda mais sexy, o look é fundamental. “Algo que caia bem no corpo é importantíssimo”, afirma Letícia, que também acredita que a mulher tem o direito de se vestir como quiser. “A mulher pode se vestir como quiser, com um vestido transparente, de roupa curta, que merece o mesmo respeito com quem está bem coberta. O corpo é nosso e vestimos ele como quisermos. Temos o direito de não sermos assediadas apenas por causa da roupa”, pensa a beldade.
Letícia é dona de medidas invejáveis: 100 cm de quadril, 83 de busto e apenas 58 de cinturinha. 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

‘ALLAN KARDEC – Um Olhar para a Eternidade’ neste final de semana em Uberlândia

Falar de grandes homens, contar suas trajetórias e ilustrar suas etapas é fundamental para a cultura das sociedades. O teatro tem essa grande missão e responsabilidade, muito bem conduzida pela produção do maior espetáculo teatral já realizado sobre a vida do mestre do espiritismo, Allan Kardec, que aporta em Uberlândia nesta semana.
O educador, escritor e tradutor francês, Hippolyte León DenizardRivail, no século XIX conhecido como Kardec, edificou um dos maiores monumentos de sabedoria da Humanidade, desvendando grandes mistérios da vida, através da compreensão racional e científica das múltiplas existências. Sua observação dos fenômenos espirituais o colocou na galeria dos grandes missionários e benfeitores da história e seu trabalho instituiu os limites do homem com o universo. 
“Nosso objetivo é contar ao público, através da dramaturgia, a vida de Allan Kardec, de forma lúdica e biográfica, desde seu nascimento até sua morte, sem veneração religiosa ou intenção doutrinária. Retratar o pensamento do cientista, seu lado cético inicial e acontecimentos que o levaram a interagir no envolvente mundo dos espíritos. Buscamos traçar um perfil do homem que, através da ciência, desvendou uma nova doutrina e criou uma nova maneira de acreditar na vida. E nos mistérios além dela”, explica Rogério Fabiano, ator que interpreta o protagonista da história, e produz o espetáculo juntamente com a atriz, Érica Collares, que em cena vive a médium, Gertrudes Laforgue.
Na direção desse trabalho de enorme sucesso, que vem apresentando uma belíssima turnê com casas lotadas por onde passa (já foram mais de 500 apresentações e mais de 150 mil espectadores), está Ana Rosa, uma das mais brilhantes atrizes brasileiras, a qual, desde 1997, figura no Guiness Book como recordista mundial em atuações em telenovelas. 
“Resolvi aceitar esse desafio, principalmente, por tratar-se de um texto delicado, de uma enorme sensibilidade e muito bem elaborado por Paulo Afonso de Lima; pela tranquilidade de contar com a segurança de um elenco de alto nível artístico; e por se tratar da vida de Allan Kardec, o codificador do espiritismo. Não por acaso, felizmente, sou espírita praticante há mais de trinta anos. Portanto, estudante das obras básicas, os cinco primeiros livros de Kardec. Nada mais justo então, que buscasse no próprio Kardec inspiração para alcançar esse objetivo”, assinala Rosa.


‘ALLAN KARDEC – Um Olhar para a Eternidade’ (divulgação)


Serviço:
O quê: ‘ALLAN KARDEC – Um Olhar para a Eternidade’
Quando: sábado (20/02) às 18h30 e às 20h30 e domingo (21/02) às 18h30
Onde: Teatro Rondon Pacheco – Rua Santos Dumont, 517 - Centro – Uberlândia (MG)
Ingressos em www.megabilheteria.com e no teatro das 10h às 18h de segunda a sábado
Preços: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)