quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Encontro de Robertinho Silva e o Bloco Mulheres de Chico neste sábado no Bar do Tom no Leblon

O baterista, percussionista e compositor Robertinho Silva, músico atuante no cenário musical mundial desde o final dos anos anos 60, prestigia o Bloco Mulheres de Chico no ano em que o grupo comemora "cinco carnavais". O encontro acontecerá no palco do Bar do Tom, neste sábado, 24 de setembro, às 22 horas, após o sucesso das participações de Cláudio Lins e Marcelo Caldi, respectivamente. Artista respeitado internacionalmente, Robertinho Silva participará da apresentação do grupo feminino somando sua inspirada percussão aos arranjos criados pelas meninas para a também inspirada obra de Chico Buarque de Hollanda.



Bloco Mulheres de Chico no Bar do Tom (divulgação)




Serviço:
Encontro de Robertinho Silva e o Bloco Mulheres de Chico no Bar do Tom no Leblon
Data: dia 24 de setembro (sábado)
Horário: 22 horas
Bar do Tom
Rua Adalberto Ferreira, 32, Leblon - Rio de Janeiro
Ingressos: Setores A e Palco, R$ 80/ Setores Par e Ímpar, R$ 60
Classificação: 18 anos
Obs.: Lista Amiga, Idosos e Estudantes, 50% do valor de cada setor
Outras informações: 2274-4022
Capacidade: 300 lugares
Lista Amiga: enviar nome e sobrenome para blocomulheresdechico@gmail.com  ou colocar o nome na página do evento no Facebook ou ainda no tópico "Lista Amiga" na Comunidade do Bloco Mulheres de Chico no Orkut.

Samba com Tania Malheiros com repertório do primeiro CD "Deixa me benzer" no Espaço Cultural Rioprevidência neste sábado

A cantora Tania Malheiros comemora 10 anos de carreira interpretando o repertório de seu primeiro CD, “Deixa eu me benzer”, neste sábado, 24 de setembro, no Espaço Cultural Rioprevidência, na Avenida Professor Manoel deAbreu, 300, no Maracanã, às 16 horas, com entrada franca.
No show, ela estará em companhia dos músicos Henrique Martins (violão de  7 cordas), Leandro Samurai (cavaquinho) e Gabriel Buzunga (percussão). O CD teve participação especial e direção musical do maestro, pianista, compositor e arranjador Gilson Peranzzetta. São 12 sambas inéditos e duas regravações de músicas desconhecidas do grande público.
Entre os compositores há nomes consagrados como o próprio Peranzzetta, Paulo César Pinheiro, Wilson Moreira, Noca da Portela, Roberto Martins e debutantes em disco como Alexandre Pereira, Luiz Carlos de Souza,Dayse do Banjo e Cida Zanon.
O CD tem inéditas de Adilson Gavião e Sereno (Cristal Partido); Anselmo Ferraz e Carlos Gomes (Vagabundo); Tuninho Galante e Marceu Vieira (Palavras de Cal); Wilson Moreira e Marcos Paiva (Primazia); Henrique Damião, Alexandre Pereira e Roberto Serrão (Deixa eu me benzer); Guilherme Nascimento e Serrão (A fluente do meu ser); Noca da Portela e Serrão (Você me fez sorrir); Beto Fininho e Renato Fialho (Saga de Zumbi); Luiz Carlos de Souza (Onde está você); Dayse do Banjo e Cida Zanon (Força do Querer); Roberto Martins (Quando eu vou embora), e Gilson Peranzzetta e Paulo César Pinheiro (Quem não sabe amar); além das regravações de Derley (Jardineiro da Terra) e Pecê Ribeiro (Não tenho medo).
Dos 14 sambas, oito têm direção musical de Peranzzetta e seis, do músico e arranjador José Roberto Leão. A produtora cultural Eliana Peranzzetta teve participação importante em toda a produção do CD a partir do trabalho iniciado em 2009 por Gilson, seu marido.“Eles são uma benção, porque abraçaram o projeto totalmente, me apoiaram e ajudaram muitíssimo”, diz Tania.
Tania começou sua carreira na infância, em Niterói, acompanhando o pai, o cavaquinista Mucio de Sá Malheiros, já falecido.“Com papai no cavaquinho, eu cantava nas rodas no fundo de nosso quintal”, lembra. Formada em Jornalismo, voltou aos palcos em 2000, quando deu canjas em várias rodas de samba da cidade, entre elas, nos Escravos da Mauá e na Praça Mauro Duarte. Incentiva por amigos e sambistas, fez um ano de aula de canto até o primeiro show no ano seguinte. Não parando mais cantando assim: na Lapa, Zona Sul, Norte, Oeste, Baixada Fluminense, São Paulo.


Tânia Malheiros neste sábado no Espaço Cultural Rioprevidência (divulgação)

SERVIÇO:
Tânia Malheiros no Espaço Cultural Rioprevidência
Espaço Cultural Rioprevidência.
Avenida Professor Manoel de Abreu, 300, Maracanã - Rio de Janeiro
Horário: 16 horas
ENTRADA FRANCA
Censura: livre

Feijoada com o Grupo Roda de Bamba com convidado especial Jorge Aragão neste sábado no Bossa Nossa de Nova Iguaçu

Com participação especial de Jorge Aragão, o Grupo Roda de Bamba se apresentará neste sábado, 24 de setembro, a partir das 13 horas, na animada feijoada do Bossa Nossa de Nova Iguaçu até as 17 horas o chope será liberado.
No repertório estarão grandes sucessos de Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Beth Carvalho, Grupo Revelação, Exaltasamba, Martinho da Vila, Arlindo Cruz, Paulinho da Viola, além de uma leitura especial para hits de Marcelo D2, Seu Jorge e João Bosco. O grupo tocará também composições próprias que fazem parte do disco de estreia, intitulado Em Alto e bom som, aguardado para esse ano.
Formado por Ricardinho Ribeiro (vocal e cavaquinho), Raul André (vocal e surdo), Pé de Pano (violão) e Dinho (pandeiro e cuíca), o Grupo Roda de Bamba já dividiu o palco com grandes artistas como Dona Ivone Lara, Monarco, Leci Brandão, Almir Guineto, Diogo Nogueira, Luis Carlosda Vila, Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz. Em 2010 foram eleitos como um dos melhores shows da Lapa, no Centro do Rio, ao lado de nomes como Mart´nália, Lenine, Marcelo D2 e outros.

Jorge Aragão com Grupo Roda de Bamba no sábado (divulgação)


Serviço:
Feijoada do Bossa Nossa com Grupo Roda de Bamba
Participaçãoespecial de Jorge Aragão
Dia 24 de setembro (Sábado)
Horário: 13 horas
Rua Arcelino Pereira Neves, 33 – Lj. 1B – Nova Iguaçu - Rio de Janeiro
Preço: R$ 45,90 (Feijoada + Show + Chope liberado até 17 horas)
Mais informações: (21) 2667-4242.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

"A Confusão" retorna a cidade com muito Humor neste final de semana no Teatro Municipal de Niterói

A Cia. Arte de Interpretar devido ao sucesso retornará ao palco do Teatro Municipal de Niterói, neste final de semana de sexta a domingo, nos dias 23, 24 e 25 de setembro, com o espetáculo A Confusão. O espetáculo é baseado em textos clássicos do saudoso Ankito.
Com seis personagens, a peça conta a história de uma esposa ciumenta a Dilma (Danielly Dallier), que viaja e pede a sua amiga Edna (Amanda Gallo) que vigie o seu marido Mauro (Ramon Barros), ela aceita o pedido da amiga, o que ninguém imaginava era que a empregada Rosinha (Bianca Santos), tinha arrumado um noivo Kaka (Roberto Brener), completamente desatento, pessoa que vive no mundo da lua, resolvendo ir na casa de sua noiva, ele se depara com algumas cenas que o faz pensar coisas que não existem e com isso arruma uma tremenda confusão.
Boas gargalhadas é o que promete arrancar da platéia e acredita que o público sairá do teatro muito mais leve e sorridente, afinal é essa a proposta do espetáculo: fazer com que as pessoas esqueçam um pouco o cotidiano conturbado, em que estão cada vez mais a paciência é uma virtude.
A Confusão é uma peça adulta dessa companhia criada em Niterói, inicialmente para produzir espetáculos infantis, obtendo sucesso em todas as produções. O grupo acredita que agora chegou a vez de divertir os pais.
A peça será baseada nos textos do saudoso Ankito e quem assina a direção da montagem é o ator e diretor Guga Gallo, que comemora 37 anos de carreira.



"A Confusão" no Teatro Municipal de Niterói  


SERVIÇO: Comédia "A Confusão" no Teatro Municipal de Niterói
Período: 23 a 25 de setembro (Sexta a Domingo)
Horários: Sexta e sábado, às 21 horas; domingo, às 20 horas
Valor: R$ 30
Classificação etária: 12 anos
Duração: 80 minutos
Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de Novembro, 35 – Centro
Informações: 2620-1624










No Tempo dos Festivais nesta quarta-feira com a cantora Fátima Regina no Teatro Municipal de Niterói

Fátima Regina, artista de primeira linha no cenário nacional se apresentará nesta quarta-feira, 21 de setembro, às 20 horas, no Teatro Municipal de Niterói. O show é recheado de músicas dos consagrados Chico Buarque, Edu Lobo, Dory Caymmi, Gilberto Gil, Milon Nascimento, Tom Jobim, Caetano Veloso, Vinícius de Moraes e outros.
A cantora é daquelas que nunca abrem mão do que acreditam. Das experiências que vivenciou e de ter sempre a própria emoção como referência maior para a escolha do repertório que canta. E nesse momento aposta numa época marcante para todos nós, e que influenciou profundamente sua formação artística, a Era dos Grandes Festivais de nossa Música Popular. O inegável valor das obras de tantos artistas surgidos nesses festivais redefiniu os rumos de nosso cancioneiro e nos garante a certeza de estarmos diante de momento único.
Com a sensibilidade e a qualidade que sempre marcaram sua carreira, Fátima Regina nos relembra esse extraordinário momento com canções reveladas nesses festivais. São obras primas de Chico Buarque, Edu Lobo, Dori Caymmi, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Tom Jobim, Caetano Veloso, Vinícius de Moraes e tantos outros compositores e intérpretes que tiveram a oportunidade de verem obras suas lançadas, ouvidas e discutidas por todo o país, numa integração intérprete-platéia como nunca mais se viu.
Acompanham-na nessa viagem sentimental à nossa memória afetivo-musical, o maestro, arranjador e pianista Wilson Jorge Nunes, Flávio Santos – bateria, Renato Franco– Sax/flauta, Dudu Souza – contra baixo e Cassio Tucunduva – violão. Com direção geral de Robson Farah.


Cantora Fátima Regina no Teatro Municipal (divulgação)

Serviço:
No Tempo dos Festivais com a cantora Fátima Regina no Teatro Municipal de Niterói
Data: 21 de setembro (quarta-feira)
Horário: às 20 horas Valor: R$ 30
Classificação etária: Livre
Duração: 75 minutos
Teatro Municipal de Niterói
Rua XV de Novembro, 35 – Centro
Informações: 2620-1624












Livraria Icaraí da UFF fará bate-papo com “sobreviventes” de Ultima Hora nesta quarta-feira

O livro “A Ultima Hora (como ela era)”, do jornalista Pinheiro Junior, será lançado na Livraria Icaraí da Editora da UFF*, em Niterói, nesta quarta-feira, 21 de setembro, a partir das 18 horas. A noite de autógrafo ocorrerá durante bate-papo com o autor e outros “sobreviventes” do jornal de Samuel Wainer. Será aberta com a projeção de imagens e primeiras páginas do diário que completa 60 anos de fundação. O documentário é uma realização do jornalista Alcyr Cavalcanti, participante do bate-papo junto com Sérgio Caldieri e Mario Augusto Jakobiskind, especialistas em mídia impressa. 
Perseguida desde a fundação e envolvida em episódios que culminaram com o suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 1955, Ultima Hora (UH) foi metralhada, saqueada e incendiada em1964, durante o golpe militar, acabando por ser vendida a próceres da ditadura em 1972.  É essa a epopéia revivida em 51 capítulos compactos e de agradável leitura que compõem “A Ultima Hora (como ela era)”. O autor Pinheiro Junior militou em UH por 17 anos, com funções de repórter a diretor responsável. Ele explica que seu livro tem ritmo de romance-reportagem, mas preserva com realismo o clima da época em que o jornal circulou com edições produzidas no Rio, Niterói, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Recife. Assim, foi na época a maior rede jornalística do País, revolucionando a imprensa com programações visuais ágeis, coloridas, destaque fotográfico e manchetes consideradas “as mais criativas de todos os tempos”.
A redação de UH é descrita por Pinheiro Júnior como um “palco iluminado”, onde pontificaram celebridades, como o próprio fundador Samuel Wainer e o teatrólogo Nelson Rodrigues, mais famoso colunista do jornal – com seu folhetim “A vida como ela é” -, além de colaboradores do quilate de Jorge Amado, Di Cavalcanti e Vinicius de Morais. Enquanto isso, Stanislaw Ponte Preta, Adalgisa Nery, Antônio Maria, Moacir Werneck de Castro e dezenas de outros escritores mantinham colunas diárias em UH. Poucos intelectuais que marcaram as décadas de 1950 e 1960 deixaram de emprestar seus talentos a este que foi “o diário mais charmoso e alegre da imprensa brasileira” no dizer de Pinheiro Junior. Para provar isso, ele reproduz cenas curiosas e hilariantes que fizeram a fama de jornalistas como o niteroiense Augusto Donadel Jorge e o repórter policial Amado Ribeiro. Este, um controvertido personagem da peça “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, cuja repercussão motivou seu rompimento com Samuel Wainer em dramático episódio narrado no livro.
Editado pela Mauad e prefaciado pelo presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo - também um “sobrevivente” de UH -, o livro relaciona na abertura os personagens que transitam por suas páginas, numa antevisão dos dramas, farsas, comédias e tragédias retratados pelo autor. 
(*) A Livraria Icaraí da Editora da UFF fica na Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, anexo à Reitoria da Universidade Federal Fluminense.




Serviço:
Livraria Icaraí da UFF fará bate-papo com “sobreviventes” de Ultima Hora
Data: 21 de setembro (quarta-feira)
Horário: 18 horas
Livraria Icaraí - Editora UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí - Niterói (Anexo à Reitoria da UFF)
Entrada Franca

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Samba da Alforria receberá Moyseis Marques nesta sexta-feira no Grajáu Tênis Clube

O samba da Alforria  receberá  nesta sexta-feira, 23 de setembro, a partir das 20 horas, o cantor e  compositor  Moyses Marques, a partir R$ 10, no Grajaú Tênis Clube, no Rio de Janeiro.

Moyseis Marques por Ruy Castro

O nome de Moyseis Marques é uma relativa novidade ou acabou de cair do céu, é porque você não está freqüentando os lugares certos da noite carioca – a Lapa, a Gamboa, a Muda e outras quebradas em cujas casas, rodas e gafieiras ele se apresenta toda semana.
Nesse caso, você nem desconfia do que está perdendo. Ou, então, não tem conversado com os cardeais, os ministros-conselheiros do samba, os quais, se você lhes pedir referências sobre Moyseis Marques, responderão com tanto entusiasmo que você se perguntará por quais estrelas andou pisando distraído nos últimos anos. Duvida?
Pergunte a Nei Lopes, Wilson Moreira – uma turma dura na queda quando se trata de elogiar alguém. Pergunte a Aldir Blanc, que foi às lágrimas recentemente no Estephanio’s, na Tijuca, ao ouvir Moyseis cantar “Imperial”, dele, Aldir, e de Wilson das Neves.
Pergunte a Elton Medeiros, que dividiu com Moyseis o microfone em “14 anos”, de Paulinho da Viola, neste seu primeiro disco solo, Moyseis Marques, pela Deckdisc.
Ou pergunte ao fabuloso Paulão Sete Cordas, que entrou no disco para fazer dois arranjos e tocar violão, mas empolgou-se com Moyseis e participou do coro em oito faixas e deu palpites no disco inteiro.
Talvez Moyseis seja um daqueles casos de quem se diz que levou a vida inteira para fazer sucesso da noite para o dia. Por sorte, essa “vida inteira” se resume a apenas 28 anos, e esse número pode ser ainda mais abreviado se considerarmos que, até os dezessete, Moyséis nunca tinha ouvido samba direito. Como milhões de outros jovens brasileiros, ele era uma vítima da visão estreita e injusta do establishment musical, que, nos anos 80 e 90, condenou o samba a um gueto do qual só podia sair no Carnaval e olhe lá.
Com isso, Moyséis, criado na Vila da Penha, cresceu sem conhecer Tom Jobim, Paulinho da Viola ou Chico Buarque, e sem nunca ter ouvido falar em Ary Barroso, Wilson Batista ou Ataulpho Alves. Mas, a provar que o samba está no nosso DNA e que, mesmo clandestinamente, corre na mainstream sanguínea do brasileiro, bastou a Moyseis romper a casca do ovo – as festas em igrejas.
Os cardeais do samba abriram seus braços para Moyseis porque o reconhecem como um dos seus. E ele não os desaponta, fazendo desse seu disco de estréia um panorama do samba de todas as épocas. 
 Os cardeais do samba abriram seus braços para Moyseis porque o reconhecem como um dos seus. E ele não os desaponta, fazendo desse seu disco de estréia um panorama do samba de todas as épocas.
Nele cabem Paulo César Pinheiro (“Nomes da favela”) e Dona Ivone Lara (“Minha verdade”) até Gordurinha (“Meu enxoval” e “O vendedor de caranguejo”) e o maravilhoso – e que só os muito por dentro amam – Geraldo Jacques (“Falsa patroa”), mais conhecido por “Adeus, América” e “Tin-tim por tin-tim”. Mesmo as cinco faixas que Moyseis assina em seu disco como compositor (às vezes em parceria com Daniel Scisinio, João Callado e Rodolfo Dutra) soam bem na chapa ao lado dos sambas dos mestres.
Não se sabe ainda se é desta vez que o samba voltou para ficar. O que se sabe é que ele é tão forte que, quando os ritmos espúrios se esgotam, o establishment, mesmo a contragosto, tem de chamá-lo de volta.
O samba, então, comparece e desempenha. E, enquanto continuar gerando grandes jovens talentos como Moyseis Marques, dele seremos gostosamente escravos, bons da cabeça e saudáveis do pé.
(Ruy Castro)

O Samba da Alforria retorna ao Rio o clima saudoso do samba boêmio, executado com maestria, samba pra dançar e cantar.
Com um côro de pastoras, de respeito. A roda chama-se “Samba da Alforria”, por uma referência aos abolicionistas e também por vir na contra-mão do que é mais propagado. Libertação é a palavra de ordem do Samba da Alforria. Liberdade para tocar e cantar músicas maravilhosas que esquecidas pelas rádios mais populares, voltam ao seu lugar de origem: A boêmia carioca.


Moyseis Marques no Samba da Alforria (Divulgação)

Serviço:
Samba da Alforria recebe Moyses Marques
Data: 23 de Setembro (sexta-feira)
Grajaú Tênis Clube 
Avenida Engenheiro Richard, 83 - Grajaú - Rio de Janeiro
Horário: 20 horas
Entrada: R$ 10 (Preço Popular)
Informações: (21) 8384-5010 (Luciano Santos) / (21) 8384-5031 (Flávia Castro)
Classificação: 14 anos

Exposição "Luminar" da Artista Plástica Olga Brahim na Biblioteca Pública de Niterói até 7 de Outubro

A artista plástica niteroiense, Olga Brahim realizará a  exposição de quadros “Luminar” na Biblioteca Pública de Niterói sob a curadoria de Paulo Roberto Cecchetti, com entrada gratuita.
O vernissage acontecerá nesta quinta-feira, 22 de setembro, das 17 horas às 19h30m e a exposição ficará aberta ao público até o dia 7 de outubro.



Serviço:
Exposição "Luminar" da Artista Plástica Olga Brahim
Período: 23 de setembro a 7 de outubro
Bibloteca Pública de Niterói
Praça da República, s/n – Centro –Niterói
Entrada Gratuita

Lançamento do cd "Deixo-me acontecer" da cantora Gabi Buarque nesta terça-feira no Centro Cultural Carioca

Nesta terça-feira, 20 de setembro, a partir  das 21 horas, a cantora e compositora Gabi Buarque lançará seu primeiro cd "Deixo-me acontecer" no Centro Cultural Carioca com ingresso a R$ 15 para animar a sua semana. No repertório coco, maracatu, samba, choro, cantiga... acompanhada por Mig Martins (violão), Joana Queiroz (clarineta), Rodrigo Ferreira (baixo), Helbe Machado (bateria), Michel Feliciano (percussão). Com participações especiais de Pedro Miranda e Alan Rocha.



Serviço:
Lançamento do cd "Deixo-me acontecer" da cantora Gabi Buarque
Dia 20 de setembro
Horário: às 21hs
Ingresso R$ 15
Centro Cultural Carioca
Rua do Teatro, 37 - Centro - Rio de Janeiro
Reservas: 2252-6468

Início da Primavera ao som de Harpa no Museu do Ingá

O Museu do Ingá apresentará nesta quarta-feira, 21 de setembro, o Concerto de Abertura da Primavera, às 19 horas, com a harpista Vanja Ferreira e o flautista Helder Teixeira.
A intérprete Vanja Ferreira, que toca harpa céltica e harpa de pedais, terá em seu repertório, músicas como, Watching the Wheat e Homenagem à Fauré.

Programa:
J.S. BACH - Andante da Sonata nº 2 para violino solo
VIRGILIO MORTARI - Sonatina Prodigio
Alph. HASSELMANS - La Source op. 44
JOHN THOMAS - Watching the Wheat
FELIX GODEFROID - Étude de Concert en Mi b mineur op. 193
MURILLO SANTOS - Homenagem à Fauré
GABRIEL FAURÉ - Impromptu op. 86

Harpista Vanja Ferreira (divulgação)

Flautista Helder Teixeira (divulgação)

Serviço:
Harpa no Museu
Data: 21 de setembro (quarta-feira)
Horário: 19 horas
GRATUITO
Local: Museu do Ingá
Rua Presidente Pedreira, 78 - Ingá
Tel: (21) 2717-2919