sexta-feira, 15 de novembro de 2019

MOSTRA EXIBE CLÁSSICOS DO CINEMA AFRICANO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 de novembro a 1º de dezembro de 2019 (terça-feira a domingo), a mostra Clássicos africanos - A primeira geração de cineastas na África do Oeste. Com curadoria de Tiago Castro Gomes, a programação reúne 22 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, incluindo cópias restauradas em exibição pela primeira vez no país, além de mesas de debate com especialistas. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

“O mote é abordar os cinemas africanos do ponto de vista dos cineastas pioneiros”, explica o curador da mostra, Tiago Castro Gomes. “Os realizadores escolhidos foram fundamentais para as cinematografias de seus respectivos países e trouxeram luz para a produção do continente em geral. Havia um intenso diálogo entre vários deles durante o despertar das cinematografias africanas, nas décadas de 1960 e 1970, após a descolonização.”

Castro fala de filmes como A mulher com uma faca (1969), de Bassori Timité, um dos primeiros longas-metragens da Costa do Marfim. Restaurado este ano, o filme será exibido na abertura da mostra (confira a programação completa abaixo). “A restauração foi feita a partir dos negativos de imagem e som originais em 35 mm e supervisionada pelo próprio diretor. Será a primeira exibição dessa versão no Brasil”, conta.

Outros destaques são Carta camponesa (1975), de Safi Faye, considerado o primeiro longa-metragem feito por uma mulher da África subsaariana e distribuído comercialmente no mercado internacional, e Muna Moto (1975), primeiro longa-metragem do diretor Jean Pierre Dikongué, de Camarões, que também acaba de ser restaurado.

Obras que lidam com questões do seu tempo:
Castro destaca que os espectadores não familiarizados com os cineastas africanos poderão encontrar obras que “lidam com as questões do seu tempo, quando as ex-colônias africanas lidavam com a descolonização”. Segundo ele, são documentários e filmes de ficção que abordam as mudanças, as esperanças e as contradições de um conjunto de países e povos. “Esteticamente, trazem a marca das músicas africanas, da tradição oral, do neocolonialismo, da pluralidade de culturas e povos em um mesmo Estado-nação.”

A mostra é uma realização da Insensatez Audiovisual e Luzes da Cidade – Grupo de Cinéfilos e Produtores Culturais. A programação completa está disponível no site www.classicosafricanos.com.br.

Programação:
19 de novembro (terça-feira)
19h - A mulher com uma faca (La femme au couteau, 1969), de Bassori Timité, Costa do Marfim, 80 min, 14 anos

20 de novembro (quarta-feira)
17h - Sessão de curtas 1: África sobre o Sena (Afrique sur Seine, 1955), de Paulin Soumanou Vieyra, França/Senegal, 21 min, Livre; O carroceiro (Borom Sarret, 1963), de Ousmane Sembène, Senegal, 21 min, 10 anos;  Contra’s city (1968), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 22 min, Livre; Lamb (1963), de Paulin Soumanou Vieyra, Senegal, 27 min, 10 anos
19h - Emitai (1971), de Ousmane Sembène, Senegal, 96 min, 14 anos

21 de novembro (quinta-feira)
17h - Touki bouki – A viagem da hiena (Touki bouki, 1973), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 95 min, 16 anos

22 de novembro (sexta-feira)
17h - Ó, Sol (Soleil O, 1967), de Med Hondo, França/Mauritânia, 98 min, 14 anos
19h - A negra de... (La noire de..., 1966), de Ousmane Sembène, França/Senegal, 56 min, 14 anos

23 de novembro (sábado)
15h - Touki bouki – A viagem da hiena (Touki bouki, 1973), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 95 min, 16 anos
17h - Sessão de curtas 2: Cantores tradicionais das Ilhas Seicheles (Chanteurs traditionnels des Îles Seychelles, 1978), de Souleymane Cissé, Mali, 15 min, Livre; O anel do Rei Koda (La bague du Roi Koda, 1962), de Moustapha Alassane, Níger, 24 min, Livre; Le Wazzou polygame (1970), de Oumarou Ganda, Níger, 38 min, 14 anos
19h - Sessão de curtas 3: Môl (1966), de Paulin Soumanou Vieyra, Senegal, 27 min, Livre; Badou boy (1968), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 56 min, 10 anos

24 de novembro (domingo)
15h - Sessão de curtas 4: Fontes de inspiração (Sources d'inspiration, 1968), de Souleymane Cissé, Mali, 7 min, Livre; Nos bastidores (L’envers du décor, 1981), de Paulin Soumanou Vieyra, Senegal, 26 min, 10 anos; Parlons grand-mère (1989), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 34 min, 10 anos
17h - A garota (Den muso, 1975), de Souleymane Cissé, Mali, 88 min, 16 anos
19h - Mandabi (1968), de Ousmane Sembène, Senegal, 86 min, 12 anos

26 de novembro (terça-feira)
17h - Mandabi (1968), de Ousmane Sembène, Senegal, 86 min, 12 anos
19h - Muna Moto (1975), de Jean-Pierre Dikongué Pipa, Camarões, 85 min, 12 anos

27 de novembro (quarta-feira)
16h30 - Fad’jal (1979), de Safi Faye, França/Senegal, 112 min, 10 anos
19h - Sessão de curtas 2: Cantores tradicionais das Ilhas Seicheles (Chanteurs traditionnels des Îles Seychelles, 1978), de Souleymane Cissé, Mali, 15 min, Livre; O anel do Rei Koda (La bague du Roi Koda, 1962), de Moustapha Alassane, Níger, 24 min, Livre; Le Wazzou polygame (1970), de Oumarou Ganda, Níger, 38 min, 14 anos

28 de novembro (quinta-feira)
17h - A garota (Den Muso, 1975), de Souleymane Cissé, Mali, 88 min, 16 anos
19h - A mulher com uma faca (La femme au couteau), 1969, de Bassori Timité, Costa do Marfim, 80 min, 14 anos

29 de novembro (sexta-feira)
15h - Sessão de curtas 3: Môl (1966), de Paulin Soumanou Vieyra, Senegal, 27 min, Livre; Badou boy (1968), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 56 min, 10 anos
17h - Sessão de curtas 4: Fontes de inspiração (Sources d'inspiration, 1968), de Souleymane Cissé, Mali, 7 min, Livre; Nos bastidores (L’envers du décor, 1981), de Paulin Soumanou Vieyra, Senegal, 26 min, 10 anos; Parlons grand-mère (1989), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 34 min, 10 anos
19h - Carta camponesa (Lettre paysanne, 1973), de Safi Faye, França/Senegal, 98 min, 14 anos

30 de novembro (sábado)
14h30 - Sessão de curtas 1: África sobre o Sena (Afrique sur Seine, 1955), de Paulin Soumanou Vieyra, França/Senegal, 21 min, Livre; Contra’s city (1968), de Djibril Diop Mambéty, Senegal, 22 min, Livre; O carroceiro (Borom Sarret, 1963), de Ousmane Sembène, Senegal, 21 min, 10 anos; Lamb (1963), de Paulin Soumanou Vieyra, Senegal, 27 min, 10 anos
16h30 - Fad’jal (1979), de Safi Faye, França/Senegal, 112 min, 10 anos
19h - Ó, Sol (Soleil O, 1967), de Med Hondo, França/Mauritânia, 98 min, 14 anos

1º de dezembro (domingo)
15h - Carta camponesa (Lettre paysanne, 1973), de Safi Faye, França/Senegal, 98 min, 14 anos
17h - Emitai (1971), de Ousmane Sembène, Senegal, 96 min, 14 anos
19h - Muna Moto (1975), de Jean-Pierre Dikongué Pipa, Camarões, 85 min, 12 anos


Serviço:
Mostra Clássicos africanos - A primeira geração de cineastas na África do Oeste
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Cinema 2 (Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro - Metrô e VLT: Estação Carioca)
Data: de 19 de novembro a 1º de dezembro de 2019 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Informações: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Duração: Consultar programação
Classificação Indicativa: Consultar programação
Capacidade: Cinema 2 - 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Roda de capoeira promove socialização e melhoria à saúde

 
Domingo (17/11), a partir das 10h, será dia de esporte e socialização na Lona Cultural Lídia Maria da Silva, localizada no bairro Jardim Catarina. O projeto "Roda de Mês", da Associação de Capoeira Angonal, comandado pela Mestra Lilla, vai promover um aulão de capoeira, que será aberto à população e terá entrada gratuita. A iniciativa tem apoio da Prefeitura de São Gonçalo, através da Secretaria de Turismo e Cultura (SMTC), e da Fundação de Artes, Esporte e Lazer (Faesg)

De acordo com mestra Lilla, "a Roda de Mês é uma forma de promover entrosamento entre vários núcleos que cada grupo de capoeira tem. O aulão é aberto a todos os capoeiristas. O projeto visa divulgar a atividade e também a lona cultural, que está funcionando a todo vapor, com trabalhos consistentes e que buscam envolver a população cada vez mais", explica Lilla.

Para manter e ampliar a realização do projeto, além do apoio da Prefeitura de São Gonçalo, os organizadores buscam apoiadores/patrocinadores.

"O trabalho realizado nesse projeto abre espaço para a inclusão social, além de agregar disciplina e promover melhorias à saúde dos participantes através da atividade esportiva", avalia o secretário de Turismo e Cultura de São Gonçalo, Carlos Ney Ribeiro.


A Lona Cultural Lídia Maria da Silva fica na Praça Jornalista Valfrido Rocha, situada na Rua Albino Imparato, s/nº, Jardim Catarina, São Gonçalo – RJ.

I Salão do Leitor – Niterói Cult” ocupa o Sola do Jambeiro, em 4 dias inteiros de programações literárias


As comemorações pelo aniversário de Niterói continuam com o “I Salão do Leitor - Niterói Cult”, que vai ocupar o histórico Solar do Jambeiro com diversas atividades literárias e com as presenças de alguns dos mais importantes autores, artistas e pensadores brasileiros, que vão falar de humor, política, futuro, cinema, quadrinhos, escrita, conto, prosa e poesia, sempre pautados pelo protagonismo do leitor, o ‘consumidor final’.

Na programação, nomes como Paulo Lins, Roberto DaMatta, Claudia Nina e Cristiane Costa (21/11); Laura Carvalho, Marcelo Moutinho,  Luiz Ruffato, Ana Maria Gonçalves, Cristian Brayner, Samuel Abrantes e Flávia Oliveira (22/11); Marco Lucchesi, Ricardo Aleixo e Claufe Rodrigues (23/11); Rosane Svartman, Eliane Alves Cruz, Otávio Jr, Luciana Bezerra e Luciano Vidigal (24/11).

Paralelos aos encontros, há o palco aberto e ‘farmácia literária’, batalhas poéticas em rodas de rima e Slams de poesia, sarau, feira de HQs, oficinas da escola de desenho Animator Studio e contação de histórias, além de atividades para crianças e idosos oferecidas pela Biblioteca Parque de Niterói.
Encontro de jovens com Paulo Lins, fórum das festas literárias e livros dos ‘Cassetas’

Também está confirmada, na Ocupação Biblioteca Parque, a participação dos ‘Cassetas’ Beto Silva (lançando o livro o livro ‘Estão Matando os Humoristas’, no dia 21, com mesa de autógrafos) e Hélio de La Peña (que vai fazer leitura do seu romance infanto-juvenil ‘Vai na bola, Glanderson!’, no domingo, dia 24). Paulo Lins – roteirista e escritor, autor do histórico romance ‘Cidade de Deus’, participa da Ocupação, em um encontro com jovens leitores, alunos do ensino fundamental.

O ‘lugar’ desses jovens leitores é uma das pautas do encontro ‘A Festa Literária do Amanhã - Como será?’, no dia 21 de novembro,  com o Secretário Municipal das Culturas de Niterói, Victor De Wolf, e representantes das principais festas e movimentos literários do Estado do Rio. Um espaço para pensar em como vão ser as festas literárias no futuro e quem é o seu público, com mesa/ troca de ideias aberta. Estarão presentes Bruno Vater (CUFA - Festival Favela Literária); Celso Possas Jr. (Feira Literária de Niterói - Flinit); Cristina Oldemburg (Festa Literária da Serra Imperial - FLISI); Dani Bernardino (Festa Literária das Periferias - FLUP); José Fontenele (Festa Literária de Campo Grande - Flicamp); e Rodrigo Santos (Sarau Noite na Taverna).

Do ‘outro lado do balcão’, com a palavra, o leitor: O Fórum de Clubes de Leitura acontece no domingo, dia 24 em um papo com clubistas-leitores e o produtor e escritor Otávio Jr – o ‘livreiro do Alemão’, fundador da primeira biblioteca do Complexo do Alemão.


Palco aberto, “Minuto do leitor”, oficinas, “farmácia literária”, Baile da UG e vagas limitadas

Com a proposta de proporcionar ao leitor um encontro mais próximo e acessível com autores e artistas, o evento proporciona ao público um amplo espaço para a fala e troca de ideias. Para participar das mesas da programação principal e oficinas, basta se inscrever em bit.ly/vemprosalao .

E o público está convidado a participar ativamente. Antes de cada encontro da programação principal, tem o ‘Minuto do leitor’, onde os visitantes ocupam o palco para falar sobre os temas propostos e suas experiências como consumidor de cultura. Um microfone vai estar aberto o tempo todo e de livre acesso para poesia, prosa, recados e manifestos do público e convidados.

Outra atividade proposta para os leitores é a ‘Pharmácia de Encantamentos’, uma ‘farmácia literária’, onde boticários especialistas da Biblioteca Parque vão fazer atendimento literário-farmacêutico, com prescrição de livros (cuidado com os tarja-preta!)

Em parceria com o Animator Studio, referência na formação em desenho e animação, vai haver, ainda, uma exposição de quadrinhos aberta durante o Salão, e feira de quadrinistas independentes no fim de semana. Oficinas de história em quadrinhos, mangá, animação em stop motion e brush lettering (de 21 a 24, com turmas das 10h às 12h e das 14h às 16h, com vagas limitadas) complementam a programação.

E não para por aí! Música com o coletivo UjimaGang  leva para o Salão do Leitor uma edição especial do Baile da UG, com roda de rima e DJs animando a sexta-feira com hip-hop, trap, funk, samba e soul, nos Jardins do Solar do Jambeiro (dia 22 de novembro, às 20h).

Todas as atividades do I Salão são GRATUITAS e têm como eixo o leitor e o ler, experimentado nas mais diversas formas, sem hierarquias ou disciplinas. Da oralidade dos griots, bardos e slammers aos hiperlinks e redes sociais, ler é sempre colocar-e à escuta do outro. O I Salão do Leitor - Niterói Cult é uma realização da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói, com curadoria do Instituto Zuzu Angel.

Programação completa
21 de novembro | Quinta-feira
Programação I Salão do Leitor


9h – Abertura do I Salão do Leitor
Débora Moreno, Fernanda Sixel e Hildegard Angel (curadora)

10h - Sociedade relacional ou polarizada?Em suas relevantes obras, Gilberto Freyre e Roberto DaMatta pensaram a sociedade brasileira por meio de metáforas da mediação de conflitos, respectivamente, o equilíbrio de antagonismos e sociedade relacional. Como reaprender a lidar com posições extremas no Brasil polarizado de hoje em dia?
Roberto DaMatta (Antropólogo e professor, referência intelectual brasileira)
Mediação: Valter Sinder (UERJ / PUC-Rio)

14h - Fórum - Como será a Festa Literária de amanhã?Como será o amanhã? O samba-enredo esclareceu a dificuldade da pergunta: Responda quem puder. Neste Fórum, dedicado à organização de encontros literários, uma resposta possível se delineia. No caso, a criação de redes de diálogo e o estabelecimento de novas cooperações podem fecundar e ampliar o alcance das Festas Literárias atualmente realizadas no estado do Rio de Janeiro.
Bruno Vater (CUFA - Festival Favela Literária); Celso Possas Jr. (Feira Literária de Niterói - Flinit); Cristina Oldemburg (Festa Literária da Serra Imperial - FLISI); Dani Bernardino (Festa Literária das Periferias - FLUP); José Fontenele (Festa Literária de Campo Grande - Flicamp); e Rodrigo Santos (Sarau Noite na Taverna).
Mediação: Victor De Wolf (Secretário das Culturas de Niterói)

16h - O público leitor do futuro
As festas literárias que se multiplicam no Brasil somente vão alcançar seu pleno potencial no momento em que a formação do público leitor do futuro ocupar o centro dos encontros. Como vai ser a leitura num mundo cada vez mais dominado pelo universo digital e audiovisual?
Paulo Lins (Escritor e roteirista, autor de “Cidade de Deus”)
Mediação: João Cezar de Castro Rocha

18h - De perto e de longe
A cultura brasileira definiu-se, desde o século XIX, por meio de uma oscilação entre o próprio e o alheio, isto é, entre o olhar estrangeiro e a determinação nacional. Como se forma um olhar literário forjado na distância, no exílio, no desterro, na mudança abrupta de rumos?
Cristiane Costa (Escritora e professora-doutora da ECO-UFRJ, autora de “Sujeito Oculto”) e Cláudia Nina (Doutora em Letras e romancistas, autora de “Esquecer-te de mim” e “Paisagem de porcelana”.
Mediação: Ana Maria Amorim

19h - Um Brinde à Poesia (Varanda do Solar), com a poeta Lucilia Dowsley
20h - Poetry Slam - Batalha de poesia falada (Jardins do Solar)
Slam Res.Peita e Slam Praça Preta
Slammaster e poeta convidado: Rodrigo Santos (Noite na Taverna)

Programação Ocupação Biblioteca Parque de Niterói - Salão Vermelho

10h - Oficina de Origami
12h - Encontro de Paulo Lins com alunos
15h - Mar de Estórias - Contação de histórias com Bia Hetzel e Mariana Massarani, autoras do infantil “Bagunça no Mar”
17h30 - Lançamento do livro ‘Estão Matando os Humoristas’, de Beto Silva (autógrafos, selfies, beijinhos e papo com o autor!)

22 de novembro | Sexta-feira
Programação I Salão do Leitor

10h - A Biblioteca de Foucault
A imagem consolidada do bibliotecário remete a uma pessoa protegida por anacrônicos balcões, como se estivesse entrincheirada, em guarda contra uma figura impertinente: o público leitor. Como alterar essa imagem, transformando a biblioteca em um espaço sedutor e inclusivo?
Cristian Brayner (Bibliotecário da Câmara dos Deputados e um dos mais importantes pensadores da renovação do espaço e das funções da biblioteca.)
Mediação: João Cezar de Castro Rocha (UERJ)

12h - A moda na construção da imagem midiáticaO universo digital potencializou, na forma de uma cultura do selfie e da exposição contínua, a preocupação com os modos de autoapresentação associados à projeção da própria imagem tornou-se onipresente. Nesse cenário, como repensar a ideia mesma de moda?
Samuel Abrantes (Professor da UFRJ e histórico figurinista de teatro, cinema e carnaval)
Mediação: Hildegard Angel (Curadora – Instituto Zuzu Angel)

14h - Quem conta um conto…O conto é geralmente visto como um gênero menor, como se fosse um laboratório. Ademais, costuma-se apontar a comercialização do gênero, que seria mais difícil do que a do romance. No entanto, a literatura brasileira sempre possuiu e possui contistas de altíssimo nível, assinalando a potência do gênero.
Evando Nascimento (Escritor e ensaísta, autor de “Cantos profanos”) e Marcelo Moutinho (Um dos mais consagrados contistas da literatura brasileira, autor de “Ferrugem”, Prêmio Clarice Lispector da Biblioteca Nacional)
Mediação: Daniele Ramalho

16h - Ensaios e errosO ensaio como forma, ou seja, como gênero próprio, tem estimulado discussões de grande fecundidade. Ao mesmo tempo, o ensaio tem sido na história do pensamento social brasileiro uma ferramenta intelectual indispensável para pensar o país, sua formação e seus impasses: ensaios e erros, por assim dizer.
Laura Carvalho (Professora da USP e autora do best seller “Valsa brasileira: do boom ao caos econômico”)
Mediação: Rita Palmeira
18h - Que país é este?
A ficção desempenhou na cultura brasileira um papel ensaístico de grande importância desde o século XIX. Autores como José de Alencar e Machado de Assis, a par de desenvolverem projetos literários próprios, ajudaram a pensar o país. Como se situa a ficção do século XXI em relação a esse projeto?
Luiz Ruffato (Premiado autor de “Eles eram muitos cavalos”, marco literário nacional) e Ana Maria Gonçalves (Autora do épico “Um defeito de cor”, que está sendo adaptado em super-série da TV Globo)Mediação: Flávia Oliveira

19h30 - Poesia de Ana Cruz (Varanda do Solar)

20h - Baile da UG com Roda de Rima (Jardins do Solar)
O coletivo UjimaGang leva para o Salão do Leitor O MELHOR BAILE DE NITERÓI! 

Programação Ocupação Biblioteca Parque de Niterói - Salão Vermelho
11h - Tapetes Indígenas Contadores de Histórias - contação de histórias + oficina de artesanato com Edith Lacerda e Silvia Carvão
14h30 - Colo de Avó
 - contação de histórias
16h - Oficina Tecendo Textos com fios indígenas
18h - Aula de Dança
18h30 - Coisas da Antiga / Música e literatura


23 de novembro | Sábado
Programação I Salão do Leitor
14h - Cultura como projeto de vidaFormação: palavra-chave, herdada do romantismo alemão, imortalizada no gênero do Bildungsroman, justamente o “romance de formação”. A noção de Bildung implica o gesto de sich bilden, isto é, o construir-se, o edificar-se. Como tornar a cultura um método de auto aperfeiçoamento em pleno século XXI?
Marco Lucchesi (Presidente da Academia Brasileira de Letras)
Mediação: Anélia Pietrani

16h - Poesia numa hora dessas?
Ricardo Aleixo recorda: “(...) o poemanto / é um modo de contestação / das velocidades”. Como tornar o tempo da performance alheio à celeridade contemporânea? Claufe Rodrigues pergunta: “Por quantos séculos / ainda teremos que escrever versos afoitos / em noites famintas / à beira do fracasso/ meu grande poeta Jorge de Lima?” Numa hora dessas, como afirmar a potência da poesia?
Ricardo Aleixo (performer e artista visual, um dos mais potentes e originais nomes da poesia brasileira contemporânea) e Claufe Rodrigues (jornalista, músico e poeta, integrante original do grupo “Camaleões”)
Mediação: João Cezar de Castro Rocha (UERJ)

Programação Ocupação Biblioteca Parque de Niterói - Salão Vermelho
11h30 - Tuiny - Contação de Histórias
14h - Cascudinho, o peixe contador de histórias - conversa com autor José Ribamar Bessa
15h30 - "Um Novo Par" - contação de histórias com Mariana Samora


24 de novembro | Domingo
Programação I Salão do Leitor
Solar do Jambeiro

10h - Cinema: Releituras
O cinema nacional possui uma relação orgânica com a literatura: alguns de seus maiores sucessos surgiram da transcrição de textos clássicos para as telas. Ao mesmo tempo, o cinema brasileiro já se constituiu numa referência. Como cineastas jovens lidam com os clássicos da sétima arte?
Luciana Bezerra (cineasta, roteirista e escritora, autora de “Meu destino era o Nós do Morro”) e Rosane Svartman (cineasta, roteirista e autora de telenovelas; “Bom Sucesso” entre elas)
Mediação: Luciano Vidigal

14h - Fórum de Clubes de LeituraNo século XVII, o filósofo francês Descartes referiu-se à leitura “como uma conversa com os melhores espíritos dos séculos passados”. No século XVIII, o autor romântico alemão Jean-Paul recordou que “livros são cartas dirigidas a amigos, apenas mais longas”. Em pleno século XXI, os Clubes de Leitura atualizam essa potência da leitura literária, permitindo formas novas de apropriação da tradição.
Clube de Leitura Icaraí, Clube de Leitura Palavra Mágica, Clube de Leitura da Blooks, Clube de Leitura Papa Livros
Mediação: Otávio Jr

16h - Futuro do público leitor
Por muito tempo, e não apenas no Brasil, o repertório literário padecia de um limite: sempre se achava feio o que não era espelho e a imagem nele projetada refletia uma parcela pequena da população. Em que medida o futuro, e necessário, aumento do público leitor dependerá da ampliação do repertório literário?
Eliana Alves Cruz (Jornalista e escritora, autor de “O Crime do Cis do Valongo”)
Mediação: Maria Aparecida Andrade Salgueiro

19h - Poetry Slam (Jardins do Solar)
Slam Res.Peita e Slam Praça Preta
Slammaster e poeta convidada: MC Martina (Slam Laje)

Programação Ocupação Biblioteca Parque de Niterói - Salão Vermelho
10h30 - Tatu Canta Cá
11h30 - Daniele Ramalho – Contação de histórias
15h - Verônica Marcílio – Contação de histórias
16h - Helio de La Peña - Conversa com o autor e leitura de seu livro “Vai na bola, Glanderson!”, romance de humor que se passa nos campinhos de pelada dos subúrbios cariocas.
17h - Clarissa Worcman - oficina de teatro e contação de histórias
18h - Baile da Barraca (forró)

Todos os dias - o dia todo!

Programação Espaço HQ - Salão Amarelo
Exposição de quadrinhos - 21 a 24/11, das 10h às 20h
Feira de quadrinhos independentes - 23/11 e 24/11, das 10h às 20h
Oficinas da Escola de desenho Animator - 21 a 24/11, turmas das 10h às 12h e 14h às 16h.
(20 vagas - inscreva-se em bit.ly/vemprosalao)
Pharmácia de Encantamentos (aberta de 21 a 24/11, das 10h às 20h)
Atendimento literário-farmacêutico com prescrição de livros. Parceria com a Biblioteca Parque de Niterói. Solar do Jambeiro - Estufa

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Os 3 Amigos, MC Leozinho e Claudio Zoli comemoram juntos o aniversário de Niterói na Praia de Piratininga


A cidade de Niterói completa 446 anos no mês de novembro e a Prefeitura preparou uma intensa agenda cultural para celebrar a data, com festivais de música, dança e shows com diversos nomes consagrados. Tudo de graça. No domingo, a programação promete ser intensa no palco montado na Praia de Piratininga. Às 17h, sobem ao palco Marcos Sabino, Dalto e Byafra, três niteroienses, que marcaram seus nomes na história da MPB. MC Leozinho e Claudio Zoli fecham a noite.

Os 3 Amigos - Marcos Sabino, Dalto e Byafra






O cantor e compositor niteroiense Marcos Sabino integrou, ainda adolescente, um conjunto de rock chamado "Os Inocentes". Ao longo de sua carreira, chegou a gravar dez discos. Seu primeiro e maior hit nacional foi a balada romântica "Reluz", em 1982. Lançada em compacto simples, daria título, mais tarde, a seu primeiro LP, que chegou a vender mais de 550 mil cópias. Algumas de suas composições integraram trilhas sonoras de novelas da TV Globo como "Sabe" ("Pão pão, beijo beijo"), "Dança das horas" ("Ti-ti-ti"), "Adoro", ("Bebê a bordo") e "História de amor" (da novela homônima).

Dalto teve sua voz reconhecida, a partir de 1968, como vocalista da banda de rock "Os Lobos". "Fanny", um charleston que compôs em parceria com Claudio Rabello, conquistou as rádios. Com o grupo, Dalto também gravou "Miragem" e participou do Festival da Canção de 1971. Seu primeiro compacto, "Flash Back" (1974) vendeu 50 mil cópias, mas apenas em 1981, estourou como compositor com a canção "Bem-te-vi", gravada e interpretada por Renato Terra. Em 82, nasceu "Muito Estranho", nome do disco e da canção histórica que ficou um ano inteiro no "hit parade", vários discos de ouro, platina, e mais de um milhão de cópias vendidas.

Em 1970, surgiu em Niterói a banda "O Circo", que lançou Maurício Pinheiro Reis, o Byafra, como vocalista. Compositor de muitos temas de novelas, lançou 14 álbuns, que venderam mais de meio milhão de cópias. Byafra lançou em 1979, o LP "Primeira Nuvem", tendo "Helena", a música de trabalho, rapidamente adotada pelas rádios de todo o Brasil. Em 1981 ganhou o disco de ouro com o álbum "Despertar", que tinha como carro chefe a canção "Leão Ferido". Um novo disco de ouro veio em 1984 com o álbum "Existe uma Ideia", que estourou nas rádios com a canção "Sonho de Ícaro".

MC Leozinho

Leonardo Freitas Mangeli de Brito, mais conhecido no mundo da música como MC Leozinho, é um cantor e compositor de funk niteroiense. Seu primeiro sucesso foi o hit "Ela Só Pensa em Beijar (Se ela dança, eu danço)", lançado ainda em 2006. Além delas, o músico também é o autor de "Toda Gostosa", lançada em 2012 e tema da novela "Salve Jorge", veiculada pela Rede Globo, e as músicas "Solteirinha da Pompéia" e "Hoje eu tô descontraída", lançadas em 2013 na novela "Sangue Bom". Ao longo de sua trajetória, MC Leozinho realizou diversas apresentações na televisão, principalmente no SBT, nos programas dominicais de Celso Portiolli e Silvio Santos. E, em 2009, o fez parte da segunda edição do reality show "A Fazenda", da Rede Record. Em 2014, Mc Leozinho foi atração da arena Fifa FanFest, no Rio de Janeiro.

Claudio Zoli


Com a experiência de mais de 30 anos de carreira e mais de 10 discos gravados, o cantor e compositor Claudio Zoli cresceu ouvindo Marvin Gaye, Stevie Wonder, Tim Maia e, ainda garoto, começou a cantar e a tocar violão. Em 1992, recebeu o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) com o álbum "Fetiche". Em 2001, ganhou o Disco de Ouro com o álbum "Na Pista". Em consequência do grande sucesso, em 2002, lançou o DVD "Na Pista", gravado no Direct TV Music Hall. Em homenagem a Cassiano e Tim Maia, lançou, em 2005, o álbum "Zoli Clube", que reúne clássicos da Soul Music Brasileira. Em 2014, após cinco anos sem lançar um disco de inéditas, Claudio Zoli produziu um novo trabalho que considera um divisor de águas em sua carreira. Intitulado "Amar Amanhecer", o trabalho revela também o lado produtor e arranjador do artista.


SERVIÇO
3 Amigos - Marcos Sabino, Dalto e Byafra
MC Leozinho
Claudio Zoli
Data: 17 de novembro, domingo
Horário: 17h
Classificação indicativa: Livre
Local: Praia de Piratininga – em frente à Praça do antigo Toboágua – Niterói

Dia da Consciência Negra terá Mart'nália e Velha Guarda da Mangueira


Niterói completa 446 anos no dia 22 de novembro e a Prefeitura preparou para todo o mês, uma diversificada programação cultural para celebrar a data, com festivais de música, dança e shows com diversos nomes consagrados. A celebração segue na quarta-feira, 20, na Praça Leoni Ramos (Cantareira), com a 11ª edição do "Viva Zumbi”, em homenagem ao Dia da Consciência Negra, que se encerra, a partir das 17h, com os shows da Velha Guarda da Mangueira e da cantora Mart'nália.


11º Viva Zumbi Niterói na Praça da Cantareira

A 11ª edição do “Viva Zumbi Niterói” terá um dia inteiro com apresentações artísticas e culturais com o principal objetivo de valorizar a história, a religiosidade e a cultura do povo negro. O evento, que terá início às 10h, integra a Semana da Cultura Negra, que foi incluída no calendário oficial da cidade em 2014, com a aprovação do Estatuto Municipal de Igualdade Racial.

O evento conta com a Feira Baobá, tenda do acarajé, tenda de capoeira, feijoada gratuita (às 13h), rodas de debates, lavagem da estátua de Zumbi, feira de artesanato, comidas típicas, exposição de fotografia e de roupas de matrizes africanas e Feira Literária, além de uma roda de jongo, e apresentações com grupos e artistas, como o Ás de Ouro, Baque Mulher, Moça Prosa, Linda Baobá, Baile Black, entre outros. A festa se encerra, a partir das 17h, com shows da Velha Guarda da Mangueira e da cantora Mart'nália.
A entrada é livre e gratuita.

 Atrações:

Mart'nália


Mart'nália samba desde que nasceu. Desde muito pequena, acompanhava o pai, Martinho da Vola, nas rodas de samba de Vila Isabel e foi assim que se apaixonou pela música. Foi lá que se aproximou ao mundo do samba, aprendeu a sambar, cantar, tocar violão e pandeiro.

Entre as décadas de 80 e 90, chegou a gravar dois discos "de brincadeira", como ela mesma gosta de dizer. Em 2002, lançou seu terceiro álbum, "Pé do meu Samba", que ela considera seu primeiro "de verdade", produzido por Celso Fonseca e dirigido por Caetano Veloso. O trabalho foi unanimemente elogiado pela crítica e rendeu uma longa e produtiva temporada de shows, registrada em CD e DVD.

Em 2006, foi indicada ao Grammy como o melhor CD de samba gravado ao VIVO "Mart’nália em Berlim", lançado em 2007. Em 2008, faz show no Festival de  Montreaux, Londres, Amsterdã, Tubigen, Lisboa, Nova Iorque e Miami, fechando o ano com chave de ouro no Reveillon de Copacabana, quando cantou para um publico estimado em dois milhões e meio de pessoas.

Em 2010, a cantora participou do renomado Festival Back 2 Black e participou no disco do pai, cantando o samba enredo da Vila Isabel sobre Noel Rosa. Em abril, Mart'nália organizou uma Roda de Semba - ritmo angolano - para o DVD África, com ilustres convidados como Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Martinho da Vila e Mayra Andrade (de Cabo Verde).

Amparada nos arranjos sempre elegantes de Celso Fonseca em parceria com o saudosíssimo baixista Arthur Maia, a artista lançou em 2019 seu mais recente álbum "Mart'nália canta Vinicius de Moraes". Sua voz a um tempo rasgada e suave, pé do nosso samba, traduz o amor pelas mulheres, a compaixão pelos desfavorecidos, a impaciência com os medíocres, tudo o que é motivação para os versos sempre tão bem construídos de Vinicius, numa linguagem íntima porém desacorrentada.

Velha Guarda da Mangueira


Fundada em 10 de Julho de 1956, por Cartola, Carlos Cachaça, Aluísio Dias e outros bambas da Verde e Rosa, a Velha Guarda Musical da Mangueira é formada por alguns dos mais experientes e melhores músicos da Escola e também um dos grupos musicais mais populares do Brasil. São 63 anos fomentando o Samba por todo o país e no exterior.

Ao longo dos anos, a Velha-Guarda teve vida incerta e sumiu durante longos períodos, reunindo-se esporadicamente para shows, com formação inconstante. Nesses períodos trazia em seu repertório sambas de terreiro, clássicos de Carlos Cachaça, Cartola e Nelson Cavaquinho, e, ainda, composições dos novos valores que iam tomando corpo na comunidade mangueirense.

Em 1986, o grupo voltou a se reunir, desta vez, liderado por Aluízio Dias, Darcy da Mangueira e mestre Aryzinho. Dois anos depois, em 1988, o produtor japonês Katsunori Tanaka conheceu os compositores da Mangueira e teve a ideia de produzir um disco com a "Velha-Guarda", lançado só ano seguinte.

Em 2017, o cineasta Pedro Von Krueger fez sessão de pré-estreia do documentário "Memória em Verde e Rosa". O filme conta a história de vários integrantes da Velha Guarda e de outros personagens importantes da Mangueira, tendo o cantor e compositor Tantinho da Mangueira como fio condutor das histórias narradas e lembranças de fatos com Cartola, Nélson Cavaquinho e Padeirinho, além de entrevistas com Seu Nego, Nélson Sargento e Delegado, entre outros.

Com uma discografia que já soma uma dezena de trabalhos, neste ano de 2019, o grupo lançou o CD "Velha Guarda Musical da Mangueira, Canta Geraldo Pereira", produzido para celebrar o centenário do compositor mangueirense e que contou com participações especiais de Alcione, Maria Bethânia, Leci Brandão, Zeca Pagodinho e Nelson Sargento.


SERVIÇO
11º Viva Zumbi no Dia da Consciência Negra (a partir das 10h)
Show com a cantora Mart'nália e a Velha Guarda da Mangueira
Data: 20 de novembro, quarta-feira
Horário: a partir das 10h
Local: Praça da Cantareira, São Domingos - Niterói